Este trabalho teve como objetivo avaliar as características agronômicas e produtividade do milho pipoca submetido a aplicação de associações herbicidas, bem como avaliar a influência do estádio fenológico na tolerância da cultura aos herbicidas aplicados em pós-emergência.

Autores: Giovanna Oliveira Takahashi1, Thiago Marçal Maia1, Guilherme Braga Pereira Braz1, Alessandro Guerra da Silva1, Arthur Alves Bernardes1, Gabriel Gonçalves Costa Siqueira1, Matheus Lemos Matias1

Trabalho publicado nos Anais do evento e divulgado com a autorização e inserção de informações dos autores.

Resumo

O milho pipoca tem sido cultivado em safrinha na região Sudoeste de Goiás, tendo boa aceitação dos produtores devido a rentabilidade que a cultura apresenta. Entre as problemáticas que interferem no desenvolvimento do milho pipoca está a interferência de plantas daninhas, sendo o controle químico o método de manejo mais utilizado. O objetivo deste trabalho foi avaliar a seletividade de associações herbicidas aplicadas em pós-emergência do milho pipoca. O experimento foi instalado em área pertencente Universidade de Rio Verde, localizada em Rio Verde (GO). Foi utilizado o delineamento blocos casualizados, em arranjo fatorial 7 x 2, com 4 repetições. O primeiro fator correspondeu a herbicidas com espectro de controle sobre gramíneas: mesotrione (115,2 e 192 g ha-1), tembotrione (72 e 96 g ha-1), nicosulfuron (16 e 28 g ha-1), mais testemunha sem aplicação; o segundo fator constituiu-se da associação ou não com atrazine (1000 g ha-1). A cultivar de milho pipoca utilizada foi a VYP 212 (Vogel®), e os herbicidas foram aplicados quando as plantas apresentavam quatro folhas verdadeiras. Avaliou-se a fitointoxicação, massa seca da parte aérea e produtividade. Herbicidas com espectro sobre gramíneas aplicados em associação com atrazine proporcionaram maiores injúrias as plantas de milho pipoca. Além disso, estes herbicidas quando aplicados nas maiores dosagens, causaram redução nos valores de massa seca de parte aérea das plantas de milho pipoca. Não foram constatadas diferenças significativas para a produtividade do milho pipoca entre os tratamentos, demonstrando que as associações herbicidas podem ser utilizadas no manejo de plantas daninhas da cultura.

Palavras-chave: Controle químico, culturas de safrinha, milhos especiais, Zea mays.

Introdução

O milho pipoca é caracterizado por possuir grãos pequenos e duros, os quais tem a capacidade de estourar após o aquecimento. Esta característica relacionada ao grão do milho pipoca o diferencia do milho comum, mesmo ambos sendo pertencentes a mesma espécie botânica (Zea mays L).

O cultivo do milho pipoca tem como objetivo abastecer o mercado com os grãos para consumo humano e por esta razão é imprescindível que estes atendam a padrões mínimos de qualidade como alta capacidade de expansão e características como maciez, sabor, aroma e cor. As exigências citadas anteriormente fazem com que a cultura do milho pipoca seja considerada de alto valor agregado, sendo amplamente cultivada por produtores que buscam diversificação de renda.

O sucesso da exploração comercial do milho pipoca teve relação com o avanço dos programas de melhoramento genético por meio da eficiência da seleção de determinadas características de interesse. Além das características inerentes à qualidade dos grãos buscam-se plantas com alto potencial produtivo, baixa tendência ao acamamento e resistência a pragas e doenças.

Por atenderem o mercado para consumo humano são necessários cuidados redobrados com a interferência dos fatores bióticos e abióticos. Um dos principais fatores limitantes ao cultivo do milho pipoca é o manejo das plantas daninhas. A interferência imposta pela comunidade infestante à cultura, principalmente pela competição por água, nutrientes e luz, compromete o crescimento inicial da cultura e o desenvolvimento de estruturas reprodutivas, além de limitar a produtividade de grãos. As plantas daninhas, quando não controladas, podem causar uma série de problemas, como servir de hospedeiras alternativas para pragas, doenças e nematoides que são comuns a cultura do milho pipoca, além de dificultar a operação da colheita.

