Foco Climático nas Américas

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Fonte: AgResource Brasil

Hoje a CBOT mostrou mais uma sessão onde a demanda por compras voltou a ser adicionada, uma vez que o cenário para os preços é dependente das variações climáticas na Argentina, que não estão nada satisfatórias para o produtor do país.

Além do mais, as exportações norte-americanas voltam a entrar em patamares de estabilidade e dentro do esperado pelo Mercado, o que não oferece nenhuma reação tendenciosa. Ainda é muito cedo para comentar sobre o verão norte-americano, no entanto, já há previsões negativas de junho-agosto.

Uma seca é projetada para o oeste do Rio Mississippi pode deixar o Delta em um cenário delicado. No entanto tais confirmações dependerão muito da força de atuação e permanência do La Niña, nos próximos 90 dias. Na Argentina, a umidade do solo continua em níveis críticos para o desenvolvimento saudável da planta.

Ao contrário de 2017, quando chuvas expressivas tomaram conta do país, nesta época do ano. As regiões Central e do Leste argentino são as de maior preocupação!

Fonte: AgResource Brasil

 

 

 

Clima- América do Sul

Fonte: AgResource Brasil

Os mapas climáticos atualizados trazem poucas mudanças. Os próximos 5 dias ainda trazem a retração acentuada das chuvas na Argentina, com poucas regiões observando totais acima dos 10mm acumulados. O período de estiagem sobre o Centro do Brasil já começa as perder forças, dando espaço para a chegada de precipitações sobre o leste do Mato Grosso, Goiás, oeste da Bahia e sul do Tocantins, no começo da próxima semana.

O Rio Grande do Sul volta a ser um foco de preocupações, uma vez que as chuvas projetadas para o estado na próxima semana agora se mostram confinadas no norte da região Sul do Brasil. Nenhum problema climático generalizado é previsto para o Brasil, nestas próximas 3 semanas.

Na Argentina, a falta de chuvas ainda é o principal problema com projeções de baixa incidência pluviométrica, até o começo de março.

Fonte: AgResource Brasil

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