Ontem, dia 16/01, a consulta aberta sobre a proibição do herbicida 2-4D diclorofenoxiacético na formulação butírica e isobutírica foi encerrada. Agora, o Serviço Nacional de Saúde e Alimentação e Agricultura (SENASA) prosseguirá com os procedimentos para a proibição desta formulação do popular herbicida.

De acordo com os fundamentos da resolução proposta, as formulações de ésteres butíricos e isobutíricos do herbicida “poderiam causar danos às culturas e à floresta devido à alta volatilidade” e “também afetam as pessoas e o meio ambiente”.

O SENASA também argumenta que o herbicida, nesta formulação, já foi banido ou restringido seu uso por seis províncias da Argentina (Buenos Aires, La Pampa, Santiago do Estero, Chaco, Entre Ríos e Santiago del Estero).

Imediatamente após a entrada em vigor da resolução, a elaboração, importação e fracionamento das formulações de éster butírico e isobutírico do 2-4D serão proibidas. A resolução dá um ano até o prazo final em que o uso e a comercialização desse herbicida seja finalizada.



Fontes da eFarmNewsAr na indústria química explicaram que há uma enorme demanda de herbicidas 2-4D dos agricultores. “Eles preferem as formulações de ésteres porque alcançam um melhor controle de ervas daninhas, mas a sua substituição será fácil porque existem outras formulações já no mercado, incluindo a microemulsão”, disse uma das fontes.

No Brasil não é comercializada a formulação éster do 2,4D desde 2002, devido aos seus índices de alta volatilização, que aumentam os riscos de toxidade para culturas mais sensíveis ao produto quanto instaladas próximas ao local da aplicação do produto.

Fonte: Adaptad de eFarmNewsAr

Texto originalmente publicado em:
eFarmNewsAr
Autor: eFarmNewsAr

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