Reinoculação em Soja: resultados obtidos pela CCGL TEC na Safra 2016/2017

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Existem ganhos com a inoculação anual (reinoculação) em áreas com histórico de cultivo de soja?

Autores: Jackson Ernani Fiorin (1), Tiago Wyzykowski (2) e Márcio Joel Royer (3)

RESUMO:

Apesar da inoculação ser uma prática consolidada na cultura da soja (Glycine max), muitos
produtores reclamam que o processo é laborioso e, operacionalmente, interfere no rendimento da semeadura. Em âmbito de campo tem-se dificuldade em comprovar os ganhos com a inoculação anual (reinoculação) em áreas com histórico de cultivo de soja. Isso tem gerado dúvidas sobre as vantagens da reinoculação, bem como induzido a uma menor utilização da prática em algumas regiões do Estado do RS. Em outros casos, o produtor até mantém o processo de reinoculação anualmente, entretanto, sem obedecer as “boas práticas” de manuseio e/ou de utilização.

Diante disso, é oportuno entender se realmente não existe resposta a reinoculação ou, as tecnologias de inoculantes e/ou inoculaçõe comerciais não são eficientes ou se a forma que é realizada compromete a eficiência do processo de reinoculação. A CCGL TEC preocupada com os desafios da fixação biológica de nitrogênio na soja vem por meio deste relato apresentar resultados de pesquisa da resposta a reinoculação safra 2016/2017.

Observou-se diferenças muito expressivas entre os inoculantes comerciais.

Os inoculantes comerciais que apresentaram as menores respostas tiveram incrementos de apenas 1,4 sc ha-1 , estatisticamente semelhante à Testemunha (sem inoculação).As maiores respostas da reinoculação proporcionaram incrementos de 8,65 sc ha-1 na produtividade de grãos de soja.

O incremento médio na produtividade de grãos de soja pelo uso da reinoculação foi de 4,25 sc ha-1 , equivalente a um ganho de 7,1%. A adubação nitrogenada mineral não proporcionou incremento significativo na produtividade de grãos de soja.

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Introdução

A inoculação tem sido uma prática consolidada na cultura da soja. Em áreas de primeiro ano de cultivo, a resposta da planta de soja à inoculação é elevada, porque no solo não há originalmente população de rizóbios compatíveis em quantidade e com eficiência suficiente (RPSRS, 2016). Entretanto, a inoculação (reinoculação) em áreas com histórico de cultivo de soja deve ser realizada anualmente, pois no período de entressafra de soja ocorre competição entre bactérias fixadoras do nitrogênio e outros microrganismos nativos da área agrícola, reduzindo a população de bactérias eficientes na fixação do nitrogênio, que são menos adaptadas as variações de regime hídrico e térmico do que os microrganismos nativos, predominando bactérias menos eficientes na fixação do nitrogênio (CÂMARA, 2014).

Atualmente não restam dúvidas sobre as vantagens de adoção do sistema plantio direto (SPD) para a melhoria das propriedades físicas, químicas e biológicas do solo (HUNGRIA et al., 2007). O SPD tem-se mostrado extremamente favorável à biomassa microbiana do solo e a diversos microrganismos de importância agrícola, como bactérias fixadoras de N2 de vida livre ou simbióticas e fungos micorrízicos. Segundo os autores, ocorrem incrementos no número de células viáveis de Bradyrhizobium no solo, na diversidade genética de Bradyrhizobium, na nodulação da soja, no crescimento das plantas, nas taxas de fixação biológica do N2 e no rendimento de grãos das culturas.

