A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com preços acentuadamente mais altos. O mercado foi impulsionado pelo indicativo de menor oferta do grão nos Estados Unidos e no mundo. O Departamento de Agricultura estadunidense, o USDA, divulgou, mais cedo hoje, seu relatório mensal de oferta e demanda.

O salto fez o mercado fechar no maior nível desde 9 de maio de 2014. Numa base contínua, a alta do contrato março (5,07%) foi a maior valorização diária desde 16 de setembro de 2019, quando a posição mais negociada subiu 5,2%.

O documento indicou corte dos estoques estadunidenses e globais em 2020/21 maiores que o esperado pelo mercado. Além disso, as safras norte-americana, brasileira e argentina, na temporada também tiveram suas projeções rebaixadas.

Em relatório separado, o USDA indicou os estoques trimestrais dos EUA em 1o de dezembro de 2020 abaixo do previsto por analistas. A Agência SAFRAS publicou em seu noticiário as principais informações do relatório, que provocaram esse movimento acentuado.

Os contratos de milho com entrega em março/21 fecharam a US$ 5,17 1/4, alta de 25,00 centavos de dólar, ou 5,07%, em relação ao fechamento anterior. A posição maio de 2021 fechou a sessão a US$ 5,19 por bushel, ganho de 25,00 centavos de dólar, ou 5,06%, em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Agência SAFRAS

Texto originalmente publicado em:
Safras e Mercados
Autor: Gabriel Nascimento - Agência SAFRAS

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