Autores:

  • Andressa Villani Perlin, Espacialização em Ciência e Tecnologia de Sementes, FAEM/UFPel.
  • Mauricio Brondani da Luz, Espacialização em Ciência e Tecnologia de Sementes, FAEM/UFPel.
  • Márcio Peter, PPG Ciência e Tecnologia de Sementes, FAEM/UFPel.
  • Cristian Troyjack, PPG Ciência e Tecnologia de Sementes, FAEM/UFPel.
  • Tiago Zanatta Aumonde, Espacialização em Ciência e Tecnologia de Sementes, e PPG Ciência e Tecnologia de Sementes, FAEM/UFPel.
  • Tiago Pedó, Espacialização em Ciência e Tecnologia de Sementes, e PPG Ciência e Tecnologia de Sementes, FAEM/UFPel.

Introdução 

A soja (Glycine max) é uma das principais culturas do Brasil, sendo um dos maiores produtores desta Fabaceae do mundo. O estudo sobre a qualidade de sementes de soja tem aumentado nos últimos anos visto a sua importância no estabelecimento de uma lavoura. A produção de sementes de soja na safra 2017/18 foi de aproximadamente 3.069.57 toneladas e a área semeada de aproximadamente 35 milhões de hectares (ABRASEM, 2019). Para que esta produção seja comercializada, a análise de sementes é realizada com base em alguns atributos fisiológicos/tecnológicos, em tamanho e peso.

Para fins comerciais, as sementes devem apresentar germinação superior a 80% no momento da entrega pelas empresas. Esta característica é determinada nos campos de produção de sementes, nos últimos anos, a adoção de novos manejos tem intensificado a utilização de produtos que aumentam os teores de nutrientes no interior das sementes.

A avaliação da qualidade fisiológica de sementes é utilizada para determinar o desempenho de lotes e cultivares de diferentes espécies, pela associação da viabilidade e o vigor (PESKE et al., 2012). O vigor envolve uma série de fatores metabólicos que estão intimamente associados com a atividade celular, integridade das membranas bem como o transporte e utilização das substâncias de reserva (AOSA, 1983). Segundo Carvalho e Nakagawa (2000), tanto o vigor quanto o potencial de armazenamento das sementes são influenciadas pelas reservas das sementes.

Para tanto, é importante o conhecimento da concentração de nutrientes no interior das sementes. Esses valores podem variar entre espécies, cultivares e das condições ambientais durante a produção (CARVALHO & NAKAGAWA, 1988). Os nutrientes armazenados na semente são essenciais, pois são responsáveis pela manutenção da plântula nos primeiros dias

de emergência. De acordo com Sá et al. (1994), os nutrientes são fundamentais na formação, na constituição de membranas e acúmulo de carboidratos, lipídeos e proteínas nas sementes.

A concentração de nutrientes poderia ser utilizada como indicadores na exportação de elementos minerais. Os trabalhos envolvendo o teor de nutrientes na cultura da soja, principalmente os relacionados ao teor de nutrientes da semente, limitam-se a avaliar a concentração de nutrientes na semente independente de seu tamanho, peso, entre outros.

Sabe-se que o emprego de sementes de alto desempenho permite o rápido e uniforme estabelecimento das plantas no início do seu desenvolvimento, que acarreta em maior capacidade de competição com plantas daninhas, constituindo-se em fator a ser considerado na obtenção de altas produtividades. Muitos aspectos devem ser considerados nesse sentido, sanidade, fatores genéticos, fisiológicos e nutricionais, este último de grande importância.

A reserva de nutrientes na semente é expressa pelos teores encontrados nas partes constituintes da semente. Esse valor varia entre espécies, cultivares e depende das condições do ambiente em que a semente é produzida (CARVALHO & NAKAGAWA, 1988).

