Controle de caruru-de-mancha com clorimuron aplicado em pós-emergência inicial

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O objetivo deste trabalho foi elaborar curvas de dose-respostas do herbicida clorimuron, aplicados em pós-emergência, afim de verificar a eficácia de controle da  Amaranthus viridis

Autores: Silvana Ramlow Otto Teixeira da Luz1, Jhonny Kelvin Dias Martins1

Trabalho disponível nos Anais do Evento e publicado com o consentimento dos autores.

RESUMO

O Amaranthus viridis L. é uma espécie de planta daninha frequentemente encontrada infestando áreas agrícolas brasileiras, podendo causar grandes perdas de produtividade nas culturas se não controladas corretamente.

É importante a correta identificação da espécie em estádio de plântulas e a definição de doses adequadas, para que o controle obtenha maior eficiência. O herbicida clorimuron possui ação sistêmica, utilizado no controle de plantas daninhas de folhas largas.

Assim, o objetivo deste trabalho foi elaborar curvas de dose-respostas do herbicida clorimuron, aplicados em pós-emergência, afim de verificar a eficácia de controle da espécie A. viridis. O experimento foi realizado em casa de vegetação no Campus da Universidade Federal de Rondônia, RO.

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O delineamento experimental utilizado foi o delineamento inteiramente casualizado e o experimento foi composto por cinco tratamentos e cinco repetições. Os tratamentos consistiram nas doses: 0 (testemunha); 6,5; 13; 19,5 e 28 g i.a ha-1. O solo foi peneirado em uma peneira de 5 mm, colocado em vasos plásticos com capacidade de 7 litros cada. As sementes de plantas daninhas foram distribuídas em excesso aos vasos, superficialmente, sendo recobertas por fina camada de substrato (» 2 mm).

Cinco dias após a germinação, realizou-se a aplicação do herbicida. As pulverizações foram realizadas com pulverizador manual, sem pressão determinada, na altura de 0,50 m da superfície do alvo e um volume relativo de calda equivalente a 200 L ha-1. As avaliações foram realizadas 21 dias após a aplicação do herbicida visto que, o clorimuron possui ação lenta.

A análise de controle foi realizada referente à porcentagem de controle (escala visual de 0 a 100%), em que 0% representa nenhum controle e 100% o controle total das plantas daninhas. Os resultados de controle se ajustaram ao modelo quadrático de regressão y = -0,2511×2 + 10,012x + 0,5058, onde o índice mínimo de controle (55%) foi obtido com a dose de 6,5 g i.a ha-1 . Foi obtido o controle de 100% com a dose de 19,9 g i.a ha-1, correspondendo a 79,6 g ha-1 do produto comercial.

Desta forma, pode-se concluir que, a dose de 79,6 g ha-1  de clorimuron é eficiente no controle do A. viridis em estádio inicial de desenvolvimento.

Palavras-chave: controle, Amaranthus viridis, pós-emergente.

Informações do autores:     

1Graduando em Agronomia – UNIR, Rolim de Moura-RO.

Disponível em: Anais do II Simpósio Nacional sobre Plantas Daninhas em Sistemas de Produção Tropical, Alta Floresta – MT , Brasil.

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