Francisco Jardim, sócio fundador da SP Ventures, ressalta como o agronegócio tem ocupado um papel de destaque no funcionamento de fundos investidores

É unanimidade que o agronegócio é a locomotiva que puxa a economia do Brasil. O que nem todo mundo sabe é que o setor também está em evidência quando o assunto é relacionado a fundos de investimento. Nesta entrevista ao Boletim Informativo do Sistema FAEP/SENAR-PR, Francisco Jardim, sócio fundador da empresa especializada em investimentos para o agronegócio SP Ventures, explica a dimensão deste universo. E garante: “os próximos Googles e Facebooks vão acontecer na agricultura”.

BI: Desde o começo a SP Ventures procurou se especializar no investimento em agronegócio?
FJ: Montamos a empresa em 2007 para fazer investimento em startup de tecnologia. Não era agronegócio, era tecnologia pura, intensa e de alto nível. De oito empresas iniciais que investimos, quatro foram em agro. Em 2012, paramos para pensar no porquê de a gente ter feito esse investimento concentrado em agro, pois não tínhamos a pretensão que o setor fosse tão relevante dentro do fundo. E o que a gente aprendeu é que o Brasil tinha de fato esse potencial para liderar a próxima revolução tecnológica agrícola. E dentro deste cenário ficava evidente que o país e o mundo estavam prestes a ter uma nova ruptura tecnológica na agricultura, e que seria uma revolução primordialmente digital.

Fonte: Portal do Sistema FAEP
Texto originalmente publicado em:
Portal do Sistema FAEP
Autor: Portal do Sistema FAEP

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