Cultura com boa evolução de implantação no Estado (86%), com área majoritariamente em desenvolvimento vegetativo (60%), e com lavouras em início de estádio reprodutivo com grande parte dessa área já implantada iniciando a emissão do pendão. O período é de alta necessidade de suprimento hídrico para a cultura. Agricultores realizam a aplicação de nitrogênio em cobertura.

O padrão das lavouras é muito bom, favorecido pelas boas condições climáticas atuais. Pragas e doenças estão sob controle. Chama a atenção, lavouras com alta densidade populacional de plantas por hectare, em torno de 75 mil, oferecendo oportunidade de alto rendimento, porém, com risco de deficiência hídrica e de ter a produtividade altamente afetada.

O mercado andou estável neste período, com menor pressão de oferta e preços mais estabilizados, mas com pequena queda no valor médio da saca de 60 kg no Estado, de 0,40%, ficando preço em R$ 34,65.

Na região Noroeste, produtores com milho disponível armazenado em silo secador têm comercializado o grão ao preço de R$ 38,00/sc. O Vale do Taquari é região grande consumidora em decorrência das fábricas de rações, que recebem a maior parte do produto proveniente do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul.

No comércio de grãos nessa safra, entretanto, em razão dos menores preços do milho grão
comparativamente ao ano passado, o milho também está sendo ofertado pelos produtores do Rio Grande do Sul, fato que não acontecia há três anos.

O preço médio pago pelas fábricas de ração está em R$ 38,00/saca de 60 kg, posto na fábrica.



Fonte: Emater/RS

Texto originalmente publicado em:
Informativo Conjuntural 1.529
Autor: Emater/RS

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