Plantio da soja gaúcha praticamente finalizado, segundo EMATER/RS

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O plantio no Estado está praticamente finalizado, restando pequenas áreas pontuais a serem concluídas.

No Planalto, a cultura encontra-se na fase de desenvolvimento vegetativo e em início de floração, com bom padrão de lavoura sem problemas maiores com pragas e doenças. Os trabalhos de campo concentram-se na aplicação de fungicida e inseticida. A deficiência de luz poderá afetar o potencial produtivo da cultura, assim como o excesso de umidade.

Nas regiões da Fronteira Noroeste e Missões, em decorrência do período chuvoso da última semana não houve avanço na área semeada, o que preocupa os poucos agricultores que ainda não efetivaram a semeadura, ainda que muitos agricultores estejam ressemeando áreas pela segunda ou terceira vez em razão das fortes precipitações. Esses períodos prolongados de nebulosidade não promovem o bom desenvolvimento das plantas. Alguns agricultores estão com sérios problemas com doenças de solo, principalmente “Damping off” e a germinação ficando prejudicada devido ao excesso de umidade, o que está deixando áreas amareladas e com definhamento das plantas. Ainda que em área com plantio direto há perdas de solo por erosão em diversos níveis, laminar e sulcos.

Alguns agricultores, nas lavouras mais adiantadas, já estão efetuando o controle de plantas daninhas e juntamente fazendo a primeira aplicação de fungicida. As áreas implantadas precocemente estão com bom desenvolvimento, com algumas em floração e também em formação de grãos. Problemas sérios de erosão ocorreram em grande parte das áreas.

Em propriedade monitorada (MIP), foi constatada a presença da ferrugem asiática, mancha alvo e bacterioses. Insetos (pragas) não têm ocorrido em nível de exigir controle, mas muitos produtores já fizeram aplicação de inseticida de forma desnecessária.

No Alto Uruguai, algumas lavouras estão sendo replantadas pela segunda vez. Tem havido morte das plântulas de soja por fungos de solo em função da umidade excessiva.

As cotações da oleaginosa na Bolsa de Mercadorias de Chicago-CBOT recuaram, apesar da boa demanda pela soja americana, devido às previsões de chuvas para o Brasil e pela mudança de postura da Argentina que decidiu aumentar a área de produção.Os preços se mantiveram cotados em R$ 73,50.

Fonte: EMATER/RS

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Texto originalmente publicado em:
Emater/RS
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