RIO GRANDE DO SUL: Com novos aumentos de até 1,48% nos preços da soja, volume de negócios melhora

Nesta terça-feira o mercado respondeu com um pouco mais de firmeza do que nos últimos 15 dias, os produtores perseguiram alguns negócios após realização de lucros. Os preços de pedra seguraram seus níveis a R$ 157,00, mas os lotes contaram com alta valorização, com o porto se destacando em R$ 2,50 acima dos níveis anteriores e as demais regiões se valorizando em cerca de R$ 2,00.

Os preços foram os seguintes: Porto para fábrica a R$ 174,00 com entrega em novembro e
pagamento dezembro; Cruz Alta R$ 171,00; Passo Fundo R$ 169,00; Ijuí a R$ 169,00; R$ 170,00 Santa Rosa e São Luiz de Gonzaga. Enfim as fábricas dominaram o mercado e os volumes vendidos no dia chegaram em cerca de 10.000 toneladas, o que já categoriza como vendas acima dos parâmetros de manutenção, ainda não é muito e o potencial de aumento é enorme, mas o produtor observa a possibilidade de mais evoluções nos preços antes de passar a abrir mão de volumes com maior intensidade.

SANTA CATARINA: Alta de mais R$ 1,00/saca, mas sem entusiasmar os vendedores

Abrimos terça-feira e o mercado de Santa Catarina segue se valorizando, com as variações de preços para cima se destacando cada vez mais, no dia de hoje ocorreu nova alta de R$ 1,00/saca, para o mês de dezembro, elevando os preços de hoje para o porto de São Francisco do sul para R$ 172,00. Para o ano que vem os valores também passaram a ser interessantes, com os valores até dia 31/01/22 chegando a R$ 174,00. Ademais, nada foi efetuado em negócios.

Na semana anterior houve negócios todos os dias, apenas quantidades pontuais de cerca de 600 toneladas, mas essa semana pode vir a se formar mais calma. O produtor que tem pequenas quantidades de soja disponível deve estar procurando pelas melhoras altas agora.

PARANÁ: Preços melhoram em R$ 1,00/saca no porto, interior sobe em R$ 3,00/saca

Terça-feira improdutiva no mercado, mas preços voltam a se tornar mais interessantes em especial no interior. O mercado segue parado, um reflexo das últimas duas semanas, mesmo com os preços se valorizando, mas isso não representa nada em termos práticos para o mercado, até existe considerável movimento, mas apenas para trigo. A soja está sendo de certa forma ignorada.

Espera-se apenas que o produtor que ainda detém volumes disponíveis não deixe as máximas passarem novamente e desta vez consiga aproveitar as altas. Os preços da soja em Chicago passaram por um dia de manutenção, subindo em apenas 0,02%, quantidade basicamente desprezível, o dólar por outro lado deu continuidade a sua ascensão, subindo novamente em 0,27% e sendo a principal causa da nova valorização dos lotes.

  • Soja Paranaguá 2021: entrega de 20/11 até 10/12 com pagamento em 30/12, ideias de R$ 171,10.
  • Soja Paranaguá 2022: Fevereiro com 30/03 com ideias de R$ 163,90; Março com 30/04 com ideias de R$ 162,60; Abril com 30/05 com ideia de R$ 164,60.

MATO GROSSO DO SUL: Mais R$ 1,00/saca e mais vendas expressivas no Estado, mercado quente

Chegamos à terça-feira e o mercado segue se aquecendo, as vendas de hoje foram ainda melhores do que as de ontem, que já estiveram bastante acima da média. Aparentemente, quanto mais se valorizam os negócios, mais o produtor abre mão, claramente isso é em partes para liberar os armazéns também.

No dia de hoje mais 30.000 toneladas foram negociadas e escoadas, com o comprador sendo totalmente externo.

MINAS GERAIS: Minas Gerais segue sem oferta, mas preços seguem sendo puxados para cima

Em Minas Gerais os negócios seguem parados, como as quantidades disponíveis no Estado são muito baixas, aparentemente os níveis de interesse não aumentam por parte do produtor. Neste período sempre se encontra alguém que compre, no entanto se não houver interesse por parte do produtor, também não de ocorrer negócios. No momento, estima-se que há por volta de 3-4% da soja de 2020-2021 para ser vendida no Estado, mas de alguma forma essas demoções não interessam o produtor a cerca de 5 meses, quando passou pela primeira vez a ser dito no relatório que os volumes deveriam ser vendidos.



Fonte: T&F Agroeconômica

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