Assim como nas demais culturas, as medidas de controle de plantas daninhas mais comumente utilizadas no milho pipoca estão relacionadas ao método químico, por meio da aplicação de herbicidas. Este método de controle se destaca pela eficiência, pela rapidez e pelo baixo custo quando comparado aos demais métodos. Apesar disto, a eficiência de controle dependerá de fatores como condições ambientais, época de aplicação dos herbicidas e da planta daninha a ser controlada.

Atualmente, os herbicidas empregados para o manejo de plantas daninhas no milho comum vêm sendo utilizados também na cultura do milho pipoca, tais como nicosulfuron, tembotrione, mesotrione e atrazine. Apesar disto, o uso destes herbicidas pode causar injúrias a cultura, fomentando a necessidade de aprofundar os estudos acerca da seletividade destes herbicidas para o milho pipoca.

Mediante ao exposto este trabalho teve como objetivo avaliar as características agronômicas e produtividade do milho pipoca submetido a aplicação de associações herbicidas, bem como avaliar a influência do estádio fenológico na tolerância da cultura aos herbicidas aplicados em pós-emergência.

Material e Métodos

O experimento foi instalado na região Sudoeste de Goiás (17°47’04.87”S; 50°57’52.56″W; a 778 m de altitude) na fazenda experimental da Universidade de Rio Verde localizada no município de Rio Verde (GO). O experimento foi conduzido durante os meses de novembro de 2017 a março de 2018.

O clima para a localidade em que o experimento foi conduzido é do tipo Aw (classificação de Köppen), clima tropical com estação seca, caracterizado por apresentar chuvas mais intensas no verão em comparação ao inverno. Os dados de precipitação e temperatura durante o período de condução do experimento estão apresentados na Figura 1.

Figura 1. Dados de precipitação pluvial (mm), umidade relativa do ar (%) e temperaturas mínima, máxima e média (oC) durante o período de condução do experimento com milho pipoca. Rio Verde (GO), 2017/2018.

O solo da área experimental encontrava-se sob sistema de plantio direto tendo como cultura antecessora o milho cultivado em condições de segunda safra (“safrinha”) no ano de 2017. Foi coletada amostra de solo na profundidade de 0-20 cm, a qual apresentou as seguintes características químicas: pH em CaCl2: 4,34; Ca: 1,5 cmolc dm-3; Mg: 0,6 cmolc dm-3; Al: 0,25 cmolc dm-3; H + Al: 4,8 cmolc dm-3; K: 0,19 cmolc dm-3; P (Mel): 10 mg dm-3; CTC: 7,09 cmolc dm-3, V: 32,29%; MO: 23,7 g kg-1. Na análise de textura do solo, o mesmo foi classificado como argiloso, apresentando as seguintes proporções de argila, silte e areia: 580, 80 e 340 g kg-1, respectivamente.

Antecedendo a implantação do experimento, foi realizada a dessecação pré-semeadura (manejo) com aplicação do herbicida glyphosate na dose de 1200 g ia ha-1. A adubação da cultura foi realizada no dia da semeadura, utilizando o equivalente à 420 kg ha-1 do fertilizante 08-25-18. Na semeadura do milho pipoca, realizada no dia 18/11/2017, foram distribuídas 4,5 sementes por metro linear do híbrido VYP 212®, pertencente a empresa norte-americana Vogel Popcorn®, visando à obtenção de população final de 90 mil plantas ha-1. O espaçamento entrelinhas de semeadura utilizado foi de 0,50 m. A emergência das plântulas de milho pipoca ocorreu no dia 23/11/2018. Foi realizada uma adubação de cobertura no estádio V8, aplicando-se 120 kg ha-1 de ureia.

O manejo de pragas foi realizado de forma que se pudesse prevenir a ocorrência de danos às plantas de milho pipoca, visando deixar estas expostas apenas à ação dos herbicidas. Todas as unidades experimentais foram capinadas durante o ciclo do milho-pipoca, a fim de eliminar o efeito da matocompetição sobre a produtividade da cultura. As unidades experimentais foram compostas por cinco linhas de semeadura com 5 m de comprimento, espaçadas de 0,50 m. A área útil foi obtida levando-se em consideração as 3 linhas centrais, desconsiderando 1 m de cada extremidade, totalizando 4,5 m2.

