A condenação da Monsanto devido ao potencial cancerígeno do herbicida glifosato reforça o debate a respeito do uso do agrotóxico e anima ecologistas europeus. Na França, o presidente Emmanuel Macron se comprometeu, em maio, a banir a substância dentro de um prazo de três anos desde que alternativas para solucionar o rápido fim da utilização fossem desenvolvidas.

Nesse sentido, há um embate dentro do próprio governo: alguns políticos ligados, por exemplo, ao ministério da Transição Ecológica são favoráveis a proibição enquanto que outros ligados ao ministério da Agricultura posicionam-se contra.

Em setembro, o  Poder Legislativo da França acabou negando a cassação do registro do glifosato, alegando a falta de alternativas para compensar o vácuo que seria deixado pelo herbicida após a sua proibição.

Nesta semana, o ministro da Agricultura da França, Didier Guillaume, pronunciou-se para defender o  adiamento da proibição do glifosato até 2020. Segundo ele, adiar em mais alguns meses a proibição do produto não seria um problema.



Redação: Bruna Eduarda Meinen Feil, Assessora de Comunicação Equipe Mais Soja.

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