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Desempenho agronômico do milho safrinha e da Brachiaria brizantha em integração-lavoura pecuária sob diferentes arranjos

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência sobre o desenvolvimento e produtividade do milho como também qualidades bromatológicas e produtivas da Brachiaria brizantha cv. marandu, ambas produzidas sob consórcio, em diversas modalidades de semeadura da forrageira.

Autores: Alysson Silva de Toledo¹; Gabriel da Silva Renzo2; Guilherme Xavier Lucio dos Santos3; Pedro Henrique Ferreira4; Kelvin Murilo Barbosa5; Samuel dos Santos Alves6; Rodrigo Merighi Bega7.

Trabalho publicado nos Anais do evento e divulgado com a autorização e inserção de informações dos autores

Resumo

O consorcio entre milho e Brachiaria é uma tecnologia onde as duas culturas são cultivadas na mesma área, com o objetivo de produção de grãos e pastagem com inegáveis benefícios como renovação de pastagens degradadas, redução na incidência de pragas, doenças e plantas daninhas, diversificação na renda dos produtores.O presente trabalho mostrou que as características de produção observadas no milho, altura de plantas, número de espigas por planta, altura de inserção de espiga, número de fileira de grãos na espiga, peso de espiga, diâmetro de colmo e produtividade de grãos em kg.ha não deram significativas. Na forrageira os itens bromatológicos observados, proteína bruta, matéria mineral, fibra em detergente neutro, fibra em detergente ácido e lignina não constou-se efeito nos tratamentos. A produtividade de matéria seca em kg.ha foi observado que a  forragem semeada de forma exclusiva obteve maior produção por não ter competição com a cultura do milho. Consouse também que independentemente da forma que a forragem for semeada a sua produtividade final é a mesma.

O objetivo deste trabalho foi avaliar a influência sobre o desenvolvimento e produtividade do milho como também qualidades bromatológicas e produtivas da Brachiaria brizantha cv. marandu, ambas produzidas sob consorcio, em diversas modalidades de semeadura da forrageira. O delineamento experimental utilizado foi de blocos ao acaso, em que as parcelas foram constituídas de milho exclusivo, Brachiaria exclusiva; milho e Brachiaria consorciado na linha de semeadura; milho com Brachiaria consorciada na entrelinha; milho com Brachiaria consorciada em duas linhas (semeadura entrelinha); milho com Brachiaria consorciada em duas entrelinhas e milho consorciado com Brachiaria a lanço. A semeadura foi realizada em campo na Fazenda experimental da UNIRP, em São José do Rio Preto – SP.

Palavras-chave: Benefícios. Consórcio. Forragem.

Introdução

O milho (Zea mays L.) é uma das culturas mais importantes para a economia brasileira, sendo a segunda com maior produção de grãos no território nacional e com grande participação nas exportações. Segundo USDA (2015), o Brasil é o terceiro maior produtor mundial de milho, cerca de 90 milhões de toneladas por safra, concentrando a maior parte da produção na segunda safra CONAB (2016), denominada safrinha. Assim como a espécie Brachiaria brizantha, vem ganhando espaço no setor agropecuário BORGHI (2006). Portanto, segundo MACEDO (2009) o monocultivo e outras práticas culturais inadequadas tem causado perda de produtividade, degradação do solo e dos recursos naturais. Umas das melhores opções que potencializa a produtividade do cultivo de milho e recuperação de pastagens degradadas é o sistema de Integração Lavoura Pecuária (ILP), segundo VILELA (2011).

A ILP desenvolvida pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária surgiu como uma tecnologia voltada ao setor agropecuário visando uma maior sustentabilidade do sistema, trazendo vantagens sejam estas agronômicas, ecológicas, sociais e principalmente econômicas KLUTHCOUSKI (2000). O cultivo do milho em consórcio com B. brizantha se destaca, no contexto da ILP, conseguindo alcançar as produtividades obtidas com milho exclusivo SILVA (2015). Uma das vantagens do consócio entre o milho e a Brachiaria é a competitividade, visto que o porte alto das plantas de milho exerce, depois de estabelecidas, grande pressão de supressão sobre as demais espécies que crescem no mesmo local. A altura de inserção da espiga permite que a colheita seja realizada sem maiores problemas, pois a colheita mais alta da plataforma diminui os riscos de embuchamento ALVARENGA (2006).

