Grupo de mulheres, a convite da Dekalb, marca de milho da Bayer, conhece as soluções em proteção de cultivos, tecnologias digitais, serviços, sementes e biotecnologias expostas nos estandes da companhia durante o Show Rural Coopavel 2019, em Cascavel (PR) 

O agronegócio tem avançado cada vez mais no Brasil. Hoje, o país é uma das referências mundiais em agricultura de alta produtividade. A tecnologia está mais presente no campo, auxiliando os agricultores a tomar decisão mais precisas. Além disso, nas últimas décadas, pode-se observar um outro ponto de destaque que mudou no mundo agro: a presença feminina. De acordo com os dados do Censo Agropecuário 2017, realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o total de estabelecimentos agrícolas comandados por mulheres subiu de 12,7% para 18,6% entre 2006 e 2017.

Sabendo da importância das mulheres na gestão das propriedades rurais e que elas estão cada vez mais presentes na produção agrícola, a Dekalb, marca de milho da Bayer, convidou 20 produtoras rurais paranaenses, que são clientes da marca, para conhecer as soluções em proteção de cultivos, tecnologias digitais, serviços, sementes e biotecnologias expostas nos estandes da companhia durante o Show Rural Coopavel 2019, em Cascavel (PR).



Segundo a representante técnica de vendas da Dekalb no oeste do Paraná e uma das responsáveis pela comitiva das mulheres, Karla Bioni, essa é uma ação importante que mostra realmente que a mulher está à frente da fazenda e que isso está mudando a cara e o jeito de se fazer o agronegócio no país. “Temos visto que a mulher está cada vez mais interessada, seja agricultora ou mulheres da família dos produtores rurais. E isso só vem a agregar para o país. Teremos um agronegócio cada vez mais evolutivo com a presença feminina”, afirma.

Com uma história de superação na agricultura, uma das participantes da comitiva, que ficou em terceiro lugar na modalidade grande propriedade do prêmio Mulheres do Agro 2018, promovido pela Abag em parceria com a Bayer, foi Márcia Piati Bordigon, do município de Céu Azul, no Oeste do Paraná. A produtora teve que assumir as lavouras de soja, milho e trigo na fazenda de cerca de 220 hectares quando o pai faleceu. Ela, que é formada em Matemática, assumiu os negócios, mas se deparou com alguns desafios.

Foto: Mulheres no Agro – FieldView

“O agronegócio é um segmento predominante masculino e eles [os homens] não esperam que você tenha a capacidade de gerir uma fazenda. Eu fui atrás de cursos, de conseguir aprender. Fiz cursos profissionalizantes e não tinha vergonha de pedir informação ou ajuda para alguém quando eu precisava. Com os erros eu aprendi e hoje eu sou muito melhor no negócio, aprendo cada dia mais e tenho sorte de ter uma equipe que me ajuda e me apoia na fazenda. Se eu puder dar um conselho às mulheres que estão no campo hoje é para não desistir. Levantar a cabeça e seguir. Homem e mulher trabalhando juntos na lavoura são duas visões diferentes que vão ajudar no crescimento do agronegócio”, conta.

A produtora de São Miguel do Iguaçu, Jania Grando, também participou do encontro e falou de como é ser uma mulher no agronegócio. “O nosso negócio agrícola tem muito a crescer e podemos contribuir quando a gente se envolve, quando nós mulheres nos envolvemos com a propriedade e as decisões da fazenda”, disse a agricultora paranaense.

Fonte: Assessoria de Imprensa da Bayer

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