Esse cenário tem gerado, já de longa data, dúvidas sobre a necessidade de reinoculação no SPD. Independentemente da forma de aplicação do inoculante, é notório que os ganhos em produtividade decorrentes da reinoculação são menos expressivos do que aqueles obtidos em solos de primeiro ano de inoculação com a bactéria (CAMPOS, 1999; CAMPOS & GNATTA, 2006). Conforme Campos et al., (2001) em solos em que existe população estabelecida de rizóbio e as estirpes usadas não são suficientemente competitivas para superarem as estirpes do solo, não ocorre resposta positiva à inoculação. Entretanto, os autores observaram relação direta entre histórico da área e respostas à inoculação, sendo que as áreas com maior tempo de plantio direto (mais de 4 anos), não responderam a esta prática. Com base nesses resultados, as Recomendações Técnicas para a Cultura da Soja no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, a partir da safra 1996/1997, sugerem: “No sistema de plantio direto, com no mínimo três anos de cultivo de soja inoculada, poderá não haver resposta à inoculação. A decisão sobre seu uso cabe à assistência técnica, com base na avaliação da nodulação e no desenvolvimento da cultura, na safra anterior.” (RPSRS, 1996). Segundo Vidor et al. (1983) a inoculação é desnecessária se as plantas de soja apresentam nódulos em número e tamanho satisfatórios e que possuam superfície  rugosa, estrias claras e cor interna vermelha.

Aliado a isso, no manejo da cultura da soja, o uso do tratamento de sementes com fungicidas, inseticidas e micronutrientes, tem sido uma prática muito comum. É oportuno mencionar também que mais recentemente, o uso do tratamento de sementes industrial (TSI) tem se tornado uma realidade. Nesse caso, a semente já é adquirida com os tratamentos preconizados (pacotes). É indiscutível as vantagens do TSI em relação ao tratamento de sementes “on-farm” realizado pelo produtor. Entretanto, no TSI tem-se pouca inferência sobre a necessidade e eficiência desses agroquímicos (pacotes fechados), aliado aos questionamentos quanto a sua compatibilidade em relação à
viabilidade e eficiência dos inoculantes usados na cultura da soja.

A pesquisa tem apontado algumas alternativas para diminuir os prejuízos à fixação biológica de nitrogênio, devido à incompatibilidade dos agroquímicos. Entre elas, dar preferência às formulações de agroquímicos menos tóxicas ao Bradyhrizobium, inoculação via jato dirigido no sulco, aplicar uma grande concentração de células nas sementes (aumento da dose) e semear o mais depressa possível após a inoculação, estão entre as estratégias mais acessíveis. O desenvolvimento de novas tecnologias de inoculantes e inoculação tem promovido o surgimento de “protetores”, aditivos que permitem uma sobrevida do Bradyhrizobium à carga de agroquímicos que é aplicada via semente. Caso a proteção seja efetiva, possibilitará a tecnologia da “pré-inoculação”, bem como o desenvolvimento do conhecido inoculante “longa vida”. Apesar da inoculação prévia (pré-inoculação) das sementes facilitar a operação de cultivo, a EMBRAPA SOJA (HUNGRIA, 2011) a partir da análise de alguns produtos comerciais, na safra 2010/2011, alerta de que a sobrevivência das bactérias não foi aceitável em períodos superiores a 10 dias. A situação fica ainda mais séria no caso de sementes tratadas com agroquímicos e micronutrientes, com drástica redução no número de células ded Bradyrhizobium. Convém ressaltar ainda que, toda e qualquer tecnologia de inoculantes e/ou inoculação, deverá obedecer as “boas práticas” de manuseio e/ou utilização para atingir os objetivos preconizados. Nesse caso, as sementes pré-inoculadas requerem os mesmos cuidados equivalentes aos recomendados para os inoculantes.

O inoculante é um insumo barato, mas muitos produtores reclamam que o processo da inoculação é laborioso e, operacionalmente, interfere no rendimento da semeadura. A nível de campo tem-se dificuldade em comprovar os ganhos com a inoculação anual (reinoculação) em áreas com histórico de cultivo de soja. Isso tem gerado dúvidas sobre as vantagens da reinoculação da soja, bem como induzido uma menor utilização em algumas regiões do Estado do RS. Em outros casos, o produtor até mantem o processo de reinoculação anualmente, entretanto, sem obedecer as “boas práticas” de manuseio e/ou utilização. Diante disso, é oportuno entender se realmente não existe resposta a reinoculação ou, as tecnologias de inoculantes e/ou inoculação comerciais não são eficientes ou, da forma que é realizada compromete a eficiência do processo de reinoculação.

