Em mar/26, o USDA divulgou a nova estimativa de Oferta e Demanda mundial do algodão para o ciclo 25/26, equivalente à safra 24/25 no Brasil. Segundo a publicação, a produção foi projetada em 26,34 mi t, aumento de 0,93% frente ao relatório anterior. Esse avanço foi impulsionado pela expansão da área cultivada no Brasil, e na China, e pelo maior rendimento das lavouras. Já o consumo mundial foi estimado em 25,82 mi de t, representando queda de 0,12% em relação à publicação anterior.

Isso reflete a menor utilização pelas indústrias têxteis em diversos países, parcialmente compensada pelo maior consumo na China. Já os estoques finais ficaram projetados em 16,36 mi t, aumento de 0,05%. Diante desse cenário, o mercado segue atento à disponibilidade interna e ao comportamento da oferta e demanda global, fatores que continuam influenciando a formação dos preços do algodão.

Confira os principais destaques do boletim
  • VALORIZAÇÃO: o preço do poliéster apresentou alta de 16,32% no comparativo semanal, reflexo do aumento do petróleo, que elevou os custos da matéria-prima da fibra sintética.
  • BAIXA: o dólar compra Ptax registrou queda de 0,89% em relação à semana passada, em meio às incertezas do mercado internacional, refletindo maior apetite ao risco.
  • ALTA: a paridade do contrato de jul/26 teve valorização de 0,92% frente à semana anterior, sendo precificada a R$ 115,79/@.
Em mar/ 26, a Conab divulgou a nova estimativa para a safra 2025/26 de algodão no Brasil.

De acordo com os dados apresentados, a Oferta ficou estimada em 6,53 milhões de toneladas de algodão em pluma, recuo de 0,12% ante a estimativa anterior. Parte dessa redução está ligada à produção que apresentou queda de 0,21% no comparativo mensal,
ficando estimada em 3,80 milhões de toneladas. Olhando para Mato Grosso, o estado continuará sendo o maior produtor, mesmo com redução de área, seguido pela Bahia. Já a Demanda ficou estimada em 3,95 milhões de toneladas, aumento de 4,91% quando comparado a estimativa anterior.

Este movimento está atrelado ao crescimento de 5,91% nas exportações em relação a estimativa anterior, ficando projetada em 3,23 milhões de toneladas. Com isso, o estoque final ficou projetado em 2,58 milhões de toneladas, queda de 6,96% ante a última estimativa. Por fim, a real produção do ciclo será ditada pelo bom desenvolvimento das lavouras nos próximos meses, com as atenções voltadas aos tratos culturais e as condições climáticas.

Fonte: IMEA



 

FONTE

Autor:IMEA

Site: IMEA

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