Fonte: Embrapa – Circular Técnica 175.

Destaque: As informações devem ser utilizadas dentro de um sistema de manejo, priorizando sempre a rotação de fungicidas com diferentes modos de ação, adequando o manejo à época de semeadura, à cultivar, ao tamanho da propriedade e à logística de aplicação, às condições climáticas e à incidência de doenças na região e na propriedade.

Autores: Cláudia Vieira Godoy, Carlos Mitinori Utiamada, Maurício Conrado Meyer, Hercules
Diniz Campos, Ivani de Oliveira Negrão Lopes, Alana Tomen, Ariel Muhl, Carlos André Schipanski, Chryz Melinski Serciloto, Edson Ricardo de Andrade Junior, Eloir Moresco, João Maurício Trentini Roy, Lucas Navarini, Luana Maria de Rossi Belufi, Luís Henrique Carregal Pereira da Silva, Ivan Pedro Araújo Júnior, Lucas Henrique Fantin, Luiz Nobuo Sato, Marcio Marcos Goussain Júnior, Marina Senger, Mônica Anghinoni Müller, Mônica Paula Debortoli, Mônica Cagnin Martins, Valtemir José Carlin (in memoriam)

Com o crescente relato de resistência de fungos aos fungicidas sítio-específicos na cultura da soja, os fungicidas multissítios (mancozebe, clorotalonil e fungicidas cúpricos) tem assumido papel cada vez mais importante no manejo de doenças na cultura. Fungicidas multissítios afetam diferentes pontos metabólicos do fungo e apresentam baixo risco de resistência, tendo um papel importante no manejo antirresistência para os fungicidas sítio-específicos (McGrath, 2004). Os fungicidas multissítios, por agirem em diferentes pontos metabólicos podem ser fitotóxicos, por isso não penetram na planta. Fungicidas multissítios são pulverizados nas partes suscetíveis do hospedeiro com o objetivo de formar uma camada protetora e impedir o desenvolvimento de infecções fúngicas. Mesmo com uma boa cobertura com esses fungicidas, o residual pode ser influenciado negativamente em razão da degradação química, física ou biológica do ingrediente ativo (Schepers, 1996). Entre todos os processos que ocorrem no ambiente, a precipitação tem o maior efeito sobre sua atividade residual (Schepers, 1996). A ocorrência de chuvas pode afetar a estrutura e a atividade dos depósitos sobre a folha, pela diluição, redistribuição e remoção física (Thacker; Young, 1999).

Ensaios para comparação da eficiência de fungicidas multissítios no controle da ferrugem-asiática da soja vêm sendo conduzidos na rede de experimentos cooperativos desde a safra 2014/2015, em uma ampla diversidade de ambientes.

O objetivo dos experimentos cooperativos é a avaliação da eficiência de controle no alvo biológico. Para isso são utilizadas aplicações sequenciais de fungicidas. No entanto, isso não constitui uma recomendação de controle. Os fungicidas multissítios devem ser associados a fungicidas sítio-específicos em programas de manejo de doenças para maior eficiência de controle e para atrasar o aparecimento de novas resistências. As informações devem ser utilizadas dentro de um sistema de manejo, priorizando sempre a rotação de fungicidas com diferentes modos de ação, adequando o manejo à época de semeadura, à cultivar, ao tamanho da propriedade e à logística de aplicação, às condições climáticas e à incidência de doenças na região e na propriedade.

Nos experimentos cooperativos da safra 2020/2021 foram realizados dois protocolos com fungicidas multissítios e um produto biológico, um deles avaliando os tratamentos isolados e outro associando os produtos ao fungicida sítio-específico Vessarya®, Corteva (picoxistrobina & benzovindiflupir). O objetivo deste trabalho é apresentar os resultados sumarizados dos experimentos realizados na safra 2020/2021, para controle da ferrugem-asiática na cultura da soja.

Materiais e Métodos 

Foram conduzidos 18 experimentos por 14 instituições na safra 2020/2021 (Tabela 1).

Tabela 1. Instituições, locais e datas de semeadura da soja.

O primeiro protocolo foi realizado com os fungicidas multissítios e o produto biológico isolados (Tabela 2) e o segundo com os tratamentos em associação com picoxistrobina & benzovindiflupir 60 & 30 g i.a./ha (Vessarya®, Corteva) (Tabela 3). Além de fungicidas multissítios e do produto biológico Bio-Imune (Bacillus subtilis BV02), o fungicida sítioespecífico fluazinam, foi incluído nos protocolos. O fungicida bixafen & protioconazol & trifloxistrobina 62,5 & 87,5 & 75 g i.a./ha, (Fox Xpro®, Bayer), foi utilizado como padrão de controle.

