A semeadura da soja, segue avançando no estado do Mato Grosso, no último relatório de acompanhamento, divulgado semanalmente pelo IMEA, o estado saiu de 6,16% para 20,31% da área total estimada, um avanço de 14,15 p.p.

A região que mais avançou no plantio foi a a Região oeste, ( que compreende os municípios de Campo Novo do Parecis, Campos de Júlio dentre outros.) Chegando a 27,36% dá área total estimada, um avanço de 18,64 p.p.

A região com menor área semeada é a Centro sul ( que compreende os municípios de Chapada dos Guimarães, Caiabá, Diamantino, Jangada, entre outros.) alcançando somente 10,26% da área total estimada um avanço de 6,55p.p comparado aos 3,71% divulgados no relatório do dia 1/10.

Estimativa de safra de soja 21/22 no MT

Com 20,31% da área da oleaginosa semeada em Mato Grosso e os volumes favoráveis de precipitações registrados nas regiões do estado em setembro, a perspectiva para a safra 21/22 de soja se mantém positiva, sustentada também pelos preços em altos patamares e a demanda mundial consistente pelo grão.

Além disso, as previsões para o mês de outubro trazem um bom sentimento aos produtores mato-grossenses, com o volume acumulado apontando cerca de 200 milímetros de chuvas para o estado, o que pode favorecer o acúmulo de umidade no solo e um bom desenvolvimento para a safra da oleaginosa neste ano.

A partir desse cenário e considerando o levantamento realizado com os informantes do Instituto, a estimativa para a área de soja 2021/22 continua estimada em 10,84 milhões de hectares, conforme o relatório do mês anterior, o que representa um aumento de 3,59% de área cultivada com a oleaginosa em comparação com a safra 2020/21.

No que se refere à produtividade, a estimativa segue com média de 57,52 sc/ha em Mato Grosso, o que representa uma variação positiva de 0,17% se comparado ao ciclo 2020/21. Por fim, caso os valores acima expostos se confirmem, a expectativa é de que a produção da oleaginosa no estado atinja o maior volume da série histórica: 37,41 milhões de toneladas de soja.



Fonte: Imea

Texto originalmente publicado em:
IMEA
Autor: Indicadores IMEA

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