Os altos custos dos insumos agrícolas, especialmente dos fertilizantes, estão induzindo muitos agricultores a reduzir o nível de tecnologia nas lavouras dos próximos plantios.
Esse movimento tem gerado preocupação no setor cooperativista, pois reduzir tecnologia significa, na prática, reduzir produtividade e, consequentemente, comprometer a renda das atividades agrícolas. A orientação das cooperativas é clara: o produtor não deve se limitar a analisar apenas o preço na compra de fertilizantes e sementes, mas sim a qualidade dos produtos e o retorno que eles proporcionam em produtividade. Reduzir o volume de fertilizantes ou optar por fórmulas mais baratas pode representar um “tiro no pé”, já que produtos mais tecnificados, embora tenham custo inicial maior, tendem a compensar pelo ganho produtivo e pela estabilidade dos resultados.
Outro ponto fundamental é a análise de solo, que permite identificar exatamente as necessidades da cultura e direcionar a adubação de forma eficiente, evitando desperdícios e maximizando o potencial produtivo. A Fecoagro e suas cooperativas filiadas em Santa Catarina e no Rio Grande do Sul têm se dedicado a oferecer fertilizantes de alta qualidade, estimulando o uso de produtos especiais, nobres, organominerais ou químicos com aditivos adequados à melhoria do solo e à garantia de retorno econômico ao produtor.
O vice-presidente da Cooperalfa e secretário do Conselho de Administração da Fecoagro, o engenheiro-agrônomo Cladis Jorge Furlanetto, reforça de forma recorrente a importância do uso de tecnologia no campo como principal caminho para manter a competitividade, assegurar produtividade e preservar a sustentabilidade econômica das propriedades rurais.
Fonte: Fecoagro




