Mais de 500 mil ha de lavouras argentinas sofrem com a falta de água.

As recentes chuvas (quarta-feira 12 a quinta-feira 13) que cobriram a província de Córdoba chegaram a no máximo 15 mm.  Rio Cuarto recebeu 16 mm, 20 mm na cidade de Córdoba, e mais ao norte, Villa Maria De Rio Seco registrou 15 mm.

Nas áreas de desenvolvimentismo de lavoura mais avançados, a falta de água já está causando a morte dos afilhos, reduzindo o potencial de rendimento da cultura, diminuindo o número de espigas por metro quadrado. 540 mil hectares já enfrentam a falta de água que começa a deixar danos irreversíveis.

A condição dos trigos da região caiu 5 pontos a mais nos melhores lotes, os excelentes a muito bons. Os quadros do regular ao mau se expandiram em 6% da área e os bons agora são 44%.

Fonte BCR

No sudeste de Córdoba e no centro sul de Santa Fé, as áreas com escassas reservas hídricas e perfis secos estão se expandindo. Junto com o trigo do noroeste de Buenos Aires, essas subzonas são aquelas as piores condições.

Os surtos de ferrugem amarela na região aumentam e os técnicos estão em alerta. A mancha amarela, e a bacteriose permanecem na baía, a baixa umidade limita o grau de virulência.



A espera de umidade para iniciar a semeadura do milho

A ansiedade crescente na região central, para a chegada das chuvas, para que seja possível começar a semear o milho e garanti. Se a falta de água for prolongada, a intenção de plantar cerca de 1,17 M ha de milho na região está comprometida.

Fonte: Adaptado de BCR

Tradução: Equipe Mais Soja

Texto originalmente publicado em:
Bolsa do comércio de Rosário
Autor: BCR

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