Relação entre dois sistemas de trilha e separação com a perda de sementes de soja na colheita

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O intuito desde trabalho foi determinar a perda de sementes durante a colheita mecanizada, utilizando colhedoras com mesmas características, mas com sistemas de trilha e separação diferentes, uma tangencial e a outra com sistema híbrido.

Autores: QUOOS, R. C. R.; SCHNEIDERS, M. F.; FOGLIATTO, J. P.; GLASENAPP, L. A.;
FRANCK, C. J.

Trabalho disponível nos Anais do Evento e publicado com o consentimento dos autores.

RESUMO: O desenvolvimento e modernização de máquinas e implementos estão permitindo grande aumento na produtividade, possibilitando desta forma, uma menor perda de sementes durante a colheita, tendo estas evoluções de fundamental importância, principalmente na cultura da soja (Glycine max).

Atualmente o Brasil esta posicionado em segundo lugar como maior produtor mundial, mesmo assim apresenta altos níveis de perda durante o processo de colheita por falta de informações adequadas e acompanhamento profissional.

Esses elevados índices de perdas são ocasionadas pelos elementos internos e externo das colhedoras, esses resultados são quantificados através de experimentos a nível de campo e laboratório.

Com isso, o intuito desde trabalho foi determinar a perda de sementes durante a colheita mecanizada, utilizando colhedoras com mesmas características, mas com sistemas de trilha e separação diferentes, uma tangencial e a outra com sistema híbrido.

O experimento foi conduzido em uma propriedade agrícola, localizada no município de Cachoeira do Sul – RS, utilizando duas colhedoras New Holland modelo TC 57. O delineamento experimental foi conduzido em parcelas subdivididas, sendo a parcela principal composta pelas colhedoras, e nas sub parcelas as velocidades de deslocamento, com 6 repetições cada, resultando em um fatorial 2 x 2 x 6.

Como resultados e conclusões verificamos que o sistema híbrido em comparação com o tangencial apresentaram menor perda de sementes durante a colheita, operando a uma velocidade de 6,5 Km.h, mas estatisticamente as coletas realizadas a campo não apresentaram uma diferença significativa.

Palavras-chave: Quantitativa, tangencial, hibrido.

Informações dos autores:

Universidade de Santa Cruz do Sul – mauricio.schneiders@hotmail.com.

Disponível em: Anais do  XX Congresso Brasileiro de Sementes, Foz do Iguaçu, PR, Brasil, 2017.

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