Atualmente, a maior parte das áreas de cultivo de soja no Brasil possuem plantas daninhas tolerantes ou resistentes ao glifosato. No entanto, a buva e o capim-amargoso são as mais problemáticas na cultura pela sua abrangência territorial e pela resistência ao herbicida , isso faz com que o agricultor perca produtividade, devido a competição de plantas daninhas com a cultura.

Segundo Rodrigo Takegawa, líder de marketing para herbicidas seletivos da Corteva Agriscience, as plantas daninhas são agentes críticos e têm o potencial competitivo elevado podendo inviabilizar o cultivo. Elas impactam negativamente, de diversas formas, as lavouras brasileiras, inclusive colocando em risco as conquistas ambientais e agronômicas, como o Plantio Direto.

“Essas plantas daninhas têm facilidade de dispersão e adaptação, principalmente em sistemas produtivos brasileiros que não promovem a rotação de cultura e manejo do solo, como acontece com a cultura da soja no Plantio Direto. Estas plantas possuem elevada produção de semente que se disseminam a longas distância, quer seja pelo vento, animais ou mesmo máquinas agrícolas”, finaliza o especialista.

Estudos realizados pela Spark Consultoria, a pedido da Corteva, demonstram que nas safras 2016/17 e 2017/18 a área com presença apenas de buva resistente ao glifosato é estimada em 16 milhões de hectares.

No caso do capim-amargoso, a estimativa da área total infestada e resistente ao mesmo herbicida atinge 12,6 milhões de hectares. O pior cenário, em relação a presença de plantas daninhas resistentes ao glifosato, é aquele que apresenta a infestação mista de buva e capim-amargoso. Essa última situação é estimada em 7,4 milhões de hectares.


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Pesquisadores reunidos para discutir sobre o manejo de plantas daninhas.

Para debater sobre os desafios no manejo de plantas daninhas, pesquisadores, especialistas, estudantes e interessados pela área, reuniram-se no Rio de Janeiro para o XXXI Congresso Brasileiro de Ciência das Plantas Daninhas ( CBCPD).

Durante o encontro, a Corteva AgriscienceTM – Divisão Agrícola DowDuPont, apresentou soluções para o controle de Plantas Daninhas. Uma delas é o herbicida Verdict® Max, apresentado ao público no evento, que ajudará o produtor no controle de capim-amargoso, milho voluntário, azevém e outras gramíneas.

“Aproveitamos a realização do Congresso de Plantas Daninhas, que é um evento que reúne toda a cadeia do setor agrícola, para apresentar uma ferramenta que vai facilitar a vida dos produtores rurais. Isto porque, o novo herbicida Verdict® Max é o graminicida que controla o capim-amargoso, milho voluntário e outras gramíneas com a menor dose de produto comercial do mercado trazendo mais proteção na lavoura atrelado ao ganho de eficiência logística pelo menor uso de embalagens”, explica Takegawa. 

Veja a entrevista que Rodrigo concedeu ao Mais Soja:

Dentre os palestrantes do CBCPD, estavam os pesquisadores Mark Peterson, líder global de desenvolvimento de produtos da Corteva AgriscienceTM, que falou sobre a “Perspectiva da indústria de como enfrentar o desafio da resistência a herbicidas” e Paul Schmitzer, que é líder global de estratégia para o portfólio de herbicidas da Corteva e que participou do painel sobre “Novos herbicidas”.  

Durante o evento, no estande da empresa foi possível conhecer o portfólio de produtos. A tecnologia EnlistTM é uma evolução no controle de plantas daninhas que possibilita o uso de 2,4-D, Glifosato e  Glufosinato sobre as culturas de soja e milho Enlist. Com isso, é possível restabelecer a diversidade de mecanismos de ação de herbicidas sobre a lavoura, flexibilizar as aplicações e maximizar o potencial produtivo das lavouras, reduzindo as perdas por mato-competição. Marcello Cunha, líder do Enlist no Brasil, explica sobre essa tecnologia. Confira:

Sobre a Corteva

A Corteva, divisão agrícola da DowDuPont é uma área de negócios que combina os pontos fortes da DuPont Pioneer, DuPont Crop Protection e Dow AgroSciences. Em conjunto, a Divisão Agrícola fornece aos produtores em todo o mundo o portfólio mais completo da indústria, desenvolvido ao longo de um pipeline de pesquisa robusto em germoplasma, traits, biotecnologia e proteção de culturas.

A divisão está empenhada em oferecer inovação, ajudando os agricultores a aumentar a produtividade e garantir a segurança alimentar para uma população global crescente. A DowDuPont pretende separar a Divisão Agrícola em uma empresa independente de capital aberto. Para mais informações, acesse nosso site.

Redação: Equipe Mais Soja

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