O delineamento utilizado foi o de blocos casualizados com quatro repetições, estando os tratamentos dispostos em arranjo fatorial 7 x 2. O primeiro fator constituiu-se de herbicidas utilizados no milho comum com espectro de controle sobre monocotiledôneas, sendo estes avaliados em duas doses cada: mesotrione 116 e 192 g ha-1; tembotrione 76 e 100 g ha-1; nicosulfuron 16 e 28 g ha-1; além de um nível composto pela ausência de aplicação de herbicida. O segundo fator correspondeu a aplicação ou não de atrazine na dose de 2000 g ha-1. Em todos os tratamentos, foi adicionado óleo mineral a 0,5% de v v-1, sendo utilizado o produto comercial Assist®.

As aplicações foram realizadas no dia 14 de dezembro de 2017, quando as plantas de milho pipoca estavam em estádio V4 (4 folhas completamente expandidas). Para esta operação, foi utilizado pulverizador costal pressurizado por CO2, munido de barra com quatro pontas de pulverização tipo TT 110-02 leque simples, regulado em pressão de 300 kPa, o que proporcionou volume de calda equivalente a 200 L ha-1. Na ocasião da aplicação dos tratamentos, as condições climáticas eram de: temperatura = 17°C; umidade relativa do ar = 86%; e velocidade do vento = 2 km h-1.

Para avaliar o efeito dos tratamentos sobre o desenvolvimento da cultura, foram realizadas avaliações de fitointoxicação dos tratamentos herbicidas a cultura aos 7, 14, 21 e 28 dias após a aplicação (DAA). Para esta avaliação foi utilizada escala percentual onde 0% correspondia a ausência de sintomas e 100 a morte total das plantas (SBCPD, 1995). Altura aos 28 DAA e na ocasião da colheita, sendo realizada a medição do colo da planta até o ápice da última folha completamente expandida e do pendão, respectivamente.

Aos 28 DAA, foram avaliadas as variáveis índice SPAD, sendo realizadas três leituras na terceira folha, contada do ápice para à base; e massa seca de parte aérea, obtida por meio da coleta do material vegetal, o qual foi acondicionado em sacos de papel e levados posteriormente para estufa de circulação forçada à ar, mantidos a temperatura constante de 65oC por 72 h, sendo realizada a pesagem do material em balança analítica. Com exceção da avaliação de fitointoxicação a cultura, para as demais utilizou-se cinco plantas coletadas de forma aleatória.

Na colheita foi avaliado o diâmetro de colmos, altura de inserção da espiga, massa de mil grãos e produtividade. A colheita foi realizada em 10 de março de 2018 (108 dias após a emergência). A produtividade de grãos foi determinada pela colheita das espigas e debulha manual destas, com posterior pesagem dos grãos e correção da umidade para 13%. Para determinação da massa de mil grãos, foi realizada a contagem de uma amostra com mil grãos, sendo realizada a pesagem da mesma, com correção da umidade para 13%.

A análise estatística foi realizada com o programa computacional Sisvar (FERREIRA, 2011). Os dados de todas as variáveis-respostas foram submetidos à análise de variância. Quando houve significância entre os fatores ou entre os níveis de cada fator, aplicou-se o teste de Fisher’s LSD (p≤5%).

Resultados e Discussão

Na Tabela 1 estão apresentados os resultados do resumo da análise de variância das diferentes variáveis-respostas avaliadas no experimento realizado com associações herbicidas aplicadas em pós-emergência do milho pipoca. Efeito da interação entre os herbicidas com espectro sobre gramíneas e a utilização de atrazine só foi visualizado para a variável massa seca de parte aérea de milho pipoca. As variáveis-respostas em que foi observado efeito isolado dos fatores estudados no experimento foram fitointoxicação aos 7, 14, 21 e 28 DAA, para as quais foi visualizado efeito significativo tanto dos herbicidas com espectro sobre gramíneas, como para a utilização ou não de atrazine.

De acordo com classificação proposta por Pimentel-Gomes (1985), os coeficientes de variação obtidos no experimento podem ser classificados como baixo (<10%) para as variáveis índice SPAD, altura de plantas na colheita e altura de inserção na espiga, diâmetro de colmos e massa de mil grãos; como médio (entre 10 e 20%) para altura de plantas aos 28 DAA; como alto (entre 20 e 30%) para fitointoxicação aos 7 DAA, massa seca de parte aérea e produtividade; e por fim, como muito alto (> 30%) para fitointoxicação aos 14, 21 e 28 DAA.