Tabela 2. Ingrediente ativo (i.a.), produto comercial (p.c.) e doses dos fungicidas e produto biológico nos tratamentos para controle da ferrugem-asiática da soja, safra 2020/2021.

Tabela 3. Ingredientes ativos (i.a.), produto comercial (p.c.) e dose dos tratamentos avaliados associados a picoxistrobina + benzovindiflupir para o controle da ferrugem asiática da soja, na safra 2020/2021.

A lista de tratamentos (Tabelas 2 e 3), o delineamento experimental e as avaliações foram definidos com protocolo único, para a realização da sumarização conjunta dos resultados. O delineamento experimental foi blocos ao acaso com 14 (Tabela 2) e 19 tratamentos (Tabela 3) e quatro repetições. Cada repetição foi constituída de parcelas com, no mínimo, seis linhas de cinco metros. As aplicações iniciaram-se no préfechamento das linhas de semeadura, aos 50 dias (± 3 dias) após a semeadura e os dois protocolos foram conduzidos na mesma área em cada local. Foram realizadas três a quatro aplicações, com intervalos médios de 14 dias entre as aplicações, sendo realizadas quatro aplicações em 12 dos 18 experimentos (locais 1, 4 a 8, 10 a 12, 15, 16 e 18 – Tabela 1).

Para a aplicação dos produtos foi utilizado pulverizador costal pressurizado com CO2 e volume de aplicação mínimo de 120 L/ha. Foram realizadas avaliações da severidade e/ou incidência das doenças no momento da aplicação dos produtos, da severidade periodicamente e após a última aplicação e da produtividade em área mínima de 5 m2 centrais de cada parcela.

Para a análise conjunta, foram utilizadas as avaliações da severidade da ferrugem, realizadas entre os estádios fenológicos R5 (início de enchimento de grãos) e R6 (vagens com 100% de granação) e da produtividade.

Foram realizadas análises de variância exploratória para cada local. Além das análises exploratórias individuais, a severidade final, a correlação entre a severidade da ferrugem próximo ao estádio R6 e a produtividade foram utilizadas na seleção dos experimentos que compuseram as análises conjuntas.

Os dados de severidade da ferrugem e de produtividade foram analisados inicialmente para cada local, considerando-se os efeitos fixos de tratamento e de bloco. Em cada caso, foram ajustados dois modelos de análise de variâncias, assumindo-se variâncias heterogêneas ou homogêneas entre tratamentos. O modelo com variância comum foi escolhido sempre que o teste da razão das verossimilhanças residuais não foi significativo (p≥0,05). Quando nenhum desses modelos foi apropriado, foram incluídas apenas as médias e seus erros padrões.

O modelo estatístico que melhor se ajustou na análise conjunta dos dados de ambos os protocolos foi o que considerou os efeitos fixos de tratamento (T), local (L), TL e bloco (L) e as matrizes de variâncias e covariâncias modificadas para permitir variâncias heterogêneas entre locais. Em ambos os protocolos, os modelos de severidade e de produtividade resultaram em resíduos de Pearson aleatórios e independentes (verificados graficamente), mas apenas os resíduos dos modelos de produtividade foram normalmente distribuídos (pmis=0,5230 pelo teste de Shapiro-Wilk e psolo>0,15 pelo teste de Kolmogorov-Smirnov). As médias foram agrupadas por meio do teste de Tukey (p≤0,05). Todas as análises foram realizadas no sistema SAS/STAT software, Versão 9.4®. Copyright© 2016 SAS Institute Inc., tendo sido utilizados os procedimentos sgplot (gráficos) e glimmix (na estimação de modelos e agrupamento de médias).

Resultados 

  • Multissítios isolados

Na análise conjunta do protocolo com multissítios isolados, os experimentos dos locais 4, 9 e 13 (Tabela 1) não foram utilizados por apresentarem baixa severidade na testemunha (local 4), por não apresentarem todos os tratamentos (local 9) e por apresentarem baixa correlação entre severidade e produtividade (locais 4 e 13). O local 17 não apresentou dados de produtividade.

O maior controle foi observado para o tratamento com o fungicida sítio-específico Fox Xpro (T14 – 73%) (Tabela 4). Entre os multissítios, os maiores controles foram observados para os tratamentos com Previnil (T2 – 64%), clorotalonil (T4 e T5 – 62%) e para fluazinam (T13 – 60%) (Tabela 4). Absoluto (T6) e a outra formulação de clorotalonil (T3 – 59%) apresentaram controle semelhante a outros tratamentos com clorotalonil (T4 e T5) e também aos tratamentos com mancozebe (T7 a T9). O fungicida Difere (oxicloreto de cobre) (T10 – 44%) apresentou controle menor que os multissítios mancozebe e clorotalonil. A menor porcentagem de controle ocorreu para o produto biológico Bio-Imune (T12 – 11%), sendo superior à testemunha.

