As folhas foram entregues no laboratório de Fitopatologia do Sindicato Rural de Rio Verde.  A análise divulgada no dia 29/12/2020 detectou a variedade Bramax bônus -R5.5.  As amostras são da lavoura do produtor Oscar Durigam que cultiva soja no município de Montividiu. Ele encontrou uma pústula numa plantação sentinela, uma área reservada que não recebe defensivo justamente para detectar a presença da ferrugem asiática. A análise concluiu que a doença ainda estava na fase inicial. “O produtor aqui da região sudoeste precisa colaborar. A análise no Sindicato Rural de Rio Verde é de graça. Só levar as amostras suspeitas. A umidade está aí e não podemos deixar a ferrugem se espalhar”, reforça.

O coordenador do Instituto para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), Leonardo Machado, destaca que o tempo chuvoso e a umidade favorecem a infecção na planta. Por isso a importância dos produtores monitorarem suas lavouras de soja. “A disseminação da doença ocorre pelo vento, por isso esse monitoramento precisa ser minucioso. Aqui na região metropolitana de Goiânia as suspeitas de ferrugem asiáticas devem ser comunicadas para a Agrodefesa ou a Emater”, informa.

A ferrugem asiática  é  causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, sendo, hoje, uma das doenças que mais têm preocupado os produtores de soja. O seu principal dano é a desfolha precoce, impedindo a completa formação dos grãos, com conseqüente redução da produtividade.

Fonte: Comunicação Sistema Faeg/Senar/Ifag, disponível no Portal do Sistema FAEG

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