A StoneX revisou sua produção total de milho na safra 2021/22 de 116,8 milhões de toneladas para 119,3 milhões nesta sexta-feira (01). “É verdade que grande parte da produção brasileira ainda precisa ser colhida e, portanto, está sujeita a alterações. Contudo, ao que tudo indica, o país deve registrar uma safra recorde”, anunciou o analista de inteligência de mercado do grupo, João Pedro Lopes, em relatório.

No que se refere à produção da primeira safra de milho 2021/22, a StoneX promoveu um aumento marginal em relação ao seu número anterior, para 26,4 milhões de toneladas. O aumento na área plantada do Maranhão compensou as reduções feitas na produção do Piauí e do Tocantins.

“Por mais que a colheita já tenha sido finalizada nos principais estados produtores brasileiros, o que limita a ocorrência de novas revisões nos números da primeira safra, os trabalhos de campo ainda estão em progresso em alguns estados do Norte e Nordeste, e, portanto, os números ainda estão sujeitos a alterações”, pondera o analista Lopes.

A segunda safra brasileira de milho sofreu uma revisão positiva de 2,7% em relação ao número de junho da StoneX, para 90,7 milhões de toneladas. A maior parte desse aumento foi puxada por perspectivas mais favoráveis para a área plantada e produtividade de Goiás e Mato Grosso, que, conjuntamente, apresentaram um aumento de 1,5 milhão de toneladas em comparação com o último relatório.

Vale também destacar o aumento na produtividade esperada para o Paraná e da área plantada nos estados do Norte e Nordeste. A única revisão negativa foi feita na produtividade de São Paulo, motivada pelos problemas de seca relatados nos últimos meses.

Em relação à terceira safra 2021/22, a StoneX promoveu um aumento em sua estimativa de produção, de 2 para 2,2 milhões de toneladas. A alteração resultou de uma elevação na produtividade esperada de Pernambuco, Sergipe e Alagoas.

Em meio ao aumento da produção brasileira e a um cenário marcado por uma oferta restrita de milho no mercado internacional, o grupo elevou a exportação do Brasil para 41 milhões de toneladas. Desse modo, o estoque final em 2021/22 ficou estimado em 11,8 milhões de toneladas, com uma relação estoque/uso de 10,1%.

Fonte: Assessoria de imprensa StoneX

Nenhum comentário

Deixar um comentário

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.