A maior produtividade foi observada para o tratamento com o fungicida sítio-específico Fox Xpro (T15 – 3.440 kg/ha) (Tabela 4). Entre os multissítios, as maiores produtividades foram observadas para todos os produtos com clorotalonil (T2 a T6), Manfil 800 WP/ Troia (T8), mancozebe (T9) e fluazinam (T13). A produtividade do tratamento com Bio-Imune (T12 – 2.650 kg/ha) não diferiu da testemunha sem fungicida (T1 – 2.526 kg/ha). A redução média de produtividade, comparando o tratamento com a maior produtividade (T14) e a produtividade do tratamento sem fungicida (T1) foi de 27%. A correlação (r) da variável severidade com produtividade foi de -0,98 (p<0,001).

Tabela 4. Severidade da ferrugem-asiática, porcentagem de controle (C) em relação à testemunha sem fungicida, produtividade e porcentagem de redução de produtividade (RP) em relação ao tratamento com a maior produtividade, para os diferentes tratamentos. Média de 15 experimentos para severidade e 14 para produtividade, safra
2020/2021. Protocolo multissítios isolados.

Na sumarização dos resultados, os experimentos realizados em Mato Grosso apresentaram menor eficiência de controle. Os resultados desses experimentos foram separados (locais 2, 3, 6, 10, 14 e 17 – Anexo I) dos outros estados (dois experimentos em Goiás, quatro no Paraná, dois no Rio Grande do Sul e um na Bahia – Anexo II). A severidade da testemunha
nesses dois grupos foi a mesma (63%), porém o grupo de seis experimentos do Mato Grosso apresentou controle inferior aos demais (Figura 1).

Uma das hipóteses para o menor controle foi a maior distribuição de chuvas na época de aplicação dos ensaios (fevereiro e março), maior em Mato Grosso em relação as demais regiões, que pode ter influenciado na eficiência dos multissítios. Os experimentos individuais estão apresentados no Anexo III.

  • Multissítios associados

Na análise conjunta do protocolo com os multissítios associados ao fungicida Vessarya, os experimentos dos locais 4, 9 e 13 (Tabela 1) não foram utilizados por apresentarem baixa severidade de ferrugem-asiática (local 4), por não apresentarem todos os tratamentos (local 9) ou por apresentarem baixa correlação entre severidade e produtividade (locais 4 e 13). O local 17 não apresentou dados de produtividade.

Somente a mistura com Bio-Imune (T17 – 57%) não aumentou a eficiência de controle em relação ao fungicida Vessarya aplicado sozinho (T2 – 57%) (Tabela 5). Os maiores controles foram observados para os tratamentos em associação com mancozebe (T11 – 76%), Manfil 800 WP/ Troia (mancozebe) (T10 – 75%), Previnil (clorotalonil) (T3 – 75%), Zipper/ Reference/Scooter (mancozebe & oxicloreto de cobre) (T12 – 73%), Indozeb 750 WG (mancozebe) (T9 – 73%) e clorotalonil (T5 – 73%). Todas as associações com clorotalonil, mancozebe, mancozebe & oxicloreto de cobre, fluazinam e o padrão Fox Xpro apresentaram controle ≥ 71%.

As maiores produtividades foram observadas para os tratamentos com as misturas de Vessarya com todas as formulações de mancozebe (T8 a T11), clorotalonil (T3 a T7), mancozebe & oxicloreto de cobre (T12), fluazinam (T18) e para o padrão Fox Xpro (T19) (Tabela 5). A produtividade dos tratamentos em mistura com Bio-imune (T17 – 3.202 kg/ha) e enxofre & cobre (T16 – 3.297 kg/ha) não diferiram de Vessarya sozinho (T2 – 3.174 kg/ha) (Tabela 5). A redução média de produtividade, comparando o tratamento com a maior produtividade (T10 – 3.551 kg/ha) e a produtividade do tratamento sem fungicida (T1 – 2.640 kg/ha) foi de 26%. A correlação (r) da variável severidade com produtividade foi de -0,98 (p<0,001).