A CCGL TECNOLOGIA preocupada com os desafios da fixação biológica de nitrogênio na soja, considerando a alta demanda pelo nutriente que a cultura apresenta, em especial em lavouras manejadas para altas produtividades, em conjunto com as discussões realizadas pelo Conselho Técnico de Grãos da CCGL TEC, com relação as dúvidas ainda existentes sobre a reinoculação, implantou vários experimentos que objetivaram elucidar a resposta à esta prática na cultura da soja safra 2016/2017.

 

Materiais e Métodos

Os trabalhos foram conduzidos na safra 2016/2017, em duas condições de lavouras de produtores que vem sendo utilizada com a cultura da soja no sistema plantio direto. A área 1 está situada na localidade de Novo Horizonte, representativa da região de Cruz Alta, RS. A área 2 está situada na localidade de São Lourenço das Missões, representativa da região de São Luiz Gonzaga, RS.

A caracterização química e da população estabelecida de Bradyrhizobium, na condição inicial da área experimental são apresentadas na Tabela 1. É oportuno mencionar que a população estabelecida de Bradyrhizobium de ambas as áreas é representativa de lavouras com histórico de soja inoculada.

Os tratamentos utilizados na cultura da soja são os seguintes:

Tratamento 1: Testemunha (sem inoculação)

Tratamento 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9 10, 11 e 12: foram utilizados 10 produtos comerciais de inoculantes turfosos e líquidos aplicados na semente e 1 produto comercial aplicado em
jato dirigido no sulco de semeadura, oriundos das Cooperativas filiadas da CCGL.

Tratamento 13: Inoculação Padrão (turfoso) + Adubação com Nitrogênio Mineral

Os inoculantes avaliados, a base de Bradyrhizobium japonicum SEMIA 5079 e SEMIA 5080, foram obtidos através do Departamento Comercial de cada Cooperativa participante, no total de 4 amostras de cada produto/marca comercial. Destas, 1 amostra foi utilizada em cada área de estudo, 1 amostra enviada para análise da qualidade e outra foi mantida armazenada (contra-amostra). O transporte dos inoculantes da cooperativa até a CCGL foi realizado em caixa de isopor e a armazenagem em refrigerador.

A análise da qualidade dos inoculantes foi realizada pelo Laboratório de Microbiologia Agrícola e Ambiental da Embrapa Clima Temperado (Pelotas, RS) conforme a Instrução Normativa Nº 30, de 12 de novembro de 2010 do MAPA. Os resultados das análises dos inoculantes comerciais, média de 3 repetições, variaram de 7,1 x 108 a 1,3 x 1010 Unidades Formadoras de Colônia (UFC) por grama (inoculante turfoso) ou mililitros (inoculante liquido). Nesse caso, teve 02 produtos comerciais que apresentaram a
qualidade um pouco inferior em relação a garantia mínima exigida de 1×109 UFC gr-1 ou
mL-1 , estipulado pela legislação brasileira.

As sementes foram previamente (um dia antes da semeadura) tratadas com inseticida e fungicida, utilizando-se Standack Top (Piraclostrobina+Tiofanato Metílico+Fipronil) na dose de 200 mL 100 kg-1 semente, de forma semelhante em todos os tratamentos. No dia da implantação da pesquisa, o transporte dos produtos comerciais da CCGL até a área experimental foi realizado em caixa de isopor com gelo. As aplicações dos inoculantes turfosos e líquidos nas sementes foram realizados na sombra, imediatamente antes da semeadura (menos de 1 hora de antecedência), obedecendo a dose e os procedimentos que constam na embalagem do produto comercial.

