O mercado brasileiro de milho deve ter um dia um pouco mais movimentado nos negócios, em meio aos ganhos na Bolsa de Mercadorias de Chicago. O quadro de oferta ajustado tende a seguir atuando como um fator altista aos preços do cereal.

Ontem (18), o mercado brasileiro de milho teve cotações estáveis. A ausência de pregão na Bolsa de Chicago devido ao feriado nos Estados Unidos acabou travando as negociações para a safrinha 2021 e 2022. No disponível, o quadro permanece complicado no início da semana, com um ambiente ainda pautado pela restrição de oferta. As dificuldades de abastecimento se acentuam em muitos estados.

No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 82,00/87,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 82,00/87,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 81,00/82,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 83,00/85,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 86,00/88,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 86,00/90,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 80,00/82,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 76,00 – R$ 77,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 73,00/75,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago 

Os contratos do milho com vencimento em março operam com alta de 2,00 centavos, ou 0,37%, neste momento, cotados a US$ 5,33 1/2 por bushel.

O mercado tenta se firmar no território positivo, após retomar os negócios sem uma tendência definida mais cedo, na volta do feriado nos EUA.

Os sinais de menor oferta e de boa demanda pelo grão norte-americano seguem atuando positivamente sobre os contratos.

Câmbio 

O dólar comercial opera com desvalorização de 1,05%, cotado a R$ 5,2420.

Indicadores financeiros 

  • As principais bolsas da Ásia encerraram mistas. Xangai, -0,83%. Tóquio, +1,39%.
  • As principais bolsas na Europa operam em alta. Paris, +0,08%; e Londres, +0,12%.
  • O petróleo opera em alta. Fevereiro do WTI em NY: US$ 52,56 o barril (+0,38%).
  • O Dollar Index registra baixa de 0,30%, a 90,49 pontos.

Fonte: Agência SAFRAS

Texto originalmente publicado em:
Safras e Mercados
Autor: Arno Baasch - Agência SAFRAS

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