Os nutrientes armazenados na semente irão suprir os elementos necessários para o estabelecimento da plântula em seus estádios iniciais. Entretanto, o desenvolvimento das plantas geradas pode também depender da fertilidade do solo. Assim, o meio pode compensar a necessidade de um dado elemento, mesmo que a semente apresente baixo conteúdo deste, por ter sido originada de uma planta mãe não muito bem suprida. Por outro lado, com certas limitações, uma semente com alto conteúdo de um elemento, originará uma planta vigorosa, em um meio deficiente nesse elemento (CARVALHO & NAKAGAWA, 1988).

Neste contexto, este trabalho teve por objetivo avaliar a composição química de sementes de soja e sua influência no o desempenho fisiológico.



Materiais e Métodos 

O experimento foi conduzido a partir de dados históricos e atuais coletados nos acervos de informações do laboratório de Análises de Sementes da Fertiláqua, de três estados (Mato Grosso do Sul, Paraná e Rio Grande do Sul). Selecionamos o total de 19 (dezenove) cultivares para a pesquisa, e assim essa seleção ocorreu a partir da observação das cultivares que mais são enviadas para realização de análises fisiológicas no LAS.  O laboratório de Análises de Sementes da Fertiláqua está localizado no município de Cruz Alta, e presta serviços para produtores rurais da região e para produtores de sementes e grãos do Brasil, onde os responsáveis técnicos da empresa enviam as amostras de seus clientes para análise e assim, promover o conceito de sementes de alto vigor. O laboratório possui infraestrutura e equipamentos testados e aprovados pelos órgãos fiscalizadores, e segue as normas da ISO/IEC 17.025/2005, para o controle de qualidade.

Para execução das análises laboratoriais foram coletadas amostras de 1,0 kg de sementes provenientes de cada cultivar. Para a avaliação da qualidade fisiológica e na composição química foram empregados os seguintes testes:

Teste de germinação: conduzido com oito sub-amostras de 50 sementes cuja semeadura foi realizada em substrato papel germitest em forma de rolos formados por três folhas previamente umedecidas com água destilada na quantidade equivalente a 2,5 vezes a sua massa seca. Os rolos foram dispostos em germinador, acondicionados em posição vertical em envelopes de polietileno e mantidos em sala de germinação a temperatura constante de 25 °C e período luminoso de 12h. As avaliações foram efetuadas aos cinco dias após a semeadura e os resultados expressos em porcentagem de plântulas normais, conforme indicado pelas Regras para Análise de Sementes (BRASIL, 2009).

Envelhecimento acelerado: para realizar o teste de envelhecimento acelerado, utilizou-se o método descrito por Krzyzanowski et al. (1999), com quatro repetições de 50 sementes, dispostas sobre uma bandeja de tela de arame galvanizado, fixado no interior de caixas plásticas (gerbox) as quais continham 40 ml de água destilada. As amostras foram incubadas em câmaras de germinação do tipo BOD, à temperatura constante de 41ºC por 48 horas. Transcorrido esse período, as sementes foram colocadas para germinar seguindo os mesmos procedimentos utilizados no teste de germinação. Os resultados foram expressos em porcentagem.

Massa de mil sementes: utilizando-se três repetições com oito sub-amostras de cem sementes. Posteriormente, a massa média foi multiplicada por dez, obtendo-se dessa forma a massa de mil sementes. A média dos dados foi expressa em gramas (BRASIL, 2009).

Para o teste nutricional de sementes, as amostras de sementes foram enviadas para o laboratório do IBRA (Sumaré/SP), os resultados químicos das sementes foram encaminhados para análise das variáveis.

Análise estatística: O delineamento estatístico utilizado foi o inteiramente casualizados com 19 cultivares e três repetições. Foi utilizada a análise estatística descritiva utilizando-se o software Microsoft Excel 2013, para obtenção das médias e elaboração dos gráficos de tratamentos.

Resultados e discussão 

A partir dos resultados obtidos e de acordo com o teste de germinação (Figura 1), foi possível observar que houve diferença na porcentagem de germinação das sementes de soja.

