O mercado brasileiro de milho iniciou 2021 mantendo o cenário de firmeza nas cotações, com avanços nos valores do cereal em todas as regiões do país. A oferta ajustada à demanda, com aspectos externos e internos dando suporte, determinou novos aumentos nos preços.

Os preços do milho subiram na semana na Bolsa de Chicago e o dólar também teve valorização, o que promoveu suporte a altas nas cotações nos portos. Isso também garantiu sustentação aos preços no interior, com o vendedor retraído em suas ofertas.

Há uma grande preocupação agora com o início da alta de fretes com a chegada da safra de soja. Isso deve ser mais um elemento para possíveis valorizações do cereal.

No balanço desta primeira semana de 2021 até esta quinta-feira (07), o preço do milho na base de compra no Porto de Santos subiu de R$ 76,00 para R$ 83,00 a saca, alta de 9,2%.

Já no mercado disponível ao produtor, o preço do milho em Campinas/CIF subiu na base de venda no comparativo semanal de R$ 83,00 a saca para R$ 85,50, alta de 3,0%. Na região Mogiana paulista, o cereal avançou no comparativo de R$ 80,00 para R$ 83,00 a saca, elevação de 3,7%.

Em Cascavel, no Paraná, no comparativo semanal, o preço avançou de R$ 77,00 para R$ 81,00 a saca, incremento de 5,2%. Em Rondonópolis, Mato Grosso, a cotação passou de R$ 67,00 para R$ 69,00 a saca no balanço semanal, elevação de 3%. Já em Erechim, Rio Grande do Sul, houve subida de R$ 84,00 para R$ 87,00, +3,6%.

Em Uberlândia, Minas Gerais, as cotações do milho subiram na semana de R$ 73,00 para R$ 80,00 a saca, aumento de 9,6%. Em Rio Verde, Goiás, o mercado avançou de R$ 72,00 para R$ 75,00 a saca, elevação de 4,2%.

Fonte: Agência SAFRAS

Texto originalmente publicado em:
Safras e Mercados
Autor: Lessandro Carvalho - Agência SAFRAS

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