O mercado brasileiro de milho deve registrar preços firmes nesta terça-feira, com menores disponibilidades de oferta por parte dos produtores. Mesmo assim, a expectativa é de movimento calmo nos negócios, diante da proximidade do final de ano. No cenário internacional a Bolsa de Chicago opera em queda, devolvendo os ganhos da última sessão.

Ontem (14), o mercado brasileiro de milho teve preços firmes. Segundo o consultor de SAFRAS & Mercado, Paulo Molinari, o mercado esteve bem calmo nesta segunda-feira, com redução da oferta regional em relação à semana passada.

No Porto de Santos, o preço ficou em R$ 72,00/75,00 a saca. No Porto de Paranaguá (PR), preço em R$ 70,00/74,00 a saca.

No Paraná, a cotação ficou em R$ 72,00/74,00 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 72,00/74,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 75,00/77,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 82,00/85,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 67,00/73,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 67,00 – R$ 70,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 64,00/67,00 a saca em Rondonópolis.

Chicago 

Os contratos com vencimento em março operam a US$ 4,21 por bushel, com baixa de 3,00 centavos de dólar, ou 0,70%, na comparação com o fechamento anterior.

Após a volatilidade de ontem, o mercado se firmou no território negativo nesta terça-feira, à espera de novidades. Fatores técnicos contribuem para a desvalorização.

Ontem (14), os contratos de milho com entrega em março fecharam a US$ 4,24, com alta de 0,50 centavos, ou 0,11%, em relação ao fechamento anterior.

Câmbio 

O dólar comercial registra desvalorização de 0,66% a R$ 5,0910.

Indicadores financeiros 

  • As principais bolsas da Ásia encerraram em baixa. Xangai, -0,06%. Tóquio, -0,17%.
  • As principais bolsas na Europa operam mistas. Paris, +0,22%; Frankfurt, -0,52% e Londres, -0,25%.
  • O petróleo opera com ganhos. Janeiro do WTI em NY: US$ 47,28 o barril (+0,61%).
  • O Dollar Index registra baixa de 0,61%, a 90,61 pontos.

Fonte: Agência SAFRAS

Texto originalmente publicado em:
Safras e Mercados
Autor: Arno Baasch - Agência SAFRAS

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