Otimização de irrigação: conheça a Startup Raks

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Diminuir o desperdício de recursos hídricos no processo de irrigação, aumentar sua produtividade, reduzir os gastos com energia elétrica e tornar-se mais protagonista da sua lavoura: esses são alguns pontos fundamentais no agronegócio que todo produtor rural procura obter.

Pensando nisso a Raks, fundada em 2017, desenvolveu um sistema para otimização da irrigação, visto que há um grande desperdício de recursos hídricos nesse processo, além de perdas na produtividade e gasto excessivo com energia elétrica. Para isso foi desenvolvido um sensor de umidade do solo que permanece fixo em campo e é alimentado por placas solares. As medidas realizadas em campo são transmitidas sem fio para uma central e apresentadas ao usuário através de gráficos e tabelas em uma página web, permitindo o controle e configuração dos parâmetros em qualquer lugar do mundo. Através do sistema o agricultor indica o tipo de solo e de cultura e é apresentado o momento correto para acionar a irrigação, visando a máxima produção.

A principal tecnologia desenvolvida é o sensor para medir a umidade do solo, visto que utiliza o princípio do TDR e consegue detectar mudanças muito pequenas na umidade, oferecendo grande precisão ao agricultor. Além disso, a interpretação dos dados e apresentação ao usuário representa grande valor agregado, pois aproxima o agricultor da realidade da sua lavoura. A tecnologia desenvolvida para o sensor é utilizada para medir a umidade do solo no ponto em que está fixa em campo e determinar os pontos em que a irrigação torna-se necessária, emitindo um sinal para o acionamento do método de distribuição de água.

O Sistema SIMI (Sistema Inteligente para Otimização de Irrigação) atua com os seguintes pressupostos:

– Medição: medição da umidade do solo é realizada através de sensores fixos em campo com alta precisão independentemente do tipo de solo.

– Conectividade: O sistema utiliza a transmissão de dados sem fio, conectando o sensor de umidade ao usuário sem a necessidade de cabos em campo.

– Alimentação: O sistema permanece em campo, alimentado por placas fotovoltaicas que fornecem energia limpa e renovável ao dispositivo.

– Automação: Através do sistema é possível realizar a total automação da irrigação, utilizando a internet para visualizar gráficos e tabelas e controlar os momentos de acionamento.

Para saber mais sobre a empresa, acesso o site da Raks.

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Elaboração: Elisa de Campos, Equipe Mais Soja, com informações da Assessoria de Comunicação da RAKS.

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