A pulverização eletrostática tem por objetivo produzir gotas carregadas eletricamente, essa carga elétrica provoca uma força de atração entre as gotas e a superfície da planta. Isso faz com que ocorram menores perdas por deriva, pois há maior entrega de gotas, melhor deposição nos alvos, eficiência de aplicação, eficácia dos defensivos, sanidade das culturas, e consequentemente, potencial produtivo.

A eficiência desse método pode variar em função das características de cada aplicação, entretanto, em qualquer situação sempre ampliará o grau de deposição pela atração elétrica entre as gotas e o alvo.

Benefícios econômicos, sociais e ambientais da tecnologia

A pulverização eletrostática aumenta significativamente a eficiência da aplicação de defensivos agrícolas, reduzindo o custo dos tratamentos fitossanitários, diminuindo o impacto ambiental, bem como as perdas por deriva.

A eficiência desse controle está implicitamente ligada à qualidade da aplicação de produtos químicos ou biológicos que propiciem seu combate ou o aumento da resistência das plantas aos efeitos das pragas.

Acompanhe alguns resultados:

Fonte: Testes realizados com a Tecnologia TSBJet em soja quantificando gotas/cm², com a ponta de pulverização cone vazio.
Fonte: Testes realizados com a Tecnologia TSBJet em soja quantificando a porcentagem de cobertura, com a ponta de pulverização cone vazio.

Assim, quanto mais eficientes forem as aplicações, melhor o efeito desses produtos e menor o custo desses controles, além do fato de quanto melhor o controle, maior a produtividade das culturas.

Além disso, o uso dessa tecnologia propicia aumento na segurança dos operadores de pulverização, diminuindo a contaminação dos usuários pela deriva.

A melhora na deposição das gotas nos respectivos alvos biológicos trás efeitos diretos à preservação do Meio Ambiente, por reduzir as perdas de gotas para o solo e vento, como quaisquer outras situações de desvio de rota das gotas ao alvo.

A relação entre custo e benefício do uso da eletrostática apresenta-se totalmente favorável, uma vez que o investimento é rapidamente amortizado pelo menor custo das operações e pela menor necessidade de insumos quando comparado com a pulverização convencional.

Pensando nisso, a empresa de Tecnologia Sul Brasileira desenvolveu a Tecnologia de Pulverização Eletrostática TSBJet, que se diferencia dos demais sistemas já existentes por ser o único que funciona em condições extremas de umidade e molhamento dos módulos indutores, sem entrar em colapso de funcionamento em condições de campo, mesmo após inúmeras aplicações sem qualquer tipo de limpeza.

Para saber mais sobre a empresa e os equipamentos disponíveis, clique aqui.

Fonte das informações destacadas no texto: Embrapa.


Elaboração: Engenheira Agrônoma Andréia Procedi – Equipe Mais Soja, com informações da assessoria TSBJet.

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