Autor: Thomas Newton Martin – Professor da UFSM

O semeador é o protagonista para que a maioria dos processos seja realizado adequadamente. Contudo, muitas vezes o semeador está exposto a condições perigosas, como a contaminação ou acidentes. No caso de contaminações os tratamentos de sementes realizado “on farn” geralmente expõe o semeador aos fungicidas, inseticidas e elementos minerais. Para tanto, é necessário que haja a utilização dos equipamentos de proteção individual (a).

A inoculação, co-inoculação e o tratamento com nutrientes, são processos que exigem um cuidado extremo pelo semeador, pois os produtos devem ser colocados juntos a sementes em quantidade e distribuição adequados (b). Com essa homogeneização, é possível que as sementes/plântulas possam expressar adequadamente o seu potencial.

É o semeador que decide o quê, como e quando fazer. Com isso, é ele que deve realizar treinamentos frequentes, pois o aprendizado não é um processo findo, e deve estar sempre buscando aprimoramentos. Por exemplo, é o semeador que decide como deve ser feito o processo de inoculação.

Certamente é um dos processos que mais causa insatisfação, pois se não realizado adequadamente não será eficiente, pois existe a necessidade de 1,2 milhões de bactérias por semente. Se o inoculante for despejado na caixa da semeadura sem o cuidado de distribuir adequadamente e com espalhante adesivo (no caso da turfa), a eficiência será similar a não ter realizado a inoculação.

“Se os aumentos de produtividade e rendimentos econômicos estão cada vez menores é o semeador que deve comprometer-se cada vez mais em realizar de forma efetiva as atividades. ”

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