Acompanhe a movimentação das commodities agrícolas no mercado internacional

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SOJA oscila negativo, perto das mínimas desde 2009: os futuros da soja abriram o dia oscilando negativo, registrando as mínimas desde 2009, seguindo o fechamento desta quarta-feira, também no vermelho. Os futuros são pressionados pela perspectiva de ampla oferta global, após o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicar recorde de produção na safra 2015/16.

As atenções seguem voltadas para América do Sul. Na Argentina, com a mudança de governo, é esperado um aumento das exportações, o que reflete negativamente nas cotações em Chicago, em um cenário de baixa competitividade do produto americano. No Brasil, a atenção segue no clima, com atraso no plantio no Centro-Oeste, no Sul e no Nordeste.

Nem mesmo a fraqueza do dólar na data de ontem, frente a uma cesta de moedas, conseguiu incentivar os futuros da oleaginosa na CBOT. O dólar caiu, após o Banco Central americano sinalizar que a alta de juros pode ocorrer em dezembro, mas será gradual, podendo ser mantida baixa.

No mercado interno, o preço médio recebido pelo produtor paranaense ontem foi cotado a R$ 68,07 por saca, segundo a Secretaria da Agricultura do Abastecimento (SEAB), com percentual plantado de 87%. Os núcleos regionais de Guarapuva e União da Vitória tem percentual de plantio de 9% e 1%, respectivamente, segundo a SEAB.

Na data de hoje, o USDA divulga o relatório de exportações semanais americanas e o mercado aguarda um número entre 700,0 a 1,0 milhão de toneladas, menor que na semana passada. Até às 10:30 o futuro de maio-2016 era cotado a US$ 8,64 por bushel, com o câmbio cotado a R$ 3,7546.

MILHO abre positivo, após fechamento negativo ontem (18/11/15): os futuros do milho abriram o dia do lado positivo na espera do relatório das exportações semanais americanas. A colheita deve encerrar nesta semana nos Estados Unidos. O produto tem sofrido com a concorrência no mercado externo. Na data de ontem, os futuros fecharam mistos, com discretos ganhos para março e julho-2016, sustentados pela oscilação do dólar e por movimentos de cobertura de posições vendidas, com aposta de queda do preço.

No mercado interno, o preço médio recebido pelo produtor paranaense ontem foi cotado a R$ 24,80 por saca, segundo a Secretaria da Agricultura do Abastecimento (SEAB), com percentual plantado de 97%.

Fonte: FAEP

Autor(a): Tânia Moreira – Economista do DTE da FAEP.

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Texto originalmente publicado em:
Sistema FAEP
Autor: Tânia Moreira

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