Na aplicação no sulco de semeadura utilizou-se um kit de pulverização dirigida no sulco, instalado na semeadora, equipado com bomba elétrica acionada pela parte elétrica do próprio trator, que realiza a sucção do inoculante líquido colocado no tanque e envia através de um sistema de mangueiras, que são fixadas por um pingente, efetuando a pulverização do inoculante no sulco de semeadura. Foram utilizadas 3 doses do inoculante líquido com um volume (inoculante mais água) na inoculação no sulco de 60 Lha-1 , para permitir uma adequada distribuição das bactérias no solo.

No Tratamento 13, foi utilizado um inoculante comercial (turfoso) com adubação nitrogenada mineral. Foi utilizado 200 kg ha-1 de N, sendo 50% na semeadura e 50% no estádio reprodutivo R1 (início da floração). Em ambas as aplicações foi utilizado a uréia (45% N) como fonte de fertilizante nitrogenado, sendo o fertilizante aplicado à lanço na superfície do solo.

Em ambos os locais, inicialmente a semeadora encontrava-se “limpa”, sendo que o reservatório de sementes, constituído de “pipoqueiras”, foi lavado com água e secado com jato de ar sob pressão e desinfestada com papel toalha embebido em álcool gel. A semeadura das parcelas foi realizada de forma a evitar contaminação entre as parcelas experimentais, iniciando-se pela Testemunha (sem inoculação), seguida pelos Tratamentos Inoculados. Após a semeadura de cada tratamento foi retirada a sobra de sementes e repetido o processo de limpeza com ar sob pressão e desinfecção com álcool.

A semeadura da soja foi realizada no sistema plantio direto em 24 de novembro de 2016 e 01 de dezembro de 2016, em Cruz Alta e São Luiz Gonzaga, RS, respectivamente. Utilizou-se a cultivar DM 5958 RSF IPRO, com densidade de 26 sementes por metro quadrado. O delineamento experimental foi o de blocos ao acaso, com 6 repetições. As parcelas foram constituídas de 5 fileiras de 7,0m e espaçamento de 45 cm entre fileiras.

Na adubação da cultura da soja foi utilizada 250 kg ha-1 do fertilizante Top-Phos 280 HP (01-28-00) na linha de semeadura e 150 kg ha-1 de cloreto de potássio (60% de K2O) a lanço em superfície, imediatamente antes da semeadura. Em todos os tratamentos foi aplicado no estádio vegetativo V3 da cultura, 45 g de molibdênio via foliar utilizando-se um produto comercial. Na aplicação via foliar foi utilizado pulverizador costal, com um volume de calda de 100 L ha-1. Os demais tratos culturais foram realizados segundo as Indicações Técnicas para a Cultura da Soja no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina 2016/2017 e 2017/2018 (RPSRS…, 2016), respeitando as condições descritas nos tratamentos.

A produtividade de grãos de soja foi avaliada na maturação de colheita, colhendos e uma área útil de 3 linhas de 5 metros de comprimento (6,75 m2 ), expressando os resultados em sacas ha-1 a 13% de umidade. Os resultados foram submetidos à análise da variância e quando os valores de F apresentaram significância ao nível de 5 % de probabilidade, aplicou-se o Teste de Duncan (p<0,05), usando o pacote estatístico Assistat Versão 7.5 Beta (SILVA & AZEVEDO, 2009).

Resultados e discução

Os resultados de produtividade de grãos em resposta a reinoculação na cultura da soja safra 2016/2017 em Cruz Alta e São Luiz Gonzaga, são apresentados na Figura 1.

A resposta a reinoculação foi avaliada comparando entre os tratamentos inoculados (produtos comerciais) aquele que manifestou a menor resposta (Inoc. Mín.), a maior resposta (Inoc. Máx.), o comportamento médio dos produtos comerciais (Inoc. Média) e o uso da inoculação com adubação nitrogenada mineral, todos em relação à Testemunha sem inoculação (Testem).

A produtividade média de grãos de soja foi de 4.178 e 4.877 kg ha-1 , equivalente a 69,6 e 81,3 sacas ha-1 , em Cruz Alta e São Luiz Gonzaga, respectivamente, considerada ótima para as condições do ano agrícola.

