O uso da agricultura de precisão proporciona retorno imediato ao produtor, com o aumento da produção agrícola, da qualidade na sistematização e também com a economia de recursos financeiros. Diversas tecnologias e técnicas já estão disponíveis.

Com o drone, é possível analisar áreas extensas, monitorar a saúde da vegetação, identificar pragas e doenças e ter rapidez no processo de captação e processamento de imagens para geração de mapas e relatórios. O objetivo é agregar valor à máquina agrícola. O equipamento pode ser usado nas mais diferentes culturas.

Os mapas podem ser gerados para altimetria e curvas de nível, para fornecer projetos de escoamento de água no terreno (drenagem), definir linhas de plantio e linhas de colheita, para identificação de plantas daninhas (matologia) e mesmo para desenhar projeto de linhas de pulverização e aplicação em taxa variável.


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Além disso, fornece relatórios sobre o processamento de imagem, o georreferenciamento, as possíveis falhas de plantio, população de plantas, a qualidade de espaçamento e a biomassa (saúde vegetal). Isso gera uma economia muito grande de tempo e de combustível, uma vez que, para fazer um mapeamento com um equipamento agrícola, o produtor tem gastos com operador, diesel e o desgaste da máquina, sem ter a garantia de que, desta forma, conseguirá fazer um mapeamento completo.

Além do drone, há outras tendências no mercado, como as soluções tecnológicas embarcadas nas máquinas agrícolas, a telemetria e a conectividade no campo. A tecnologia que mais cresce em termos de demanda no campo é o piloto automático, principalmente por se mostrar viável.

Autor: CNA – disponível no Informativo Conjuntural da Emater/RS

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