Tabela 5. Severidade da ferrugem-asiática, porcentagem de controle (C) em relação à testemunha sem fungicida, produtividade e porcentagem de redução de produtividade (RP) em relação ao tratamento com a maior produtividade, para os diferentes tratamentos. Média de 15 experimentos para severidade e 14 para produtividade, safra 2020/2021. Protocolo multissítios associados ao fungicida Vessarya (picoxistrobina & benzovindiflupir).

De forma semelhante ao protocolo com multissítios isolados, na sumarização dos resultados, os experimentos realizados em Mato Grosso apresentaram menor eficiência de controle. Os resultados desses experimentos foram separados (locais 2, 3, 6, 10, 14 e 17 – Anexo IV) dos outros estados (dois experimentos em Goiás, quatro no Paraná, dois no Rio Grande do Sul e um na Bahia – Anexo V). O grupo de seis experimentos do Mato Grosso apresentou controle inferior aos demais (Figura 2). Os experimentos individuais estão apresentados no Anexo VI.

Os experimentos de ferrugem-asiática são realizados em semeaduras tardias para aumentar a probabilidade de ocorrência da doença, pelo aumento natural de inóculo do fungo, evitando o escape que pode ocorrer nas primeiras semeaduras. Na safra 2020/2021, com o atraso generalizado das semeaduras pelo atraso nas chuvas, os experimentos foram instalados a partir da segunda quinzena de novembro, sendo a maioria realizado em semeaduras de dezembro (Tabela 1), o que não representa grande parte das semeaduras no Brasil. Nos experimentos cooperativos os fungicidas são avaliados individualmente, em aplicações sequenciais, para determinar a eficiência de controle. Os fungicidas multissítios devem ser associados a fungicidas sítioespecíficos em programas de manejo de doenças para maior eficiência de controle e para atrasar o processo de resistência. Os resultados desse trabalho são de pesquisa e não devem ser utilizados como recomendação no campo. Os fungicidas multissítios são uma ferramenta importante em programas de manejo de doenças, sendo necessário o registro no MAPA para a sua utilização.


Vitene


Referências 

MCGRATH, M. T. What are fungicides? The Plant Health Instructor. 2004. Disponível em: https://www.apsnet.org/edcenter/disimpactmngmnt/topc/Pages/Fungicides.aspx. Acesso em: 31 ago. 2021. DOI: 10.1094/ PHI-I-2004-0825-01.

SCHEPERS, H. T. A. M. Effect of rain on efficacy of fungicide deposits on potato against Phytophthora infestans. Potato Research, v. 39, p. 541-550, 1996.

THACKER, J. R. M.; YOUNG, R. D. F. The effects of six adjuvants on the rainfastness of chlorpyrifos formulated as an emulsifiable concentrate. Pest Management Science, v. 55, n. 2, p. 198-200, 1999.

Informações sobre os autores: 

  • Cláudia Vieira Godoy, engenheira-agrônoma, doutora, Embrapa Soja, Londrina, PR;
  • Carlos Mitinori Utiamada, engenheiro-agrônomo, TAGRO, Londrina, PR;
  • Maurício Conrado Meyer, engenheiro-agrônomo, doutor, Embrapa Soja, Londrina, PR;
  • Hercules Diniz Campos, engenheiro-agrônomo, doutor, UniRV, Rio Verde, GO;
  • Ivani de Oliveira Negrão Lopes, matemática, doutora, Embrapa Soja, Londrina, PR;
  • Alana Tomen, engenheira-agrônoma, mestre, Proteplan Pesquisa e Assessoria Agrícola Ltda., Sorriso, MT;
  • Ariel Muhl, engenheiro-agrônomo, Centro de Pesquisa Agrícola Copacol, Cafelândia, PR;
  • Carlos André Schipanski, engenheiro-agrônomo, mestre, G12 Agro, Guarapuava, PR;
  • Chryz Melinski Serciloto, engenheiro-agrônomo, doutor, Agrosynthesis Pesquisa e Consultoria Ltda., Leme, SP;
  • Edson Ricardo de Andrade Junior, engenheiro-agrônomo, doutor, Instituto Mato-Grossense do Algodão, Cuiabá, MT;
  • Eloir Moresco, técnico em agropecuária, 3M Experimentação Agrícola, Ponta Grossa, PR;
  • João Mauricio Trentini Roy, engenheiro-agrônomo, Centro de Pesquisa Agrícola Copacol, Cafelândia, PR;
  • Lucas Navarini, engenheiro-agrônomo, doutor, Planta conhecimento/ha, Passo Fundo, RS;
  • Luana Maria de Rossi Belufi, engenheira-agrônoma, mestre, Fundação de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico Rio Verde, Lucas do Rio Verde, MT;
  • Luís Henrique Carregal Pereira da Silva, engenheiro-agrônomo, mestre, Agro Carregal Pesquisa e Proteção de Plantas Eireli, Rio Verde, GO;
  • Ivan Pedro Araújo Júnior, engenheiro-agrônomo, Proteplan Pesquisa e Assessoria Agrícola Ltda., Sorriso, MT;
  • Lucas Henrique Fantin, engenheiroagrônomo, doutor, Fundação Chapadão, Chapadão do Sul, MS;
  • Luiz Nobuo Sato, engenheiro-agrônomo, TAGRO, Londrina, PR;
  • Marcio Marcos Goussain Júnior, engenheiro-agrônomo, doutor, Assist Consultoria e Experimentação Agronômica Ltda., Campo Verde, MT;
  • Marina Senger, engenheira-agrônoma, doutora, 3M Experimentação Agrícola, Ponta Grossa, PR;
  • Mônica Anghinoni Müller, engenheira-agrônoma, doutora, Fundação Mato Grosso, Rondonópolis, MT;
  • Mônica Paula Debortoli, engenheira-agrônoma, doutora, Instituto Phytus, Santa Maria, RS;
  • Mônica Cagnin Martins, engenheira-agrônoma, doutora, Círculo Verde Assessoria Agronômica e Pesquisa, Luís Eduardo Magalhães, BA;
  • Valtemir José Carlin (in memoriam), engenheiro-agrônomo, Agrodinâmica, Tangará da Serra, MT.