Tabela 1. Resumo da análise de variância para as variáveis fitointoxicação, massa seca de parte aérea (MSPA), índice SPAD (SPAD), altura de plantas (AP) e de inserção da espiga (AIE), diâmetro de colmo (DC), massa de mil grãos (MMG) e produtividade (PROD). Rio Verde (GO), 2017/2018.

Na Tabela 2 estão apresentados os dados das avaliações de fitointoxicação do milho pipoca em diferentes períodos após a aplicação dos herbicidas em pós-emergência da cultura. Aos 7 DAA, os herbicidas com espectro sobre gramíneas que proporcionaram maiores níveis de intoxicação foram mesotrione (116 g ha-1), tembotrione (100 g ha-1) e nicosulfuron (16 g ha-1), os quais se difeririam dos demais tratamentos. Apesar disto, os níveis de fitointoxicação foram considerados baixos, uma vez que não ultrapassarem o patamar de 20% (SBCPD, 1995).

Tabela 2. Fitointoxicação (%) de milho pipoca submetido à aplicação em pós-emergência de herbicidas isolados e em associação. Rio Verde (GO), 2017/2018.

Ainda aos 7 DAA, com foi realizada a aplicação dos herbicidas associados à atrazine, os níveis de fitointoxicação foram mais elevados. Os dados obtidos no presente trabalho diferem dos apresentados por Jakelaitis et al. (2005), no qual os autores observaram menores níveis de intoxicação no milho pipoca quando os herbicidas com espectro sobre gramíneas foram associados à atrazine.

Na segunda avaliação, realizada aos 14 DAA, os maiores níveis de intoxicação foram observados nas plantas que receberam aplicação de nicosulfuron (16 g ha-1) e mesotrione e tembotrione, em ambas as doses. Apesar disto, os valores não ultrapassarem o patamar de 20%. Cavalieri et al. (2008), em trabalho realizado com milho comum, também observaram baixos valores de fitointoxicação aos 14 DAA com a aplicação de nicosulfuron. Adegas et al. (2011), também visualizaram leves sintomas de injúrias com a utilização de tembotrione, porém em trabalho realizado com milho comum.


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Já O’Sullivan et al. (2002), trabalhando com diferentes híbridos de milho doce, visualizaram valores de fitointoxicação variando entre 2 e 57% quando aplicado mesotrione na dose de 200 g ha-1. Esta diferença pode ser atribuída a fatores inerentes ao híbrido utilizado, pois, a tolerância depende da capacidade da planta em metabolizar a molécula herbicida, o que está ligado a suas características genotípicas (FREITAS et al., 2009). Este fato demonstra também a necessidade de realização de estudos de seletividade para diferentes híbridos de milho pipoca.

Ainda na avaliação de 14 DAA pode-se observar que a associação dos herbicidas com espectro de controle sobre monocotiledôneas com a atrazine aumento o percentual de injúrias às plantas de milho pipoca. Este resultado é justificado pois a atrazine é um herbicida inibidor do fotossistema II, que bloqueia o transporte de elétrons entre os fotossistemas I e II, potencializando os danos nos componentes fotossintéticos do milho pipoca (CARVALHO, 2013).

Aos 21 DAA, mesotrione (116 g ha-1), tembotrione (100 g ha-1) e nicosulfuron (16 g ha-1) proporcionaram os maiores valores em fitointoxicação. Já na avaliação de 28 DAA este comportamento foi observado nos tratamentos com mesotrione (116 e 192 g ha-1), tembotrione (100 g ha-1) e nicosulfuron (16 g ha-1). Em ambos os casos, os níveis se mantiveram abaixo de 20%, valor considerado aceitável. A seletividade dos híbridos de milho pipoca em relação ao herbicida é atribuída a fatores genotípicos aliado aos fatores edafoclimáticos.

Em relação à massa seca, analisamos dentre os tratamentos associados com e sem presença de atrazine, que o herbicida nicosulfuron (16 g ha-1) proporcionou menor massa seca de planta. Dentro deste assunto observamos que a presença da atrazine associado ao nicosulfuron (16 g ha-1) proporciona uma sinergia havendo a redução da massa seca (Tabela 3)

Tabela 3. Massa seca de parte aérea (g) e produtividade (kg ha-1) de milho pipoca submetido à aplicação em pós-emergência de herbicidas isolados e em associação. Rio Verde (GO), 2017/2018.

