FECHAMENTOS DO DIA 13/06: A cotação para julho23, início da nossa safra de inverno, fechou em baixa de – 0,70% ou $ -4,75 cents/bushel a $ 612,50. A cotação de dezembro23, a principal data negociada nos EUA, fechou em alta de 0,36% ou $ 2,00 cents/bushel a $ 5 51,25.

CAUSAS DA ALTA: O milho em Chicago fechou em alta para as posições futuras, com baixa apenas no primeiro mês cotado. Tirando o ajuste de preço da primeira posição, após a forte alta do dia anterior, o milho manteve a tendência de alta com a deterioração das lavouras informadas pelo USDA, após o fechamento da sessão de segunda-feira. O mercado já esperava essa piora e em conjunto com o clima seco americano adicionou o “prêmio climático” ao cereal. O real valorizado frente ao dólar e a recuperação do petróleo também deram suporte para a alta das cotações futuras.

NOTÍCIAS IMPORTANTES:

BRASIL-SAFRA SERÁ DE 125,7 MT: Na manhã de hoje, a Conab projetou um novo recorde com produção estimada em 125,7 milhões de toneladas, somando-se as 3 safras do cereal ao longo do ciclo, é 11,1% acima do volume produzido em 2021/22, o que representa 12,6 milhões de toneladas a mais. Na primeira safra do grão, a colheita está quase finalizada com uma produção de 27,1 milhões de toneladas, aumento de 8,2% ante 2021/22. Já para a segunda safra, em fase inicial de colheita, estima-se uma produção de 96,31 milhões de t, aumento de 12,1% ante 2021/22. “As condições climáticas têm sido favoráveis para o desenvolvimento da cultura até o momento”, ponderou o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Fabiano Vasconcellos.

BRASIL-SITUAÇÃO DAS LAVOURAS: Segundo a estatal, 85% da área plantada com milho da primeira safra 2022/23 (verão) foi colhida, avanço semanal de 1,8 ponto porcentual. Há atraso na comparação anual ante os 88,6% colhidos em igual período da temporada 2021/22. Rio Grande do Sul está mais adiantado na colheita do cereal, com 96% do total retirado do campo, enquanto Piauí está atrás nos trabalhos de campo, com 42% da área colhida. Em relação à segunda safra de milho 2022/23, chamada de safrinha, a Conab informou que a colheita do cereal iniciou no País e atingiu 1,7%, avanço semanal de 1 ponto porcentual. Há atraso ante a temporada anterior, quando 4,9% das lavouras estavam colhidas. Apenas o Estado de Mato Grosso começou a retirada do cereal da lavoura, com 3,7% da área colhida.

DEMANDA INTERNACIONAL: A Argélia está no mercado por 140k MT de milho de origem opcional. O Irã está licitando 120 mil toneladas de milho.

B3-MERCADO FUTURO DE MILHO NO BRASIL

Milho fecha em leve alta de 0,09%, na contramão de Chicago e do dólar

CAUSAS DA OSCILAÇÃO DE HOJE: As cotações de milho fecharam em levíssima alta, de apenas 0,09% nesta terça-feira, na contramão do dólar (que fechou em queda de 0,08%) e de Chicago (que fechou em queda de 0,77% para o primeiro mês cotado). A explicação seria uma nova tomada de lucros apressada, depois de duas quedas seguidas nas últimas duas sessões.

OS FECHAMENTOS DO DIA: Diante deste quadro, as cotações futuras fecharam de forma mista: o vencimento julho/23 fechou a R$ 53,23, alta de R$ 0,05 no dia e alta de R$ 0,27 na semana; o vencimento de setembro/23 foi de R$ 57,63, baixa de R$ -0,32 no dia e alta de R$ 0,52 na semana; novembro/23 fechou a R$ 60,12, baixa de R$ -0,07 no dia e alta de R$ 0,36 na semana.

Fonte: T&F Agroeconômica



 

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