Pode-se observar que todas as cultivares apresentaram porcentagem de germinação superior a 80%, com destaque para a cultivar BMX Ativa RR que apresentou 95% de germinação. Estes resultados indicam que ocorre uma variação na qualidade de sementes das mais variadas cultivares, embora o teste de germinação seja realizado no laboratório sob condições favoráveis, é a principal ferramenta para o comercial. Sendo fundamental este entendimento do teste e a relação com os resultados (RADKE et al., 2014).

Figura 1. Germinação de sementes (%) de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.

Na figura 2, estão apresentados os dados do teste de envelhecimento acelerado de diferentes cultivares de soja, em que a maioria das cultivares obtiveram resultados superiores a 80% de germinação através do teste de envelhecimento acelerado. Salienta-se a cultivar NS 6700 IPRO, que não ultrapassou 80% de germinação, comparada as outras cultivares que obtiveram resultados superiores aos 80%. Cultivares como BMX Ativa RR, BMX Raio IPRO, NA 5909 RR, NA 6209 RR E SYN 13671 IPRO, obtiveram resultados de envelhecimento acelerado superiores a 90%.

A avaliação do vigor de sementes é uma parte essencial de qualquer programa de controle de qualidade de sementes, fornecendo informações úteis para detectar e resolver

problemas em diferentes níveis do processo de produção, bem como sobre o desempenho das sementes (COSTA et al., 2008).

Na avaliação de peso de mil sementes de soja em diferentes cultivares (Figura 3), pode-se observar que a maioria das cultivares apresentaram peso superior a 150 gramas, com exceção das cultivares M 6210 IPRO e NS 6823 RR, que ficaram abaixo desse peso. Ademais, a cultivar BRS 1001 IPRO, atingiu peso de mil sementes superior a 200 gramas, destacando-se das demais cultivares.

Figura 2. Envelhecimento acelerado (%) em sementes de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.
Figura 3. Massa de mil sementes (g) em sementes de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.

A avaliação nutricional de sementes é de suma importância, pois são responsáveis pela manutenção da plântula nos primeiros dias de emergência. Diversos autores têm relacionado à concentração de nutrientes e o desenvolvimento vegetativo da cultura da soja (JACOB-NETO & ROSSETO, 1998; ZANON, 2007), ressaltando a importância do assunto.

A Figura 4 apresenta os resultados obtidos da quantificação de nitrogênio em sementes de soja em diferentes genótipos.

Figura 4. Nitrogênio (g.Kg-1) em sementes de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.

Pode-se observar que a houve variação da quantidade de nitrogênio nos diferentes genótipos de sementes de soja. A cultivar NA 6700 IPRO, destacou-se pelo nível de aproximadamente 56 g.Kg-1 de nitrogênio, ao passo que as cultivares BRS 1001 IPRO, DM 59 i RR, M 5917 IPRO e NS 4823 RR apresentaram níveis próximo a 46 g.Kg-1.

Este elemento mineral é o mais abundante nas plantas e apresenta mobilidade nos órgãos vegetativos, deslocando-se de partes mais velhas para as mais jovens (MARENCO & LOPES, 2009). Ao final do ciclo da cultura, em função da mobilidade do N na planta, este elemento passa a ser revertido para a produção de vagens, ocorrendo à concentração deste elemento nas sementes (GONÇALVES, 2012).

Os teores de potássio estão apresentados na Figura 5, onde os genótipos NA 5909 RR, NA 6700 IPRO e TMG 7062 IPRO apresentaram teores de K superiores a 18 g.Kg-1. Sabe-se os inúmeros efeitos do potássio sobre a qualidade da semente que pode ser explicado pelo papel que o nutriente desempenha no metabolismo vegetal, ou seja, auxiliando no aumento da síntese e acúmulo de carboidrato (FONTES, 2001).

Figura 5. Potássio (g.Kg-1) em sementes de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.