Na Tabela 3 estão apresentados os dados de produtividade de milho pipoca em função da aplicação de herbicidas. Não foi observada diferença significativa devido a utilização dos diferentes tratamentos. Os dados observados neste trabalho corroboram com os resultados de Nicolai (2006) em relação ao milho comum, para os herbicidas mesotrione e nicosulfuron. Zagonel e Fernandes (2007) citam que, a utilização do herbicida tembotrione com e sem associação com atrazine não proporciona redução de produtividade, em trabalho realizado com milho comum.

Conclusão

Os herbicidas com espectro sobre gramíneas aplicados em associação com atrazine proporcionaram maiores injúrias as plantas de milho pipoca.

Além disso, estes herbicidas quando aplicados nas maiores dosagens, causaram redução nos valores de massa seca de parte aérea das plantas de milho pipoca.

Não foram constatadas diferenças significativas para a produtividade do milho pipoca entre os tratamentos, demonstrando que as associações herbicidas podem ser utilizadas no manejo de plantas daninhas da cultura do milho pipoca em diferentes estádios de aplicação.

Referências

ADEGAS, F.S.; VOLL, E.; GAZZIERO, D.L.P. Manejo de plantas daninhas em milho safrinha em cultivo solteiro ou consorciado à braquiária ruziziensis. Pesquisa Agropecuária Brasileira, v.46, n.10, p.1226- 1233, 2011.

CARVALHO, L.B. Herbicidas. Lages: Editado pelo autor, 2013. 62p.

CAVALIERI, S. D.; OLIVEIRA JUNIOR, R. S.; CONSTANTIN, J.; BIFFE, D. F.; RIOS, F. A.; FRANCHINI, L. H. M. Tolerância de híbridos de milho ao herbicida nicosulfuron. Planta Daninha, v. 26, n. 1, p. 203-214, 2008.

FERREIRA, D.F. Sisvar: a computer statistical analysis system. Ciência e Agrotecnologia, v.35, n.6, p.1039-1042, 2011.

FREITAS, S.P.; MOREIRA, J.G.; FREITAS, I.L.J.; FREITAS JÚNIOR, S.P.; AMARAL JÚNIOR, A.T.; SILVA, V.Q.R. Fitotoxicidade de herbicidas a diferentes cultivares de milho-pipoca. Planta Daninha, v.27, n. esp., p. 1095-1103, 2009.

JAKELAITIS, A.; SILVA, A.F.; SILVA, A.A.; FERREIRA, L.R.; VIVIAN, R. Controle de plantas daninhas na cultura do milho-pipoca com herbicidas aplicados em pós-emergência. Planta Daninha, v.23, n.3, p.509-516, 2005.

NICOLAI, M.; LÓPEZ-OVEJERO, R. F.; CARVALHO, S. J. P.; MOREIRA, M. S.; CHRISTOFFOLETI, P. J. Efeitos da adubação nitrogenada em cobertura sobre a seletividade de herbicidas à cultura do milho. Planta Daninha, v. 24, n. 2, p. 279-286, 2006.

O’SULLIVAN, J.; ZANDSTRA, J.; SIKKEMA, P. Sweet corn (Zea mays) cultivar sensitivity to mesotrione. Weed Technology, v. 16, n. 2, p. 421-425, 2002.

PIMENTEL, F. G. Curso de Estatística Experimental. São Paulo: Nobel, 1985. 467 p.

SBCPD – SOCIEDADE BRASILEIRA DA CIÊNCIA DAS PLANTAS DANINHAS. Procedimentos para instalação, avaliação e análise de experimentos com herbicidas. Londrina: SBCPD, 1995. 42 p.

ZAGONEL, J.; FERNANDES, E. C. Controle de plantas daninhas e seletividade do herbicida tembotrione na cultura do milho. Revista Brasileira de Herbicidas, v. 6, n. 2, p. 42-49, 2007.

Informações dos autores:  

1 Universidade de Rio Verde, Rio Verde, GO, Brasil

Disponível em: Anais do XXXI Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas 2018. Rio de Janeiro- RJ.

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