Após desenvolver e colocar no mercado o primeiro sistema de análise criado no mundo para monitorar a operação de aviões agrícolas, a empresa Dominus Soli anuncia a formação de uma parceria tecnológica com a Alvo Consultoria, do engenheiro agrônomo Glauberto Moderno, especialista em tecnologias de aplicação de agroquímicos por via aérea. As duas empresas lançam este mês um portfólio de serviços inovador, focado na conciliação da produtividade agrícola com a preservação ambiental.

“Acreditamos que essa união poderá contribuir para quebrar mitos, fortalecer e preservar a aplicação aérea e também ajudar a reverter a imagem negativa da aviação agrícola no Brasil”, resume Glauberto Moderno, fundador da Alvo Consultoria, sediada na paulista Catanduva.

A Dominus Soli, de São João da Boa Vista (SP), é a empresa líder do mercado brasileiro de monitoramento de aviões agrícolas. O software de sua propriedade, de nome Spray Plan, diagnostica e corrige falhas técnicas nas aplicações aéreas. De acordo com a empresa, trata-se de um recurso que, empregado com o suporte técnico adequado, amplia o potencial produtivo de lavouras e protege organismos vivos, como insetos polinizadores.

Sócios da Dominus Soli, os executivos Antonio Loures e Marco Antonio Lino ressaltam que o portfólio de serviços desenvolvido com a Alvo abrange metodologias exclusivas para a realização de auditorias de qualidade associadas às aplicações aéreas. A parceria, dizem os empresários, também viabilizará a introdução de tecnologias recentes na área, tendo em vista o aumento do retorno econômico dos tratamentos por via aérea.



Loures e Lino destacam que os serviços em conjunto contemplam ainda a revisão de processos adotados nas empresas do agronegócio para executar aplicações aéreas, sobretudo no tocante a normas operacionais de pilotagem e à gestão de custos da utilização de aeronaves.

Os empresários salientam que o sistema Spray Plan, desenvolvido pela empresa, amplia a efetividade de cobertura dos produtos agroquímicos de 75% para 96% da área tratada. Já os produtores que não observam padrões técnicos adequados nos tratamentos de lavouras por via aérea, comparam eles, sofrem perdas de até 50% no volume de defensivos agrícolas aplicado, pela ocorrência de ‘deriva’, evaporação ou de condições climáticas desfavoráveis aos voos.

Com base em números do Sindag – Sindicato Nacional das Empresas de Aviação Agrícola -, Loures e Lindo apontam que há 240 empresas de aviação agrícola em atividade no Brasil, além de 565 operadores vinculados a agricultores e cooperativas. O total de aeronaves em uso, segundo a entidade, é próximo a 2080. Ainda de acordo com o Sindag, cerca de 70 milhões de hectares de lavouras recebem, anualmente, aplicações de defensivos agrícolas por via aérea.

Fonte: Dominus Soli e Alvo Consultoria perseguem a excelência nas aplicações aéreas.

Fonte: Dominus Soli e Alvo Consulturia

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