A cultura do algodão em Mato Grosso do Sul está em pleno desenvolvimento, mas exigindo do cotonicultor muita atenção com as pragas e doenças, com destaque, mais uma vez, para o bicudo.

Segundo mais um Informativo do Programa Boas Práticas Fitossanitárias do Algodão, da Ampasul, Associação Sul-Mato-Grossense dos Produtores de Algodão, o algodoeiro nas Regiões Norte e Nordeste está em estágio de florescimento e apresenta excelente desenvolvimento.

O controle do bicudo do algodoeiro está sendo realizado na bordadura das áreas, com intervalo médio de 5 dias entre as aplicações.

Nas propriedades em que foram realizados os levantamentos, foi detectada uma média de cinco aplicações em área total e nove nas bordaduras.

A identificação de ataque do inseto tem sido frequente em algumas propriedades, fator esse que pode ter sido ocasionado pelas dificuldades climáticas enfrentadas na destruição de soqueiras na safra 2019/2020.

Outro fator que pode estar contribuindo para o aumento da incidência do bicudo é a quantidade de tigueras (plantas voluntárias) de algodão na soja que abrigavam o inseto e conforme o desenvolvimento da colheita migrou para o algodão.

O manejo adotado ao longo da safra em cada propriedade tem grande influência no número total de aplicações, estratégias como bordaduras mais largas com intervalos entre as aplicações mais curtos, e a eliminação de plantas tigueras nas lavouras sucessoras ao algodão, são primordiais para baixar o índice de aplicação, alerta a Ampasul em seu informativo.

Além do bicudo, chama a atenção neste ano agrícola, na cultura do algodão é o pulgão-do-algodoeiro, transmissores de doenças de vírus, e o percevejo marrom, que causam danos nos botões florais e maçãs.

O informativo traz alerta sobre as consequências que cada praga provoca na cultura e aponta os cuidados a serem tomados para o bom desenvolvimento da cultura.

Clique aqui e veja o Informativo.

Fonte: Ampasul

Texto originalmente publicado em:
Ampasul
Autor: Ampasul

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