Rendimentos especulativos na safra Americana

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A especulação parece ter digerido a retórica político-comercial entre os Estados Unidos e a China, uma vez que as atenções começam a se voltar para questões mais fundamentais nas questões de formação da tendência de curto-prazo. Nenhuma novidade sobre as imposições tarifárias é presente no Mercado. Os operadores continuam esperando que os 25% de taxas sobre a soja estadunidense, impostos pela China, permaneça até o fim de 2018, pelo menos.

Nenhuma possibilidade de reabertura das negociações, entre Trump e Xi Jinping, é discutida até o presente momento. Agora, as variações climáticas para a safra norte-americana ganham mais “peso” na equação de formação dos preços. Os bastidores de Chicago já trazem discussões sobre a possibilidade, ou não, de uma nova produção
recorde no país. Ainda é prematuro qualquer afirmativa neste quesito!

CLIMA – AMÉRICA DO NORTE

Uma frente fria é estabelecida sobre o Cinturão Agrícola, nestes próximos 15 dias. Tal padrão provoca a chegada e permanência das chuvas sobre a região sojicultora, principalmente neste fim de semana que se aproxima. Os índices pluviométricos são projetados entre 20-40mm acumulados entre 18 e 23 de julho. No entanto, uma retração de tais precipitações vem sendo presente na última semana deste mês. Tal padrão ainda é indefinido e carece de confirmação.

Porém, além de chuvas mais presentes, as temperaturas também se mostram mais amenas, ficando em torno dos 1-2 graus Celsius abaixo da média para esta segunda quinzena de julho. No geral, não há preocupações generalizadas criadas para a safra estadunidense. Portanto, é necessário a permanência das chuvas regulares em agosto.

Fonte: AgResource Brasil

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