Expectativas para a safra 15/16 de Soja no Brasil: região SUL

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Região sul deverá incrementar a área de cultivo de soja de 1,6 a 3,3% na safra 15/16.

A região que representa a segunda área plantada do país deverá sair do patamar alcançado na safra passada de 11.074,1 mil para o intervalo de 11.249,1 a 11.444,3 mil hectares. Os produtores consideram que o plantio da oleaginosa ainda é a melhor opção, frente às demais concorrentes. Mesmo com essa decisão tomada foi relatado um maior grau de dificuldade relacionado à liberação dos recursos por parte dos bancos, acompanhado por um aumento significativo nos custos de produção da safra atual, principalmente para aqueles produtores que deixaram para adquirir os insumos nos últimos meses, coincidindo com a alta expressiva do dólar.

No Rio Grande do Sul a área cultivada com soja deverá crescer entre 1 e 2,5% sobre áreas anteriormente semeadas com milho, áreas de campos nativos e pastagens. Há previsão de que neste exercício sejam cultivados 5.340 mil hectares. O aumento não será maior por conta da redução da soja cultivada nesta safra em áreas de várzea, que deverão, em função das chuvas intensas no início dessa temporada, provocar alagamentos que comprometem para o desenvolvimento das lavouras.

Em Santa Catarina a lavoura ainda não foi totalmente implantada. Observa-se uma tendência de aumento da área de plantio para a safra atual, resultado das boas cotações do grão no mercado de commodities e do menor custo da lavoura em relação ao milho. No estado é esperado um incremento percentual da área, variando de 3 a 5% em relação aos 600,1 mil hectares plantados na safra passada.

No Paraná, segundo maior produtor nacional, a estimativa de área plantada deverá apresentar um incremento médio de 3%, diante dos 5.224,8 plantados no ano passado. Estima-se que os produtores já comercializaram 88,2% da produção esperada. O estímulo foi provocado pelo impacto das chuvas no desempenho das lavouras de soja, nas regiões produtoras norte e sul-americanas. Para se ter idéia da evolução, nos seis primeiros meses deste ano, na medida em que se definiam as safras nos Estados Unidos e na América do Sul, as cotações médias mensais recebidas pelos produtores passaram de R$ 55,75 em janeiro para R$ 58,87 em março, reduziram-se para R$ 56,58 a saca em maio e aumentaram para R$ 56,80, R$ 61,16 e R$ 63,31 em junho, julho e agosto, respectivamente. A atual sustentação destas cotações se deve em maior grau ao aumento da taxa de câmbio no Brasil, que vem compensando a queda das cotações internacionais do produto.

Na tabela abaixo pode-se comparar a previsão de área e produtividade esperada para a safra 15/16 com o efetivado na a safra 14/15. (Clique 2x sobra a tabela para melhor visualização)

soja sul

Fonte: Acomp. safra bras. grãos, v. 3 – Safra 2015/16, n. 1 – Primeiro levantamento, outubro 2015.

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Texto originalmente publicado em:
CONAB
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