Observa-se que houve resposta significativa pelo uso da reinoculação sobre a produtividade de grãos de soja em ambos os locais.

Figura 1. Produtividade de grãos em resposta a reinoculação na cultura da soja safra 2016/2017 em Cruz Alta e São Luiz Gonzaga. CCGL TEC, Cruz Alta, RS, 2016.
* Médias seguidas por letras diferentes diferem estatisticamente pelo Teste DUNCAN (P<0,05)

O inoculante comercial que apresentou a maior resposta (Inoc. Máx.) em produtividade de grãos de soja foi estatisticamente superior aos demais tratamentos, com incrementos de 9,7 e 7,6 sc ha-1 em relação à Testemunha (sem inoculação), respectivamente em Cruz Alta e São Luiz Gonzaga.

O comportamento médio dos inoculantes comerciais (Inoc. Média) superou em 5,1 e 3,4 sc ha-1 em relação à Testemunha (sem inoculação), respectivamente em Cruz Alta e São Luiz Gonzaga e, estatisticamente encontra-se numa situação intermediária.

O inoculante comercial que manifestou a menor resposta (Inoc. Mín.) superou em apenas 1,7 e 1,1 sc ha-1, respectivamente em Cruz Alta e São Luiz Gonzaga e, estatisticamente semelhante à Testemunha (sem inoculação).

O uso da reinoculação padrão (turfoso) com adição de nitrogênio mineral (200 kg ha-1 ) foi estatisticamente semelhante às melhores produtividades em Cruz alta e, ao comportamento médio dos inoculantes comerciais em São Luiz Gonzaga. Isso demonstra que a adubação nitrogenada mineral não proporcionou incremento significativo na produtividade de grãos de soja e que, a contribuição da reinoculação na fixação biológica de nitrogênio mostra-se suficiente para a obtenção de altas produtividades.

É oportuno mencionar que existem diferenças muito expressivas entre os inoculantes comerciais. Entretanto, o incremento médio na produtividade de grãos de soja pelo uso da reinoculação foi de 7,1%, equivalente a 4,25 sc ha-1 . Isso está de acordo com resultados de mais de 80 experimentos conduzidos por instituições de pesquisa nas diversas regiões produtoras de soja do Brasil, que apontam ganhos médios de 8% no rendimento de grãos com a inoculação anual (reinoculação), em áreas já cultivadas com soja (RPSRS, 2016).

 

Conclusões

– Houve diferenças muito expressivas entre os inoculantes comerciais;

– Os inoculantes comerciais que apresentaram as menores respostas tiveram incrementos
de apenas 1,4 sc ha-1 , estatisticamente semelhante à Testemunha (sem inoculação).

– As maiores respostas da reinoculação proporcionaram incrementos de 8,65 sc ha-1 na
produtividade de grãos de soja.

– O incremento médio na produtividade de grãos de soja pelo uso da reinoculação foi de
4,25 sc ha-1 equivalente a um ganho de 7,1%.

– A adubação nitrogenada mineral não proporcionou incremento significativo na
produtividade de grãos de soja.

Para acessar o Boletim completo clique aqui.

Fonte: CCGL TEC, BOLETIM TÉCNICO CCGL TEC, Ano VII – Nº 47 – 2017

(1) Eng Agr, Dr. Pesquisador da Cooperativa Central Gaucha Ltda (CCGL TEC), Professor da Universidade de Cruz Alta e Professor Colaborador do Mestrado Profissional em Agricultura de Precisão da Universidade Federal de Santa Maria, E-mail: jackson.fiorin@ccgl.com.br;
(2) Técnico Agropecuário. Encarregado de Pesquisa da Cooperativa Central Gaúcha Ltda. – CCGL TECNOLOGIA.
(3) Acadêmico do Curso de Agronomia da UNICRUZ, Assistente Técnico de Pesquisa da CCGL TECNOLOGIA, Cruz Alta, RS.

Texto originalmente publicado em:
CCGL TEC
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