Quanto os teores de fósforo encontrados nos diferentes genótipos de sementes de soja, pode-se observar na Figura 6 a maioria dos genótipos obtiveram teores de fósforo superior a 3,0 g.Kg-1, com destaque para os genótipos DM 59 i RR, m 5947 IPRO, M 6210 IPRO, NA 5959 IPRO e NA 6700 IPRO que apresentaram teores de fósforo superior a 4,0 g.Kg-1, enquanto que os genótipos BMX Raio IPRO, M 6410 IPRO e TMG 7062 IPRO, apresentaram teores de P próximo e abaixo de 3,0 g.Kg-1.

Segundo Ching (1992), o fósforo tem importância fundamental no suprimento de energia ao metabolismo intenso, que caracteriza nos processos de formação e de germinação da semente. As principais funções do fosfato (principal forma de armazenamento de fósforo nas sementes) são: suprir o processo de germinação com inositol, fosfato e minerais (LOTT et al., 2000; LEI et al., 2001).

Figura 6. Fósforo (g.Kg-1) em sementes de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.

A Figura 7 está apresentada os teores de Cálcio, Magnésio e Enxofre para diferentes genótipos de sementes de soja. Pode ser observado que os genótipos M 6210 IPRO, NA 5909 RR e TMG 7262 RR, apresentaram teores de Cálcio superior a 6,0 g.Kg-1, diferentemente dos teores de cálcio encontrados nos demais genótipos. Esse fato pode ser explicado pela influência ambiental nas sementes de soja, nessas condições. Para tanto, os demais nutrientes, Magnésio e Enxofre apresentaram teores nos diferentes genótipos entre 2,0 e 4,0 g.Kg-1.

Figura 7. Cálcio, Magnésio e Enxofre (g.Kg-1) em sementes de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.

Os teores de Boro, Cobre e Molibdênio estão apresentados na Figura 8, onde os teores de Boro ficaram próximo a 35,0 mg.Kg-1, enquanto que os teores de Cobre nos diferentes genótipos ficaram próximos a 10,0 mg.Kg-1. Os teores de Molibdênio não ultrapassaram os valores de 10,0 mg.Kg-1, com exceção dos genótipos M 6410 IPRO e M 6210 IPRO.

Figura 8. Boro, cobre e molibdênio (mg.Kg-1) em sementes de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.

Os teores de Ferro, Manganês, Zinco e Sódio podem ser observados na Figura 9, onde os teores de Fe, para os genótipos BMX Raio IPRO, NS 4823 RR, apresentaram os maiores valores, comparado aos demais genótipos, atingindo valores superiores a 200 mg.Kg-1.

Já, os teores do nutriente Manganês e Zinco, não ultrapassaram os valores de 50 mg.Kg-1 em todos genótipos de sementes de soja, analisados nesse trabalho, enquanto que os teores de sódio em dois genótipos apresentaram valores superiores a 50 mg.Kg-1, sendo os genótipos DM 59 i RR e NA 6700 IPRO, os demais genótipos apresentaram valores inferiores a 50 mg.Kg-1 (Figura 9).

Figura 9. Ferro, Manganês, Zinco e Sódio (mg.Kg-1) em sementes de soja de diferentes genótipos. Cruz Alta, 2018.

Embora apenas as quantidades de nutrientes nas sementes não sejam melhores indicadores das condições nutricionais, estas devem ser avaliadas juntamente com outros indicadores como o vigor e peso. Os teores de nutrientes nas sementes também podem ser importantes para estimar a quantidade de nutrientes exportados do sistema.

Considerações finais 

Vale ressaltar que a massa de mil sementes (MMS) foi superior a 130 g, sendo que, os maiores valores foram encontrados nas cultivares BRS 1001 IPRO, seguido de BMX Raio IPRO e NA 5445 IPRO, o menor valor foi observado no genótipo NS 6823 RR. É uma característica influenciada pelo ambiente, contudo é determinada geneticamente por cada cultivar.

Referências

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