Mercado parado essa semana com pedidas cada vez maiores. Negócios acontecendo ao redor de R$ 61,00 saca para outubro na na Serra. Região central do estado girando um pouco abaixo no entre R$ 61,00 a 61,50/saca Um fundamento que começa preocupar é a questão do plantio.

Pessoal bem receoso com o clima, intenções iniciais de plantio inclusive são menores que safra passada. Os agricultores estão no dilema de arriscar plantar e embolsar valores expressivos se colher, mas correr o risco de novo sinistro.

Seguradoras esse ano nem fizeram questão de fazer muita coisa e o que foi feito foi com índices bem modestos. Houve relatores de produtores que historicamente colhem acima das médias e mesmo assim a seguradora não aceitou fazer nesses históricos, somente abaixo. Até mesmo pelo histórico de vendas de sementes, área esse ano deve ser menor.



Os preços mantiveram a alta do dia anterior em R$ 66,00 em Ibirubá, mas recuaram 1 real/saca para R$ 63,00 em Vacaria. Nas demais praças do interior do estado os preços do milho no mercado de lotes disponível, mantiveram R$ 63,00 FOB em Carazinho, Cruz Alta e Erechim e subiram para R$ 63,00 em Ijuí.

O preço de exportação subiu R$ 1,50 para R$ 60,50 no porto, para embarque em fevereiro 21. Mas, as fábricas reagiram e passaram a oferecer R$ 57,00 CIF para janeiro 2021.

Em Santa Catarina preços continuam a R$ 65,00/saca

Sem muito milho disponível no estado, as fábricas de ração e indústrias de carne se abastecem cada vez mais com milho vindo do Mato Grosso do Sul. Os preços do milho local permaneceram a R$ 63,00 no Alto Vale do Itajaí, recuaram R$ 1,00/saca para R$ 62,00 em Campos Novos e permaneceram a R$ 58,00 em Canoinhas e Chapecó. Em Concórdia e Joaçaba os preços mantiveram a alta do dia anterior a R$ 65,00. Em Mafra subiram R$ 0,50 para R$ 61,50/saca.

Os preços para o produtor se mantiveram em R$ 53,00/saca no Alto Vale do Itajaí, R$ 54,00 em Campos Novos, R$ 54,00 em Canoinhas e Chapecó, em Concórdia e Joaçaba também a R$ 54,00, R$ 53,50 em Mafra, R$ 54,00 em Pinhalzinho e subiam um real/saca para R$ 52,75 em Xanxerê.

No porto catarinense de São Francisco do Sul, Milho 20 para exportação entrega em setembro e pagamento em 05 de outubro R$ 58,50 (58,30 anterior); entrega em outubro e pagamento em 5 de novembro R$ 58,60 (58,40) e entrega em novembro e pagamento em 04 de dezembro R$ 58,70 (58,50).

No Paraná, o maior equilíbrio entre oferta e demanda mantém preços lucrativos para todos, mas em níveis menores

No mercado de balcão os produtores paranaenses o preço ficaram entre R$ 43,50 e R$ 59,00 (contra R$57,00/saca do dia anterior), como mostra nossa tabela 1, acima. Já no mercado de lotes, os negócios no spot praticamente desapareceram, com pouquíssimas ofertas. Nos Campos Gerais, região de Ponta Grossa, mercado de lotes spot manteve os R$ 55,00 posto fábricas, para entrega e pagamento em setembro e outubro. No Norte do estado, preço spot entre R$ 56,00 e R$ 58,00, dependendo do local. No Oeste ao redor de R$ 56,00/ saca.

Na Ferroeste, em Cascavel, preços de R$ 58,00, conforme o mês de entrega e pagamento.
Na Ferrovia, de Maringá, preços ao redor de R$ 51,60/saca para 2020 e R$ 47,20 (48,00) para 2021. Em Paranaguá o preço spot, mesmo com a alta do dólar, manteve os R$ 58,00 para entrega em setembro e pagamento no final do mesmo mês.

Para 2021, o preço recuou mais 2 reais/saca para R$ 55,00/saca, para entrega em fevereiro e pagamento em março de 2021 nas fábricas da região de Ponta Grossa. Já no porto paranaense de Paranaguá o preço subiu 2 reais/saca R$ 59,00/saca para primeira quinzena de fevereiro de 2021, pagamento março de 2021.

Fonte: T&F Agroeconômica

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