O trabalho teve como objetivo avaliar a possível resistência de diferentes genótipos de milho ao ataque dessa lagarta

Autores: William D. Araujo1; Thiago L. M. Fanela1; Rodrigo D. Faria1; Felipe E. Ré1; Fernando B. Daré1; Edson L. L. Baldin1

Trabalho publicado nos Anais do evento e divulgado com a autorização e inserção de informações dos autores

Introdução

O milho (Zea mays) é conhecido como um dos principais produtos agrícolas do mundo. A cultura possui alto potencial produtivo, apesar de ser afetada diretamente pelo ataque de insetos, como a lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) (J. E. Smith, 1797). Este inseto é a principal praga da cultura, sendo encontrado durante todo o seu ciclo de desenvolvimento, reduzindo a produtividade e a qualidade do produto final. O trabalho teve como objetivo avaliar a possível resistência de diferentes genótipos de milho ao ataque dessa lagarta.

Material e métodos

Foram realizadas duas avaliações, a primeira em fase “V4 e V5” e a segunda em “V6 e V7”, observando-se o número de lagartas em 5 plantas na primeira avaliação e 6 na segunda em condição de campo. Adotou-se um delineamento de blocos ao acaso, com 29 tratamentos (genótipos) e três repetições.

Na primeira avaliação, os tratamentos foram divididos em dois grupos, e na segunda avaliação em quatro. Alguns genótipos se destacaram em ambas as avaliações, principalmente “30F53 VYHR”, que não apresentou lagartas sobre as plantas.

Figura 1– Avaliação 1, número de lagartas encontradas em diferentes genótipos.

Foto: Autor

Figura 2– Avaliação das plantas de milho, método destrutivo

Figura 3 – Avaliação 2, número de lagartas encontradas em diferentes genótipos.

Resultados e discussão 

Na primeira avaliação, os tratamentos foram divididos em dois grupos, e na segunda avaliação em quatro. Alguns genótipos se destacaram em ambas as avaliações, principalmente “30F53 VYHR”, que não apresentou lagartas sobre as plantas.

Conclusão 

Foto: Autor

 

Os resultados obtidos neste trabalho indicam que genótipos resistentes podem ser utilizados como estratégia eficiente em programas de manejo integrado de pragas.

 

              Informações dos autores   

1Departamento de Proteção Vegetal, FCA/UNESP, Avenida Universitária nº 3780, Botucatu-SP, Brasil.

Disponível em: Anais do XXVII Congresso Brasileiro de Entomologia,  2018. Gramado, RS.

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