De acordo com OLIVEIRA (2001), as forrageiras do gênero Brachiaria são as mais utilizadas em consórcio com a cultura do milho. A espécie  B. brizantha destaca-se por apresentar excelente adaptação aos solos de baixa fertilidade, fácil estabelecimento e considerável produção de biomassa durante o ano, proporcionando excelente cobertura vegetal do solo. Pela sua agressividade e resistência, é também considerada importante competidora com espécies daninhas das culturas anuais. Tal sistema tem sido objeto de estudo de vários pesquisadores Kluthcouski  (2000), Alvarenga (2006), Borghi & Crusciol (2007), os quais relatam que, na maioria dos estudos, a presença da forrageira não afetou a produtividade de grãos de milho.Com base no exposto, o objetivo deste trabalho foi avaliar o desempenho agronômico da cultura do milho consorciado com a forrageira B. brizantha cv. Marandu.

Material e Métodos

O experimento foi conduzido no  ano agrícola de 2017, no município de São José do Rio Preto – SP, na área experimental do curso de Agronomia do Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, cujas coordenadas geográficas são (20º78’23” S e 49º28’16” W, altitude de 480 m). O clima, conforme a classificação de Köppen é o tropical úmido, com estação chuvosa no verão e seca no inverno, do tipo Aw, e a precipitação média anual são de 1.298 mm e temperatura média de 22 °C. O solo da área experimental é um argissolovermelho- amarelo distrófico, classificado conforme a EMBRAPA (2006). Os atributos físicos e químicos iniciais, na camada de 0 a 0,20 m do solo da área experimental, estão na tabela 1.

Tabela 1. Análise química do solo utilizado no experimento.

A área foi irrigada por aspersão, em função dos déficits hídricos, como mostra na Figura 1 o acumulado mensal de precipitação e irrigação.

Figura 1. Acumulado mensal de precipitação e irrigação (mm).

O delineamento experimental empregado foi o de blocos ao acaso, com 7 tratamentos e quatros repetições. Cada parcela constituiu-se de uma área total de 22,4 m² (5,6 m de largura x 4 m de comprimento).  Os tratamentos constituíram-se de: 1) Milho exclusivo (testemunha); 2) B. brizantha cv. Marandu exclusiva (testemunha); 3) Milho e B. brizantha cv. Marandu consorciada na linha de semeadura; 4) Milho com B. brizantha cv. Marandu consorciada na entrelinha; 5) Milho com B. brizantha cv. Marandu consorciada em duas linhas (semeadura entrelinha); 6) Milho com B. brizantha cv. Marandu consorciada em duas entrelinhas e 7) Milho consorciado com B. brizantha cv. Marandu a lanço.

O hibrido de milho utilizado foi o BM855PRO2. A semeadura do milho foi realizada no dia 26 de março de 2017, manualmente, em sulcos abertos com o uso de enxadas espaçados em 0,80 m a uma profundidade de 5 cm, nesta mesma data foi realizada a semeadura da Brachiaria a uma profundidade de 6 cm e adubação de semeadura mediante os resultados da analise química do solo e nas recomendações para milho safrinha (SOUSA & LOBATO, 2004), sendo utilizados 35 kg/ha da fórmula 08-28-16 (NPK). Aos 20 dias após a semeadura foi feita a aplicação do herbicida atrazina, através de um pulverizador costal na dose de 2 kg i.a/ha. A primeira adubação de cobertura foi realizada no V4 com 38 Kg K/ha e 32 Kg N/ha, a segunda adubação de cobertura foi feita no V8, 32 kg de N/ha. As fonte usadas na cobertura foram KCl e Uréia.

As avaliações foram realizadas nos estádios V4 e R1 segundo PEREIRA (1987), onde foram avaliadas: a altura das plantas, contagem do número de folhas totalmente abertas, e na última avaliação antes da colheita foram analisados também o número de espigas viáveis por planta, a altura de inserção da espiga e altura do pendão. A colheita se deu 148 dias após semeadura, no dia 20 de agosto de 2017, com estádio de maturidade do milho em R6. Foram avaliadas o número de fileiras de grãos por espigas, peso de espiga, e produtividade em kg.ha-1. Na avaliação da forragem foram realizados cortes a uma altura de 10 cm do solo em uma área de 4m² na parte útil de cada parcela, retirando um metro das larguras de cada parcela e uma linha das bordaduras de cada parcela, considerando as quatro linhas centrais como área útil.

