Quase 300 técnicos desenvolvem trabalho de assistência e orientação no campo

As raízes da Coamo vêm do trabalho de extensão agrícola, ou seja, de atuação do agrônomo em campo, para orientar o cooperado sobre práticas e técnicas agronômicas. Assim, desde a sua fundação a cooperativa realiza um importante trabalho de assistência técnica e difusão de tecnologias. Com a fazenda experimental, todo o trabalho é validado e repassado uniformemente a agrônomos e cooperados, com o respaldo de pesquisadores dos principais institutos de pesquisa do país.
A Coamo também conta com um dos maiores corpos técnicos do país. São mais de 260 engenheiros agrônomos, em toda a área de ação nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul.  Profissionais habilitados pelo conselho que rege a categoria, o CREA.
O agrônomo Lucas Gouvea, chefe do Departamento de Suporte Técnico da Coamo, lembra que os defensivos agrícolas são um dos mercados mais regulados do mundo. No Brasil, o trâmite lento para o registro de novos produtos é um dos aspectos que mais causa problemas.  “Atualmente, a liberação de agroquímicos precisa passar por três órgãos: Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama)”, explica.
É comum que um produto leve até 10 anos para cumprir todos os processos antes de ser comercializado. Esse cenário abriu o debate sobre a necessidade de modernizar as regras que regulamentam o setor, por meio do projeto de lei nº 6.299/2002.
Fonte: Portal da COAMO
Texto originalmente publicado em:
COAMO
Autor: COAMO

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