Herbicidas pré-emergentes no controle de plantas daninhas na cultura da soja

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Autores: Felipe Guzzo¹, Josimar Dala Rosa¹, Alan Battisti¹, Joelito Zatti¹, Alex Cieplak¹, Thales Dalastra¹, Katia Trevizan²

A soja é a mais importante oleaginosa cultivada no planeta. As plantas daninhas são uma das principais barreiras encontradas na tentativa de elevar a produtividade.

A utilização de herbicidas pré-emergentes com atividade residual, na operação de manejo da soja, tem se tornado uma prática comum para diminuir a competição inicial exercida pelas plantas daninhas.

O trabalho objetivou avaliar a eficiência de herbicidas pré-emergentes no controle de plantas daninhas na cultura da soja. O experimento foi conduzido na área experimental do Instituto de Desenvolvimento Educacional do Alto Uruguai -IDEAU, no município de Getúlio Vargas no estado do Rio Grande do Sul. Utilizou-se delineamento experimental em blocos completamente casualizados, com seis repetições.

Os tratamentos consistiram em diferentes herbicidas pré-emergentes tais:

  • sulfentrazona;
  • diclosulan;
  • clorimurom-etílico;
  • testemunha

Avaliou-se a quantidade de plantas daninhas remanescentes, residual de ação do herbicidas em dias, peso de mil grãos, produtividade da cultura.

O herbicida diclosulan obteve maior controle sobre as plantas daninhas principalmente leiteiro (Euphorbia heterphylla L.) e corda de viola (Ipomoea grandiola (Dammer) O’Donell), mantendo um residual efetivo por 40 dias após a semeadura.

Os herbicidas pré-emergentes não causaram impacto negativo na produtividade da cultura.

 

Palavra chave: Glycine max L., sulfentrazona, diclosulan, clorimurom-etílico.

Instituição de Apoio: Instituto de Desenvolvimento do Alto Uruguai- Faculdade IDEAU.

1 Acadêmicos do IX semestre do curso de Agronomia do Instituto de Desenvolvimento do Alto Uruguai- Faculdade IDEAU, Getúlio Vargas, RS, Brasil

² Professora do Instituto de Desenvolvimento do Alto Uruguai, Faculdade IDEAU, Getúlio Vargas, RS, Brasil, ktrevizan@hotmail.com

Disponível em: Anais do XXX Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas, Conhecimento e Tecnologia a Serviço do Agricultor. UFSC, 2016. 813 pg.

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