Após cada corte, as amostras obtidas foram pesadas em balança eletrônica e submetidas à pré-secagem em estufa com circulação forçada de ar, para estimativa da produtividade de massa seca. Posteriormente foram determinados da folha e colmo os teores de proteína bruta (PB), Matéria mineral (MM), fibra em detergente neutro (FDN), fibra em detergente ácido (FDA) e lignina. As análises bromatológicas da matéria seca e proteína bruta, segundo a A.O.A.C (1970). As determinações de FDA, FDN, nitrogênio, lignina e MM pelo método de Van Soest (1994). Os dados foram submetidos à análise de variância pelo teste F e as médias comparadas pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Tabela 2. Características de desenvolvimento e produtividade do milho (BM 855 PRO 2)

Resultados e Discussão

Milho

Para os componentes de rendimento do milho safrinha (altura de plantas, altura de inserção de espiga, número de espigas por planta, diâmetro de colmo, peso de espiga, número de fileiras e produtividade) não foram verificadas diferenças significativas (p>0,05) nos tratamentos, como mostra na tabela 2.

Em relação à altura de planta tanto no estádio V4 quanto no R1, não houve diferença entre os tratamentos. Este comportamento também foi observado por Tsumanuma (2004), que avaliando o consórcio do milho com B.brizantha, semeada na entrelinha no mesmo dia da semeadura do milho. De acordo com Skora Neto (2003) a altura da planta tem sido considerada a medida mais fácil para avaliar a competição das plantas de milho com plantas de outras espécies. Os resultados referentes ao número de fileiras de grãos por espiga e número de grãos por fileira não apresentaram diferenças entre os tratamentos, indicando que a B. brizantha cv marandu não exerceu efeito competitivo sobre essas características agronômicas (Tabela 2).  Balbinot Junior (2005) ressaltaram que, diferenças na produtividade de grãos são normalmente atribuídas a essas duas variáveis, que vão ser resultado do número de grãos por planta e consequentemente a média da massa dos grãos formados pelas plantas.

Para produtividade do milho safrinha, os resultados não diferiram estatisticamente entre os tratamentos, comprovando assim, a viabilidade do consórcio entre milho e B. brizantha cv marandu, quando são semeadas simultaneamente a cultura do milho. Estes resultados corroboram com os de Kluthcouski (2000), Aidar (2003), Alvarenga (2006) e Borghi & Crusciol (2007), nos quais, na maioria dos casos analisados, o cultivo consorciado não reduziu, significativamente, a produtividade de grãos de milho, como verificado no presente trabalho. Na parcela que o milho foi cultivado exclusivo também não há significância em nenhum dado analisado com relação a outros tratamentos, isso se deve pelo fato do milho conseguir se sobressair a Brachiaria, pois a mesma foi afetada por diversos fatores como o sombreamento do milho sobre a forrageira, fotoperiodo curto e baixa temperatura que inibe o desenvolvimento da planta, pois a radiação é a fonte da energia que é convertida em biomassa vegetal e a temperatura está associada à eficiência dos processos metabólicos.


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Forragem

Pelos dados da Tabela 3, nota-se que os teores médios de proteína bruta (PB) variaram de 7,6% a 11,7 %, não havendo diferença estatística. Os teores médios de PB encontrados no capim Marandu por NUNES (1985) foram inferiores aos encontrados neste trabalho. Os teores de FDN apresentaram valores mínimos e máximos de 50,22% e 55,57% respectivamente, assim como FDA máximo de 39,55%. Vale ressaltar que quanto maior o teor de FDA menor será a digestibilidade. Segundo VAN SOEST (1994), onde os teores de 40% de FDA e 60% de FDN, considerados como limitantes da digestibilidade e do consumo. Assim, pode-se afirmar com base na Tabela 3 que apesar do consorcio com o milho, a forrageira Marandu não sofreu alterações significativas em sua composição bromatológica, o que favorece o cultivo em consorcio com o milho.

Tabela 3. Dados bromatológicos e produtividade da Brachiaria brizantha cv marandu.

