Autor: Thomas Newton Martin – Professor da UFSM

A semente de soja é o principal insumo de uma lavoura bem conduzida. Destaca-se que, para que ela consiga realizar adequadamente o processo de germinação, é necessário que ela absorva pelo menos 50% da sua massa seca em água. O processo de germinação, consiste em três fases específicas: a embebição, a hidrólise das reservas e início do crescimento. Dessas, somente a primeira fase é reversível, contudo, não é indicado que ocorra a semeadura em solo com baixa umidade, para evitar que possa ocorrer perda de reservas pelo aumento da respiração mantendo a germinação e o vigor das sementes.

Com a embebição a água atua em três locais distintos. O primeiro é ativando o ácido giberélico que está no embrião e, consequentemente, irá ativar a alfa-amilase, protease e ribonuclease. Além disso, ativa a lipase e também os ácidos ribonucleicos.

A qualidade das sementes está associada ao correto funcionamento dos processos fisiológicos das semente para que ocorram a germinação e a emergência de formas rápidas e uniformes. Além disso, o tamanho das sementes e a uniformidade dos lotes são importantes. A uniformidade também deve estar relacionada a constituição química das sementes, que deve ser a mesma. Sementes maiores necessitam mais água para iniciarem o processo de germinação em relação as menores. Em geral, as sementes maiores possuem mais reservas, o que auxilia na definição da profundidade de semeadura.

“Sementes de qualidade são alicerce de uma boa produtividade.”

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