Eficiência da pulverização de combinações químicas no controle de complexos de doenças

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O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de combinações químicas para controle de complexos de doenças na cultivar de soja Brasmax Bônus 8579RSF Ipro© avaliada na safra 2015-2016.

Autores*: Jakelinny Martins Silva1, Rodrigo de Oliveira Freitas2, Natanael Marcos Lemes2, Anderson Rodrigues Rietjens2, Jennifer Decloquement3, Rafaela Alves Fonseca2, Gustavo Ferreira Silva2, Milton Luiz da Paz Lima4

INTRODUÇÃO

A soja (Glycine max (L) Merrill – Fabaceae) é considerada dentro da cadeia produtiva agrícola brasileira uma das culturas mais importantes, isso se deve por suas diversificadas formas de utilização, em especial como fonte de proteína na alimentação humana e animal (MEDICE et al.,2007). Segundo a Conab (2016), na safra de 2015/2016 no Brasil, foi cultivada uma área de 33,3 milhões de hectares e apresentou uma produtividade média de 2876 kg/ha-1. A produção nacional alcançou 95574,4 milhões de toneladas nesta safra.

Entretanto, alguns fatores ligados ao desenvolvimento da cultura têm influência direta na produção e necessitam de atenção dos produtores e pesquisadores visando a manutenção e aumento de produtividade. As doenças têm papel de destaque nesse contexto por causa do seu elevado potencial de perdas que exercem sobre a cultura quando não manejadas corretamente (CHAGAS et al., 2015).

O aplicação preventiva de fungicidas aliado a boas estratégias de manejo como, cultivares de ciclo precoce, semeadura no início da época recomendada, respeitar o período de vazio sanitário e realizar um bom monitoramento da lavoura desde o início do desenvolvimento da cultura, tem possibilitado aumento de produtividade (HOFFMANN et al., 2004) de até 100% quando realizado o manejo de forma correta (NAVARINI et al., 2007). Visando melhorar a eficiência das aplicações, é comum a adição de adjuvantes à calda. Os adjuvantes atuam de maneira diferente entre si, promovendo melhorias no molhamento, na aderência, no espalhamento, na redução de espuma e na dispersão da calda de pulverização (CUNHA e PERES, 2010).

O objetivo deste trabalho foi avaliar a eficiência de combinações químicas para controle de complexos de doenças na cultivar de soja Brasmax Bônus 8579RSF Ipro© avaliada na safra 2015-2016.

 MATERIAL E MÉTODOS

O experimento (Fig. 1) foi realizado no ano agrícola 2015/2016, situado na Estação Experimental RC Cruz, Fazenda Esmeralda (Rodovia BR 050, latitude: 17°29’31.35”, longitude: 48°12’56.93”, altitude: 908 m), localizada no município de Ipameri, GO. O solo foi caracterizado como Latossolo Vermelho Amarelo Distrófico.

Foto: Jakelinny Martins Silva
Foto: Jakelinny Martins Silva

Figura 1. Visão da área experimental localizada no município de Ipameri, GO.

O sistema de plantio adotado foi o plantio direto, portanto não foi feito nenhuma atividade em relação ao solo, o plantio ocorreu sobre palhada de milho. A adubação foi parcelada em três etapas, sendo realizada a primeira antes do plantio, onde foi aplicado 100 kg.ha-1 a lanço. No sulco de plantio foi aplicado 180 kg.ha-1 do adubo formulado 05-33-00 e o cloreto de potássio (KCl) foi aplicado a lanço após o plantio, onde foi aplicado 120 kg.ha-1.

O tratamento da semente para plantio foi realizado com o i.a. thiametoxan na dosagem de 0,150 L/100 kg, metalaxil + fludioxonil na dosagem de 0,150 L/100 kg de sementes, comoplastino na dosagem de 0,170 L/100 kg de sementes e cinetina + ácido giberélico + ácido 4-indol3-ilbutírico na dosagem de 0,300 L/100 kg de sementes. Para o controle das ervas daninhas foram realizadas aplicações de herbicidas aos 30 dias após o plantio (dap). Os herbicidas utilizados foram glifosato na dosagem de 3,0 L.ha-1 e o fluazifope-p-butílico  na dosagem de 0,750 L.ha-1. Para o controle de pragas foi feita a primeira aplicação com dois inseticidas aos 30 dap. Os inseticidas utilizados foram o bifentrina+ carbosulfano na dosagem de 1,0 L.ha-1, e bifentrina  0,200 L.ha-1. Estes inseticidas foram usados para o controle de lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) e vaquinha (Diabrotica speciosa). O volume de calda utilizado para a aplicação tanto dos herbicidas, inseticidas, adubos foliares e fungicida foi de 150 L.ha-1.