Anexo I. Severidade da ferrugem-asiática, porcentagem de controle (C) em relação à testemunha sem fungicida, produtividade e porcentagem de redução de produtividade (RP) em relação ao tratamento com a maior produtividade, para os diferentes tratamentos, no protocolo multissítios isolados. Média de 6 experimentos para severidade e 5 para produtividade realizados em Mato Grosso (locais 2, 3, 6, 10, 14 e 17 – Tabela 1), safra 2020/2021.

Anexo II. Severidade da ferrugem-asiática, porcentagem de controle (C) em relação à testemunha sem fungicida, produtividade e porcentagem de redução de produtividade (RP) em relação ao tratamento com a maior produtividade, para os diferentes tratamentos, no protocolo multissítios isolados. Média de 9 experimentos realizados em Goiás (2), no Paraná (4), no Rio Grande do Sul (2) e na Bahia (1) (locais 1, 5, 7, 8, 11, 12, 15, 16 e 18 – Tabela 1), safra 2020/2021.

ANEXO III: Dados de cada local utilizados na sumarização do protocolo dos FUNGICIDAS MULTISSÍTIOS ISOLADOS (Tabela 2). TRAT (Tratamentos -Tabela 2), SEV (severidade entre R5 e R6), porcentagem de controle em relação ao tratamento testemunha (TRAT 1) (%C), PROD (produtividade) e EP (erro padrão da média). Médias seguidas de mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey (p≤0,05); *variâncias heterogêneas.

Anexo IV. Severidade da ferrugem-asiática, porcentagem de controle (C) em relação à testemunha sem fungicida, produtividade e porcentagem de redução de produtividade (RP) em relação ao tratamento com a maior produtividade, para os diferentes tratamentos, no protocolo multissítios associados ao fungicida Vessarya (picoxistrobina & benzovindiflupir). Média de 6 experimentos para severidade e 5 para produtividade realizados em Mato Grosso (locais 2, 3, 6, 10, 14 e 17 – Tabela 1), safra 2020/2021.

Anexo V. Severidade da ferrugem-asiática, porcentagem de controle (C) em relação à testemunha sem fungicida, produtividade e porcentagem de redução de produtividade (RP) em relação ao tratamento com a maior produtividade, para os diferentes tratamentos, no protocolo multissítios associados ao fungicida Vessarya (picoxistrobina & benzovindiflupir). Média de 9 experimentos realizados em Goiás (2), no Paraná (4), no Rio Grande do Sul (2) e na Bahia (1) (locais 1, 5, 7, 8, 11, 12, 15, 16 e 18 – Tabela 1), safra 2020/2021.

ANEXO VI: Dados de cada local (Tabela 1) utilizados na sumarização do protocolo dos FUNGICIDAS MULTISSÍTIOS ASSOCIADOS (Tabela 3). TRAT (Tratamentos -Tabela 2), SEV (severidade entre R5 e R6), porcentagem de controle em relação ao tratamento testemunha (TRAT 1) (%C), PROD (produtividade) e EP (erro padrão da média). Médias seguidas de mesma letra na coluna não diferem entre si pelo teste de Tukey (p≤0,05).

Foto de capa: Embrapa – Circular Técnica 175

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