Após exportar um volume recorde de milho para um mês de julho, de 6,316 milhões de toneladas, o Brasil vem mantendo também forte ritmo nos embarques em agosto. Até 18 de agosto, segundo a Secretaria de Comércio Exterior, o país havia exportado 4,297 milhões de toneladas. Mantendo essa intensidade, o Brasil vai fechar agosto com embarques recordes novamente para o cereal.

Como comparação, em agosto do ano passado, o Brasil havia exportado 2,897 milhões de toneladas de milho, e exportara em agosto de 2017 o volume até agora recorde para o mês de 5,256 milhões de toneladas. Falta menos de 1 milhão de toneladas neste agosto para o país superar a marca de 2017.

Contando com a oferta de uma safrinha recorde e com o dólar trazendo competitividade para as exportações, o Brasil vem mantendo esse fluxo muito sólido de embarques para o milho.

No mercado doméstico, a paridade de exportação segue comandando as ações e definindo os rumos de preços. Com a volatilidade da Bolsa de Chicago e do dólar agitando o mercado interno, a semana acabou sendo de poucas mudanças nas cotações, estáveis na maior parte das praças.

No Porto de Santos, na base de compra, o preço está em R$ 36,50 a saca de 60 quilos. Em Campinas/CIF, cotação do milho em R$ 37,50 na base de venda. Já na Mogiana paulista, mercado estável em R$ 34,00 a saca na venda.

Em Rio Verde, Goiás, o preço na venda está em R$ 29,00 a saca. Já em Uberlândia, Minas Gerais, cotação em R$ 34,00 a saca na venda. Em Cascavel, no Paraná, o valor do milho está em R$ 33,00 a saca, e em Rondonópolis, Mato Grosso, preço ficou estável em R$ 29,00 a saca na venda.

Fonte: Agência SAFRAS


Texto originalmente publicado em:
Safras&mercado
Autor: Agência SAFRAS

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