A semeadura foi realizada em 04 de dezembro 2015, sendo o experimento dividido em cinco tratamentos descritos na Tabela 1. Os tratamentos foram aplicados em cinco blocos e cinco repetições, totalizando em 25 unidades experimentais.

Tabela 1. Listagem de combinações químicas, adjuvantes e óleo mineral, dosagens e épocas de aplicação (Aplic.), datas de aplicação em dias após o plantio (dap) e volume de calda aplicada sob cv. Brasmax Bônus 8579 RSF Ipro© safra 2015/2016*.Imagem7

Os parâmetros sanitários foram avaliados no 1/3 inferior (maior frequência de danos verificados no experimento) sendo representado pela porcentagem de área do tecido foliar lesionado via escala diagramática segundo Godoy et al. (2006) avaliado no campo aos 53, 60, 66, 73, 80 e 87 dias após o plantio (dap). As avaliações que iniciaram aos 49 dap, com intervalos irregulares totalizaram seis avaliações. A partir das medidas temporais de severidade calculou-se área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD), integrando a curva de progresso da doença para cada tratamento (severidade x seis dias).

A taxa de crescimento (TC) foi calculada através da regressão linear sendo os dias o valor de X e Y os valores de severidade da doença, sendo c o parâmetro de coeficiente angular, correspondente a taxa de crescimento dada em % de severidade da doença/dia.

Além da severidade avaliou-se nos tratamentos a presença/ausência de tipos de doenças (ANT – antracnose; CB – crestamento bacteriano; CER – cercosporiose; FER – ferrugem-asiática; FUM – fumagina; MA – mancha alvo; MIL – míldio; OID – oídio) (identificado via diagnose direta no campo), elaborando uma matriz binária de quantificação, sendo nomeado de zero ausente e 1 para presente.

A classificação do tipo de lesão foi realizada de acordo com a metodologia descrita por Bromfield (1984): TAN (tanish), de coloração palha, com pouca necrose; RB (redishbrown), de coloração marrom-avermelhada escura, com necrose extensa; e MX (mixed), quando se observou a presença dos dois tipos de lesão na mesma folha.  Foram avaliados também a intensidade de esporulação (RB1, RB2, RB3, RB4, TAN 4) por meio de uma escala de notas adaptada por Miles (2006) e quanto ao parâmetro quantitativo – severidade da doença.

A eficiência do tratamento foi calculada a partir de regra de três comparando as severidades e produtividades dos tratamentos aplicados com as severidades e produtividades da testemunha, permitindo verificação de incrementos e/ou reduções das variáveis analisadas.

Os parâmetros de rendimentos avaliados foram número de vagens por planta (NVP), número de grãos por planta (NGP) e a produtividade (kg/ha e sc/ha). A produtividade foi avaliada em uma área útil de 25 m² (Fig. 2) sendo todas as plantas colhidas e suas sementes coletadas para cálculo do rendimento dos tratamentos por hectare.

Foto: Jakelinny Martins Silva
Foto: Jakelinny Martins Silva

Figura 2. Linha de cultivo de soja chegando a fase de maturação das vagens e desfolha.

Os dados obtidos nos experimentos, para cada característica avaliada, foram submetidos à análise de frequência para características qualitativas e à análise de variância para características quantitativas. As médias comparadas pelo teste de Tukey à 5 % de probabilidade utilizando o programa Assistat ® versão 7.7 Beta.

RESULTADOS E DISCUSSÃO

Efeito das combinações químicas na incidência de doenças.

Não houve diferença significativa da severidade, AACPD e TC nos diferentes tratamentos nos diferentes dias de avaliação durante o ciclo da cultura (Tab. 2). Foi ressaltado por Juliatti et al. (2015) a redução da eficácia de fungicidas sistêmicos puros, utilizados em misturas, apontando como alternativa misturas com fungicidas protetores.

O complexo de doenças responsáveis pela severidade avaliada nas folhas de soja cv. Brasmax Bônus 8579 RSF Ipro© foram o míldio (Peronospora manshurica) – primeira doença incidente que iniciou no estádio vegetativo; mancha-alvo (Corynespora cassiicola) – apresentou lesões foliares esféricas típicas não confluentes, e sempre nas folhas baixeiras; ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi) – foram detectados focos tardios após os 100 dap, não sendo a principal doença para esta lavoura; cercosporiose (Cercospora sojina), antracnose (Colletotrichum gloeosporioides) – seus focos foram detectados a partir de lesões de coloração marrom na haste, folhas e vagem;  oídio (Erysiphe diffusa) – apresentou baixa severidade;  e “fumagina” (Capnodium sp.) – teve sua incidência ampliada devido elevada população de mosca-branca no final do ciclo da cultura. Amorim et al. (2011) ressaltaram a importância de se reconhecer complexos de doenças e que os danos causados por fitopatógenos em muitas culturas adquirem proporcionalidades e responsabilidades diferenciadas mediadas por diferentes fitopatógenos em diferentes épocas.

