O Programa de Desenvolvimento da Indústria de Fertilizantes (Profert) entrou em vigor com a sanção da nova lei, que busca estimular a produção nacional, ampliar a oferta de insumos e reduzir a dependência brasileira das importações, hoje superior a 80% do consumo agrícola.  

A legislação prevê a mistura obrigatória de fertilizantes nacionais aos produtos vendidos no país, começando com 2% em 2027 e chegando a 10% em 2037, com acompanhamento do Conselho Nacional de Fertilizantes e Nutrição de Plantas (Confert). O programa também autoriza financiamentos via BNDES e instituições habilitadas para projetos de expansão industrial, pesquisa, inovação, tecnologia, logística e produção de matérias-primas como nitrogênio, fósforo e potássio.   

Para o mercado, a iniciativa pode fortalecer a segurança de abastecimento e reduzir vulnerabilidades ligadas a câmbio, frete e crises externas no longo prazo. No curto prazo, porém, os preços ainda devem seguir influenciados pelos mercados internacionais, já que o Brasil permanece dependente de importações de ureia, MAP, DAP e cloreto de potássio.  

Fonte: GlobalFert, disponível em Fecoagro


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Autor:GlobalFert, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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