Para promover o manejo mais efetivo da resistência, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento determinou que os rótulos e bulas de agrotóxicos tragam informações relacionadas aos modos de ação através de um sistema de símbolos que inclui a palavra grupo, a nomenclatura internacional oriunda do “Sistema de Classificação Internacional Unificado” e a classe agronômica do ingrediente ativo. O padrão da disposição dos dados pode ser visto abaixo.

Diante disso, uma campanha educativa criada pelos Comitês de Ação a Resistência do Brasil (HRAC-BRIRAC-BRFRAC-BR), em parceria com a ANDEF e o SINDIVEG, foi feita para demonstrar a importância da rotação dos modos de ação e das boas práticas agrícolas no manejo de resistência.

A agricultura está cada vez mais ligada à ciência e produção de conhecimento. No intuito de familiarizar todos os envolvidos nessa cadeia produtiva com os termos e suas relevâncias, contamos com vocês, professores e pesquisadores que estão na linha de frente como formadores de opinião e são fundamentais no processo de aprendizagem, para evidenciarem o mecanismo de ação do(s) ingrediente(s) ativo(s) ou grupo(s) químico(s) presente(s) nos produtos em suas aulas, apresentações ou quaisquer outras abordagens sobre o assunto.

Para isso, basta entrar no site www.modosdeacao.com.br, baixar o documento que consta a tabela de classificação dos mecanismos de ação para produtos com ação fungicida, herbicida ou inseticida e consultar os ingredientes ativos e grupos químicos que desejam abordar. Acrescente em seguida os grupos de acordo com o sítio de ação e pronto! Veja no exemplo a seguir, destacado em vermelho, como essas informações podem ser empregadas.

As estratégias de manejo da resistência visam preservar as tecnologias existentes, retardar o processo de seleção de organismos resistentes, controlar a praga e mantê-la abaixo do nível de dano econômico. Um dos componentes chave de um programa de manejo da resistência é a rotação dos produtos químicos com diferentes modos de ação. Por isso é tão importante conhecê-los, sobretudo para que não sejam utilizados pesticidas com o mesmo modo de ação durante a mesma janela de aplicação.

Foto:Regina Sugayama

Fonte: Portal Defesa Vegetal.Net

Texto originalmente publicado em:
Portal Defesa Vegetal.Net
Autor: Portal Defesa Vegetal.Net

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