A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão com preços significativamente mais baixos. O mercado foi pressionado pelo temor de que as tarifas dos Estados Unidos atrapalhem a demanda pelos produtos agrícolas do país com os principais parceiros comerciais, como Canadá, México e China.

Além disso, os investidores avaliaram o acordo entre Estados Unidos e Rússia para garantir uma navegação segura no Mar Negro, informado pela Casa Branca. O acordo visa proibir o uso da força e de navios comerciais para fins militares nas águas do território.

“Os Estados Unidos e a Rússia concordaram em garantir uma navegação segura, eliminar o uso da força e impedir o uso de navios comerciais para fins militares no Mar Negro”, diz a nota sobre o acordo alcançado durante recentes consultas governamentais entre delegações de ambos os países na Arábia Saudita.

A questão foi discutida ontem (24) durante uma nova rodada de consultas entre Washington e Moscou, realizada na capital saudita, Riad, em conformidade com um acordo firmado entre os presidentes Donald Trump e Vladimir Putin.

A perspectiva de uma ampla oferta do cereal na América do Sul complementou o quadro negativo. A desvalorização do dólar frente a outras moedas, por outro lado, limitou uma queda ainda mais expressiva.

Enquanto isso, os investidores aguardaram o relatório de intenção de plantio dos Estados Unidos, que será divulgado pelo Departamento de Agricultura do país (USDA) em 31 de março. A expectativa inicial aponta para um aumento na área destinada ao milho, em detrimento da soja.

Na sessão, os contratos de milho com entrega em maio fecharam a US$ 4,57 3/4 por bushel, baixa de 6,75 centavos de dólar, ou 1,45%, em relação ao fechamento anterior. A posição julho de 2025 fechou a sessão a US$ 4,67 1/2 por bushel, recuo de 6,75 centavos de dólar, ou 1,43%, em relação ao fechamento anterior.

Fonte: Gabriel Antunes – Safras News



 

FONTE

Autor:Gabriel Nascimento/Safras News

Site: Safras & Mercado

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