Com relação a matéria seca, houve significância somente para o T2, onde foi observado que a Brachiaria semeada de forma exclusiva chegou a produzir dez vezes mais que outros tratamentos observados. Jakelaitis (2005), no consórcio, o vigor das plântulas de milho é maior, em relação às plântulas de Brachiaria brizantha cv.Marandu, e, por esta razão, o crescimento inicial do milho é mais rápido, gerando competição desfavorável à forrageira e proporcionando maior acúmulo de massa seca em monocultivo da Brachiaria brizantha cv. marandu.

Conclusão

As características agronômicas da cultura do milho safrinha não foram comprometidas pelo consórcio com a forragem. Dentre as modalidades de cultivo da forragem no consorcio com o milho safrinha, não houve alterações bromatológicas nos componentes avaliados. Porém, no cultivo exclusivo devido à não competição com o milho pelos recursos naturais (água, luz, espaço e nutrientes), favoreceu o ganho na produção de matéria seca, produzindo até dez vezes mais.

Conforme foi observado no seguinte trabalho a produtividade da forragem independentemente da sua forma de semeadura obteve a mesma produtividade final, mostrando assim que o sistema de integração é viável.

Referências

ALVARENGA, R.C. Cultura do milho na integração lavoura-pecuária. Informe Agropecuário, Belo Horizonte, v.27, n.233, p.106-126, 2006.

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BALBINOT JUNIOR, A.A.; BACKES, R.L.; ALVES, A.C.; OGLIARI, J.B.; FONSECA, J.A. Contribuição de componentes de rendimento na produtividade de grãos em variedades de polinização aberta de milho. Revista Brasileira de Agrociência, Pelotas, v.11, n.2, p.161- 166, 2005.

BORGHI, E.; CRUSCIOL, C. A. C.; COSTA, C., Desenvolvimento da cultura do milho em consorciação com Brachiaria brizanta em sistema de plantio direto. Energia na Agricultura, Botucatu, v. 21, n. 3, p. 19-33, 2006.

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EMBRAPA. Centro Nacional de Pesquisa de Solos. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. 2 ed. Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 2006.

JAKELAITIS, A. Influência de herbicidas e de sistemas de semeadura de Brachiaria brizantha consorciada com milho. Planta Daninha, Viçosa, v. 23, n. 1 p. 59-67, mar. 2005.

KLUTHCOUSKI, J. Sistema Santa Fé – Tecnologia Embrapa: integração lavoura-pecuária pelo consórcio de culturas anuais com forrageiras, em áreas de lavoura, nos sistemas plantio direto e convencional – Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão, 2000. 28 p. – (Circular Técnica / Embrapa Arroz e Feijão. ISSN 1516-8476 ; 38).

MACEDO, M.C.M.M. Integração lavoura e pecuária: o estado da arte e inovações tecnológicas.Revista Brasileira de Zootecnia, Viçosa, v.38, supl. esp, p.133-146, 2009.

NUNES, S. G.; BOOCK,A.; PENTEADO, M. I. O.; GOMES, D. T. Brachiaria brizantha cv. Marandu. Campo Grande: EMBRAPA-CNPGC, 1985. 31 p. (EMBRAPA-CNPGC, Documentos, 21).

OLIVEIRA, I.P. Palhada no sistema Santa Fé. Goiânia: EMBRAPA-CNPAF, 2001. 4p.

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VILELA, L. Sistemas de integração lavoura-pecuária na região do Cerrado.Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, v.46, n.10, p.1127-1138. 2011.

Informações dos autores

1Graduando em Agronomia, Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, Unidade I, São José do Rio Preto, SP.

2Graduando em Agronomia, Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, Unidade I São José do Rio Preto, SP.

3Graduando em Agronomia, Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, Unidade I São José do Rio Preto, SP.

4Graduando em Agronomia, Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, Unidade I São José do Rio Preto, SP.

5Graduando em Agronomia, Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, Unidade I São José do Rio Preto, SP.

6Graduando em Agronomia, Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, Unidade I São José do Rio Preto, SP.

7Engenheiro Agrônomo, Doutor em Produção Vegetal, Centro Universitário de Rio Preto – UNIRP, Unidade I São José do Rio Preto, SP.

Disponível em: Anais do XXXII Congresso Nacional de Milho e Sorgo 2018. Lavras, MG.

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