Os contratos futuros da soja negociados na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) fecharam a terça-feira com preços mistos. Em sessão volátil, o mercado oscilou bastante entre os territórios positivo e negativo.

O clima adverso na América do Sul e a greve dos trabalhadores do setor de soja na Argentina – o que atrapalha as exportações do país – atuaram como fatores de suporte. Já a queda forte do petróleo em Nova York e a valorização do dólar frente a outras moedas, além de um movimento de realização de parte dos últimos ganhos acumulados, pressionam as cotações.

A China deve importar mais de 100 milhões de toneladas de soja em grão em 2020, informou a trader estatal COFCO em conferência nesta terça-feira. Se confirmado, será um volume recorde. O país deve esmagar 92,6 milhões de toneladas de soja este ano. As informações partem da Agência Reuters.

Os contratos da soja em grão com entrega em janeiro fecharam com alta de 4,00 centavos de dólar, ou 0,32% a US$ 12,47 1/4 por bushel. A posição março teve cotação de US$ 12,50 por bushel, com ganho de 2,50 centavos ou 0,2%.

Nos subprodutos, a posição janeiro do farelo subiu US$ 2,70 ou 0,65% a US$ 415,00 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em janeiro fecharam a 40,55 centavos de dólar, alta de 0,59 centavo ou 1,47%.

Fonte: Agência SAFRAS

Texto originalmente publicado em:
Safras e Mercados
Autor: Gabriel Nascimento - Agência SAFRAS

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