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Oferta e demanda mundial de milho

OFERTA E DEMANDA MUNDIAL

Segundo o relatório divulgado pelo USDA de O&D em jul/23, a produção mundial do milho para a safra 23/24 apresentou elevação de 0,14% ante a divulgação de jun/23, ficando em 1,22 bilhão de t. Esse acréscimo foi justificado pela maior produção da Ucrânia e dos EUA, com estimativa de alta de 2,04% e 0,36%, em relação ao relátorio anterior, que por sua vez, é reflexo do aumento na projeção da área plantada dos países. Já em relação ao consumo doméstico, a estimativa ficou em 1.19 bilhão de t, ampliação de 0,10% ante ao último relatório. Com os ajustes na oferta e demada, os estoques finais da safra 23/24 ficaram em 257,45 milhões de t, alta de 0,05% no mesmo comparativo, o maior volume registrado nas últimas quatro safras. Por fim, em decorrência da divulgação do relatório, no dia 12/07 o preço na CME-Group exibiu retração de 3,85% no comparativo diário e fechou em ¢US$ 549,75/bu.

Confira os destaques do Boletim:

AVANÇO: a colheita de milho em Mato Grosso da safra 22/23 atingiu 68,23% das áreas colhidas, e avançou 18,78 p.p. ante a semana passada.

AUMENTO: devido à valorização da CME-Group, a bolsa brasileira exibiu alta de 2,33% comparada com a semana passada e fechou em R$ 54,86/sc.

REDUÇÃO: em MT, o preço do milho disponível finalizou com diminuição de 4,12% na última semana, pautado pelo progresso na colheita, e ficou cotado em R$ 32,24/sc.

A Secex divulgou os dados de exportação de milho de jun/23, que totalizou 689,28 mil t, recorde para o período em Mato Grosso

No que se refere ao acumulado da safra 21/22 (jul/22 a jun/23), a exportação no estado totalizou 26,42 mi de t, alta de 58,44% ante a safra 20/21, que foi de 16,67 mi de t. Esse volume recorde foi pautado, principalmente, pela recuperação da produção de milho em Mato Grosso e também pela quebra de produção da Argentina e dos Estados Unidos, aliada às tensões na Europa em decorrência da guerra na Ucrânia. No que tange aos principais destinos do milho mato-grossense, o Irã registrou o maior volume importado, de 2,63 mi de t, porém, exibiu uma queda de 13,16% ante a safra 20/21. Já o Japão, que na safra anterior era o 4° maior importador, avançou para a 2ª posição, com 2,51 mi de t, aumento de 71,94% ante a safra passada. Por fim, para a safra 22/23 a expectativa é que Mato Grosso exporte cerca de 29,41 de t, de acordo com a última estimativa do Imea.

Fonte: Boletim semanal n° 758 – Milho – Imea



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