A taxa média de infecção amplamente discutida por Amorim et al. (2011) denominada de taxa de crescimento (% de severidade / dia) não teve interferência pelas combinações de fungicidas com óleo mineral e adjuvantes aplicados na soja Brasmax Bônus 8579 RSF Ipro©, fato classicamente observado uma vez que os fungicidas utilizados possuem amplo espectro de ação.

Tabela 2. Médias da severidade da doença em diferentes dias após o plantio (dap), área abaixo da curva de progresso da doença (AACPD) e taxa de crescimento da doença (TC) obtido nas diferentes combinações químicas aplicadas sob cv. Brasmax Bônus 8579 RSF Ipro© safra 2015/2016*.Imagem9

Efeito das diferentes combinações químicas nos parâmetros de resistência da ferrugem-asiática (Phakopsora pachyrhizi).

Aos 115 dap verificou-se que houve diferença significativa entre as diferentes combinações químicas no controle da ferrugem-asiática. Merece destaque o T2 azoxistrobina+benzovindiflupyr, óleo mineral e mancozeb por apresentar estatisticamente a menor média de severidade (folha amostrada e avaliada em laboratório) (Tab. 3).

O tratamento controle (sem aplicação) juntamente com o tratamento T1 representado por trifloxistrobina + protioconazol (FOX©), mancozeb (Manzate©) e adjuvante (Áureo©) onde realizou-se duas aplicações foram os que apresentaram maiores médias de severidade à ferrugem asiática (Tab. 3). Godoy e Canteri (2004) apontaram que o uso do triazóis, estrobirulinas e benzimidazóis (grupos químicos aos quais os i.a. pertencentes neste experimento) são mais eficientes para controle da ferrugem-asiática.

Para a variável dependente, número de urédias/cm2 na testemunha (sem controle) apresentou as maiores médias. Já para o número de urediniósporos/urédia, além estatisticamente o controle apresentar as maiores médias, o tratamento T4 – trifloxistrobina + protioconazol (FOX©), mancozeb (Manzate©) e adjuvante (Aureo©) / trifloxistrobina + ciproconazol (Sphere Max©), carbendazim (Portero©), adjuvante (Áureo©) / tebuconazol + picoxistrobina (Horos©) e óleo mineral (Natur’Ole©) não foi eficiente para redução deste parâmetro de resistência à ferrugem-asiática (Tab. 3).

Tabela 3. Médias da severidade transformadas √(x+10), número de urédias/cm2 e número de urediniósporos/urédia nas diferentes combinações químicas pulverizadas em soja cv. Brasmax Bônus 8579 RSF Ipro©safra 2015-2016.Imagem10

Efeito das combinações químicas nos parâmetros de produção e análise de custo.

Com relação aos parâmetros de rendimento o número de vagens por planta, número de grãos por planta e produtividade, não apresentaram diferenças significativas (Tab. 4). Uma das hipóteses de que as doenças detectadas nos diferentes tratamentos de que não apresentaram severidades suficientes para reduzir a produção de grãos, foram de que adquiriram na safra avaliada comportamento de tolerância classicamente definido por Amorim et al. (2011) quando fitopatógenos afetam a superfície foliar contudo não reduzem a produtividade.

Numericamente a maior média de produtividade foi de 3201,53 kg/ha ou 53,36 sc/ha para o tratamento T2 representado por Azoxistrobina+Benzovindiflupyr (Elatus©) + óleo mineral (Nymbus©) + Mancozeb (Manzate©) (Tab. 4). Ao compararmos com o cultivo sem aplicação de combinação química apresentou uma diferença de 165,41 kg/ha (2,8 sc/ha) que, numa área de 100 ha, por exemplo, a aplicação do tratamento poderia resultar nas mesmas condições um acréscimo de produção de 16.541,00 (280 sc/100 ha) ton/100 ha de soja, considerando o preço da soja hoje R$ 73,00 sc (NOTÍCIAS AGRÍCOLAS, 2016), o incremento do tratamento provocaria um aumento de renda de R$ 20.440,00 (Tab. 4). Considerando o custo máquina agrícola por hectare para pulverização pelo pulverizador de arrasto seria de R$ 11,10 por ha (RICHETTI e ROESE, 2008), em 100 ha o custo de aplicação seria de R$ 1110,00 para 100 ha (duas aplicações).

