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Hackathon no Rio Grande do Sul encerra maratonas de inovação da Rede Senar Agroup em 2019

O HackatAgro, maratona de inovação da Rede Senar AgroUp, reuniu durante três dias 12 startups em Porto Alegre (RS) para solucionar quatro desafios para o produtor gaúcho nas cadeias de grãos, bovinocultura de leite e corte e fruticultura: custos de produção, segurança, comercialização, doenças, pragas e invasoras.

“O HackatAgro foi mais uma etapa de um trabalho de aproximação fomentado pelo Senar entre produtores rurais com dificuldades reais e pessoas que têm a inovação em seu DNA, com capacidade intelectual para gerar soluções a partir de formulações e ideias inovadoras”, afirmou o superintendente do Senar-RS, Eduardo Condorelli.

A edição no estado encerrou o ciclo de maratonas do AgroUP em 2019, que promoveu este ano eventos na Bahia, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso do Sul e Rondônia e levantou cerca de mil problemas, em nove cadeias produtivas.

“O saldo da inovação do Agro este ano foi bastante positivo. Consolidamos o mapeamento de problemas e oportunidades do setor rural, e uma há grande expectativa de ampliação em 2020, uma vez que vários estados estão interessados em fazer parte da nossa rede”, afirmou o coordenador de Inovação do Sistema CNA/Senar, Matheus Ferreira.

Ferreira destacou a importância dos primeiros espaços voltados à inovação inaugurados pelo Sistema em Cuiabá (MT), o AgriHuB Space, e em Goiânia (GO), o Campo Lab e da parceria do AgroUp com empresas provedoras de tecnologia no Brasil.



“Essas novas parcerias estão bem adiantadas e ainda existe o interesse de instituições internacionais em promover o intercâmbio de conhecimento com as startups brasileiras do agro, participantes do AgroUp. Nossas expectativas são muito grandes para 2020,” ressaltou.

No Rio Grande do Sul, a startup vencedora do HackatAgro foi a BioIn, que trabalha com controle biológico de pragas e apresentou uma micro-vespa que pode reduzir em até 56% os gastos com insumos na propriedade rural. O grupo levou um prêmio de R$ 8 mil.

“A gente ainda não tinha conseguido criar um modelo de negócio que entregasse isso de forma sustentável de baixo custo para o produtor. Com todo esse processo, conseguimos validar, inclusive com agricultores, essa solução”, explica a CEO da BioIn, Camila Vargas.

O segundo lugar ficou com a Avelã Public Affairs, e o terceiro lugar foi para a Elysios, ambas de Porto Alegre. As empresas foram premiadas com R$ 4 mil e R$ 2 mil, respectivamente.

“Esse foi primeiro evento de inovação que fizemos nesse formato, e o resultado foi realmente além do esperado. Surgiram diferentes ideias, com soluções muito boas, que o pessoal poderá seguir desenvolvendo e incorporando em seus negócios”, avalia o coordenador do escritório regional do AgroUP no estado, Renan dos Santos.

Fonte: CNA

Equipe Mais Soja
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