O crédito rural segue sendo essencial para viabilizar a produção, mas tratá-lo apenas como “dinheiro na conta” é um dos principais erros que levam os produtores a problemas financeiros. Segundo dados do Banco Central, a inadimplência entre os produtores rurais pessoas físicas que contratam empréstimos a juros de mercado chegou a 11,4% em outubro de 2025, a maior inadimplência desde o início da série histórica em 2011. No recorte das operações, o percentual de contratos em inadimplência passou de 1,2% da carteira total ativa em julho de 2024 para 3,3% em novembro de 2025, mostrando uma deterioração contínua da capacidade de pagamento ao longo do período.

Dentro desse contexto, os produtores devem entender que cada operação envolve escolhas técnicas que impactam diretamente a saúde do negócio: prazos, garantias, custo efetivo, cronograma de pagamento e compatibilidade com o ciclo produtivo. Quando essas variáveis não são bem dimensionadas, uma dívida que parecia a solução pode se transformar em inadimplência e, nos casos mais graves, em recuperação judicial.

Para explicar por que crédito rural é, na prática, um trabalho de engenharia financeira, colocamos à disposição Thays Moura e Rayssa Melo, fundadoras da Agree, fintech especializada em crédito rural. Elas ainda podem mostrar os bastidores de como o crédito é desenhado antes de chegar ao produtor e como escolhas técnicas podem preservar, ou comprometer, a sustentabilidade da operação rural. Elas também podem comentar como as operações são estruturadas, como funciona a análise de risco, de que forma o crédito afeta o fluxo de caixa no dia a dia da fazenda e por que a consultoria financeira se tornou peça-chave para decisões mais seguras no campo.

Fonte – Assessoria de Imprensa Agree



 

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