O tratamento T2 o fungicida Azoxistrobina + Benzovindiflupir (Elatus)© para 1 ha custaria R$ 102,00 por ha (R$ 510,00 kg; dosagem 0,2 L/ha), para 100 ha gastaria R$ 10.200,00 (primeira aplicação) + R$ 10.200,00 (segunda aplicação); e o fungicida mancozeb (Manzate©) custa R$ 24,00 por ha (R$ 16,00 L; dosagem de 1,5 kg/ha), sendo em 100 ha gastaria R$ 2.400,00 na primeira aplicação e na segunda aplicação R$ 2.400,00; e o óleo mineral (Nymbus©) custaria R$ 20.41 por ha (R$ 12,30 kg ; dosagem 0,6 L/ha), sendo em 100 ha gastaria R$ 2.041,00 na primeira aplicação e na segunda aplicação R$ 2.041,00. Totalizando apenas o custo de aplicação de R$ 2.220,00, mais o custo com o tratamento T2, seria de R$ 32.026,00 por 100 ha. Finalizando esta análise o incremento do tratamento produziria uma receita de R$ 20.148,00 promovido pelo tratamento T2 (produtividade em sc do T2 subtraído pelo valor da testemunha), um déficit de R$ – 11.878,00 por 100 ha.

Assim de acordo com os princípios básicos de uso de controle químico como tática de manejo de doenças foliares da soja amplamente discutido por Amorin et al. (2011) nenhum dos tratamentos propostos nas condições estabelecidas não seria recomendável visto seu custo-benefício.

Tabela 4. Médias do número de vagens por planta (NVP), número de grãos por planta (NGP) e produtividades em Kg/ha e sc/ha obtidos da soja cv. Brasmax Bônus 8579 RSF Ipro© safra 2015/2016.Imagem11

A eficiência dos tratamentos nos parâmetros na produtividade NVP, NGP e produtividades foi baixa variando de efeitos negativos de -2,62 (T4) a incrementos positivos de até +10,5% (Azoxistrobina+Benzovindiflupyr, óleo mineral e Mancozeb) (Tabela 5 e Figura 3). Esta mesma modelagem de descrição da eficiência de controle já foi apontada em estudo no Brasil, para aplicação de fungicidas no controle da ferrugem asiática (GODOY et al., 2009; GODOY et al., 2014), sendo este o primeiro trabalho que discute o efeito para um complexo de doenças.

Tabela 5. Eficiência (%) das combinações químicas nos parâmetros número de vagens por planta (NVP), número de grãos por planta (NGP) e produtividade em kg/ha e sc/ha provenientes da soja cv. Brasmax Bônus 8579 RSF Ipro© safra 2015/2016.Imagem12

Embora as eficiências dos tratamentos sejam baixas nos parâmetros de rendimento avaliados o tratamento T1 e T2 não apresentaram ineficiência no rendimento como foi observado para o tratamento T3 e T4 (Figura 3) o que não justificou sua aplicação num campo comercial de soja.

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Figura 3. Eficiência das combinações químicas nos parâmetros número de vagens por planta (NVP), número de grãos por planta (NGP) e produtividade kg/ha e sc/ha obtidos de soja cv. Brasmax Bônus 8579 RSF Ipro© safra 2015/2016.

CONCLUSÕES

Não houve diferença da severidade entre os dias de avaliação, porém quando se avaliou em laboratório os parâmetros de resistência da ferrugem-asiática através de folhas coletadas, foi possível de se observar que o tratamento Azoxistrobina+Benzovindiflupyr, óleo mineral e Mancozeb apresentou a menor média de severidade nas combinações de tratamentos químicos.

O tratamento Trifloxistrobina + Protioconazol, adjuvante e Mancozeb e a testemunha (sem fungicida) foram os que apresentaram as maiores médias numéricas da severidade das folhas.

As combinações de adjuvantes a calda permitiram inibir a severidade da ferrugem-asiática, no entanto, não reduziram a severidade de outras doenças avaliadas durante o ciclo da cultura.

Não houve diferença na produtividade nas diferentes combinações de tratamentos químicos.

A análise econômica do incremento de produtividade tornou a aplicação do tratamento com maior destaque numérico inviável de ser implementado num sistema de produção de soja comercial.

AGRADECIMENTOS

A Roberto V. Inácio e Sara A.C. Teixeira como representantes da RC Consultoria que permitiram o patrocínio, condução e implementação dos experimentos na área experimental.

1Engenheira Agrônoma, Mestranda em Proteção de Plantas, IF Goiano Câmpus Urutaí, email: jakelinny.1989@hotmail.com; 2Acadêmico do Curso Superior de Bacharelado em Agronomia, IF Goiano Câmpus Urutaí; 3Graduada em Biologia e Biotecnologia/Valorização dos Recursos Vegetais, Institut Universitaire de Technologie de Béthune, Béthune, France; 4Engenheiro Agrônomo, Doutor em Fitopatologia, Docente no IF Goiano Câmpus Urutaí.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

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